presente

[ter] 10 de setembro de 2002

O homem bicentenário – isaac asimov

Sentimentos alheios me tomam neste tempo disforme… Eu vejo coisas que não sei explicar e sinto coisas que ainda não vejo. Talvez devesse eu “Sing out of tune”

E tu que me dizes tanto… Disso não me contas nada.
Perdoa a longa conversa. Palavras tão poucas, antes!
é certo que intimidavas.
Guardavas talvez o amor em tripla cerca de espinhos.
Já não precisas guardô-lo. No escuro em que fazes anos,
no escuro, é permitido sorrir…

Como um Presente. Drummond.

Estou precisando de poesia… Ouvir, ler, escrever… Sentir. Poesia em mim.

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