ou a eterna repetição

[sex] 13 de julho de 2001

Atirei um limão n’água
e fiquei vendo na margem.
Os peixinhos responderam:
Quem tem amor tem coragem…

excerto de Lira do amor romântico Ou a eterna repetição (do livro «Amar se aprende amando»)

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[ESSA POSTAGEM FOI EDITADA… CORRIGINDO OS LINKS QUEBRADOS E ADICIONANDO COISAS… TANTAS COISAS BACANAS… SEGUEM ABAIXO:

o link http://drummond.memoriaviva.com.br/ quebrou em algum momento da história. o sítio memoviva.com.br é muito bom.

e para ler mais poemas deste livro… leia o livro ou acesso o blogue Brumas, de 

e na busca por um novo link, encontrei isto aqui:

O JOGO NA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA LITERÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES, ensaio de Elizabeth Guzzo de Almeida

No quintal a gente gostava de brincar com palavras
mais do que de bicicleta.
Principalmente porque ninguém possuía bicicleta.
A gente brincava de palavras descomparadas. Tipo assim:
O céu tem três letras
O sol tem três letras
O inseto é maior.
O que parecia um despropósito
Para nós não era despropósito.
Porque o inseto tem seis letras e o sol só tem três
Logo o inseto é maior. (Aqui não entrava a lógica?). […]
MANOEL DE BARROS, EM MEMÓRIAS INVENTADAS: A INFÂNCIA (2003)]

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