(dias perdidos em setembro)

[seg] 24 de setembro de 2001

24.9.01

“não deixe o sol morrer..
errar é aprender..
viver é deixar viver…….

[um sonho de valsa…. às vezes é tão bom]

… humm hummmm hummmm hummm hummm”

ao volume maximo.

[agora]

talvez eu não possa descrever cada traço seu..
talvez falte a poesia.
mas eu não posso mentir..
o que eu sinto..
está nos meus olhos e eu sei…
que você pode notar…

[há um tempo atrás]

me sento na praia…
dia nublado..
dia de chuva..
o mar esta agitado..
como um criança magoada…
só falta chorar…
e onda quebra (com que força…)
na areia…
meus pés sentem o gozo dessa dor…
leve e calma espuma da fúria do mar.
poderia construir um castelo…
de areia..
mas começa a garoa…

e eu procuro abrigo..
para a minha solidão.
numa manhã qualquer.
de um domingo chuvoso.
mas agora me deixe só.

——-

ontem caiu um bigorna em mim.
como num desenho.
ah.
e eu…
eu cai na cama…
dormi..
dormi…
dormi…
dormi até não poder mais…

pequenas porções de ilusão.
da minha janela vejo um pássaro procurando seu ninho…
com um galho no bico.

e ele levantou vôo e vôou….
dia agradável.
mar calmo…
nem vento sul,
nem vento noroeste…
só uma pitada de solidão.
um poema de vitor hugo.
um velho disco na vitrola.
e um pouco de amor pra dar…

“desejo que você tenha quem amar… e quando estiver bem cansado ainda exista amor pra recomeçar…”

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