Archive for setembro, 2002

não é um adeus… é um até logo.

2002, setembro 30, segunda-feira

GENTE
(A. Valsiglio / Cheope / M. Marati)

Si sbaglia sai quasi continuamente / sperando di non farsi mai troppo male / ma quante volte si cade. / La vita sai é un filo in equilibrio / e prima o poi ci ritroviamo distanti / davanti a un bivio. / Ed ogni giorno insieme per fare solo un metro in piú / Ci vuole tutto il bene che riusciremo a trovare in ognuno di noi / Ma a volte poi basta un sorriso solo / a sciogliere in noi anche un inverno di gelo / e ripartire da zero / Perché non c’ e un limite per nessuno / che dentro sá(?) abbia un amore sincero solo un respiro / Non siamo angeli in volo venuti dal cielo / Ma gente comune che ama davvero / gente che vuole un mondo pi? vero / la gente che incontri per strada in cittá / Prova e vedrai ci sará sempre un modo / dentro di noi per poi riprendere il volo / verso il sereno / Non siamo angeli in volo venuti dal cielo / ma gente comune che ama davvero / gente che vuole un mondo piú vero / la gente che insieme lo cambierá / Gente che vuole un mondo piú vero / la gente che insieme lo cambierá.

Renato Russo – voce, chitarre acustiche, basso, tastiere / Carlos Trilha – tastiere, programmazione / Eduardo Constant – batteria.
Equilíbrio Distante.

Não é um adeus… É um até logo.

oxalá

2002, setembro 21, sábado

Porque hoje?
Porque nós?
A lua surgiu, assim, do nada…
E o céu – Ah! – Negro e cheio de estrelas absurdamente distantes…

Está tudo tão claro
A noite,
Os destinos…

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E sai porque vi a lua
Que de tão bela se fazia nua
E aos olhos meus se deixou ficar
Como se estivesse ali pra me tocar

Não há como explicar, apenas senti
Eu só sai porque a lua vi…
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E o tempo passa rápido demais quando estamos distraídos
E não sei há quantos dias atrás… Se foram, eu apenas não os vi.
É! Eles se foram…

Mas fica aqui este poema cantado pela voz cristalina e encantadora de Teresa Salgueiro… Oxalá!
Oxalá, me passe a dor de cabeça, Oxalá
Oxalá, o passo não me esmoreça
Oxalá, o Carnaval aconteça, Oxalá
Oxalá, o povo nunca se esqueça…

Oxalá, eu não ande sem cuidado,
Oxalá eu não passe um mau bocado;
Oxalá, eu não faça tudo à pressa,
Oxalá, meu futuro aconteça…

Oxalá, que a vida me corra bem, Oxalá
Oxalá, que a tua vida também;
Oxalá, o Carnaval aconteça, Oxalá
Oxalá, o povo nunca se esqueça…
Oxalá, o tempo passe, hora a hora,
Oxalá, que ninguém se vá embora,
Oxalá, se aproxime o Carnaval,
Oxalá, tudo corra, menos mal…

Oxalá (Álbum Antologia de 2000)
Letra e música de Pedro Ayres Magalhães (Madredeus)

f

2002, setembro 14, sábado

Escrever. Estachuvaestácomoeu. ‘Tômesentindoestranho. Acordareicansadoamanhã. Queriadormirprasempre. Oupelomenosnãoacordar. Foda-sevocêmasnãoporvocêouporestaraquiagoraouaindapormim… éumfoda-seporsisó… Foda-seentende?