scream poetry

2006, fevereiro 8, quarta-feira

É brincadeira, eu sei. Viver fingindo. Sentindo o que se sente.

Onde vamos parar? Não pararemos, seguiremos quando retornarmos, seguiremos quando pararmos e seguiremos quando for… Seguimos um sonho de um outro sonho de outro sonho anterior ao anterior do anterior – será que sonhamos? – Assim onde vamos chegar? Não vamos, não somos, apenas, e tão somente, podemos qualquer lugar, instante, sonho… Sonhamos como sonhos tais imagens, atos, idéias, vão-se além…

Onde estamos? É brincadeira, eu sei? O propósito é ser, de propósito. Posto… sobreposto. E cada vã palavra inserir-se um sub-contexto ao todo e ao particular. Um contexto onde duas palavras iguais nunca são iguais em tempo sentido espaço ser. Entrelinhas incapitáveis em antenas, vamos além do outro, tocamos nós – desatáveis.

E não, não é uma crítica, nem um porém… É um lapso convulsivo de verbos ao som, ao sabor, ao léu… Diria até à toa. À toa é a lavra. Nútil és.

E agora mudando de assunto, enfim, alguns poemas… Poesia…

«Grite poesias que eu te amarei…» já dizia o poeta chico science.

*

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