Archive for julho, 2001

trêsporquatro

[ter] 31 de julho de 2001

Acordei meio dia e pouco, almocei e fui para o centro… Escola vazia… Luana [e seus olhos encantados] e Construção Civil [pendengas de um quase técnico em edificações].

Saio pensando em certas teorias…
me reduzo à uma 3×4
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[…]

[seg] 30 de julho de 2001

“me acordaram!”…
Dia inútil…
(prefiro a madrugada… há menos pessoas acordadas… )

o pato, a menina

[dom] 29 de julho de 2001

[final de semana]

uma noite mal dorminda num sofá…
uma corrida sem graça…
uma menina linda (ah! eu queria ser criança ainda)…
dia caótico, mas tudo bem…
e um pato (pato seco), nem tem carne esse pato…
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dos dias perdidos no tempo

[sáb] 28 de julho de 2001

Sábado:
hoje era pra mim estar em outro lugar, mas dormi demais e ‘tô aqui em casa sem fazer nada…
o dia passou e eu nem encontrei… ou foi tudo ilusão? ah! sei lá!

[sex] 27 de julho de 2001

27/7 Sexta

dia feio…
semana feia…

viernes 3am

[qui] 26 de julho de 2001

Quinta-feira, 26 de Julho de 2001

Viernes 3am

quinta já…
e dois dias distante…
esquecido…
eu relaxei…
eu sei…
semana que vem quem
sabe eu melhore…
vou voltar a estudar…
vamos ver como vai ficar…
mas até lá..
nem sei…
i’ve walked away.

our souls pass,
as i leave this life,
and laugh
at our
foolish flights.
those forgotton dreams –

“two paths part towards the sky, and i –
i took the one
less
travelled by”

so only think of me
when alone
and you will never
be
alone
again.

Autoria perdida

quando tudo acontece e você nem sabe o porquê!

[qui] 26 de julho de 2001

Quando tudo acontece e você nem sabe porque!

um modem estragado.

um aventura lá p’ras bandas do bela vista 2.

[é estranho ter tanta coisa pra falar e não poder].
e quinta se foi…

alfabeto amigo..

[ter] 24 de julho de 2001

Terça-feira,

Por que será nessas horas você sente saudade…

e a sozinhez por medo de sozinhez?

que contradição!
paradoxo [limites sociais e humanos].

hoje ou ontem [segunda] acordei cedo. muito frio. 7 ou 8ºC. quando no centro [11ºC] e isso já eram 10:00 hs. visitei um amigo. carlos. foi um bom dia. no almoço comida [feijão arroz bife maionese salada de tomate].

trombetas espaciais

[qui] 19 de julho de 2001

5ªfeira,
trombetas espaciais.
ontem… choveu… choveu… choveu… choveu até o sol… que não (h)ouve…

‘tô me sentindo tão mais leve hoje…
ontem eu pesava mais que o mundo…

e a vida segue!

[qua] 18 de julho de 2001

Quarta-feira,

Será que existe vida em Marte?

Revirando um passado próximo… Revirei o mundo… Na busca de um livro – de um Pablo Neruda…

Por que será que nós guardamos tantas coisas inúteis por tanto tempo? Eu queria reler algumas poesias… mas cadê o livro? e lá vou eu procurar… casa em obra… vida em eterna transformação… um dia ainda hei de ter tudo “certinho”… tudo arquivado…
mas enquanto isso não acontece.. haja entulho… haja saco! guardo papéis desde tempos remotos (5ª série) e lá se vão anos…
anos… quase uma década… (estou a ficar velho…)

UM POEMA QUE ENCONTREI NO MEIO DO PASSADO
Ainda é hoje! tuas recordações aparecem aos meus olhos e entre meus dedos palavras tuas. – tu estavas só, quando cheguei, (quase só) e naquele momento previ a tua partida… e a despedida de uma nova chegada… Eu sou como os homens tolos (como diria siddharta)… os homens tolos apaixonam-se por sentimentos… ilusões, sofrimentos, por pessoas… Eles têm uma grande facilidade em amar; amam coisas, pessoas, sonhos. – parece-me que estou vendo chegares ao meu ouvido e suavemente dizer-me… – chegou a minha hora! devo partir. infelizmente não posso ir em busca de outros lugares atrás de outros olhos, através de outro espaço… preciso permanecer aqui. pois aqui estão minhas raízes, aqui tornei-me ser humano, mas aqui não esta minha razão. – uma dor abrange todo meu ser, deveria chorar tua morte, mas fugirei… para não precisar chorar. devo aparentar dureza… quando sinto-me quebrar. guardarei tua lembrança como uma nuvem… que passou durante alguns dias sobre meu céu… mas que eu não pude reter, pois se eu a tocar…
ela talvez chorando, se tranformará em chuva…

Setembro (autor ?)

anotei-o lá por volta de 98 e nem lembrava mais da existência do mesmo.
Aliás…
vários poemas…
milhares de poemas…
milhões de poemas…
Ah! e o neruda…
nem sinal…
onde devo ter guardado isto?
onde será?

e tudo isso ao som do barão…

“… Meus bons amigos, onde estão Notícias de todos quero saber Cada um fez sua vida de forma diferente Às vezes me pergunto: Malditos ou inocentes? Nossos sonhos, realidades Todas as vertigens, crueldades Sobre nossos ombros aprendemos a carregar Toda a vontade que faz vingar No bem que fez prá mim Assim, assim, me fez feliz, assim O amor sem fim Não esconde o medo De ser completo e imperfeito…”
Meus Bons Amigos
Barão Vermelho

ontem revi uma amiga… ela é especial! e a vida ficou mais bonita nesses dias… e sinto saudades de outra menina…
por que será que o coração não nos obedece? e não fiz o que era pra fazer novamente… ‘tô adiando isto já por mais de um mês… mas se fosse ver realmente… ‘tô adiando isso já faz 2 anos…
ah!

Diga adeus e atravesse a rua Voamos alto depois das duas Mas as cervejas acabaram, e os cigarros também
Cuidado com a coisa coisando por aí A coisa coisa sempre, também coisa por aqui Sequestram o seu resgate Envenenam sua atenção É verbo e substantivo, adjetivo e palavrão
E o carinha do rádio não quer calar a boca E quer o meu dinheiro E as minhas opiniões Ora, se você quiser se divertirInvente suas próprias canções
Será que existe vida em Marte? Janelas de hotéis, garagens vazias Fronteiras, granadas, lençóis

Existem muitos formatos Que só têm verniz E não tem invenção E tudo aquilo contra os que sempre lutam É exatamente tudo aquilo que eles são Marcianos invadem a Terra! Estão inflando meu Ego com ar E quando acho que estou quase chegando Tenho que dobrar mais uma esquina E mesmo se eu tiver a minha liberdade Não tenho tanto tempo assim E mesmo se eu tiver a minha liberdade Será que existe vida em Marte?
MARCIANOS INVADEM A TERRA (Renato Russo)
Legião Urbana

E A VIDA SEGUE…

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