Archive for março, 2006

na aula de antropologia

[qui] 30 de março de 2006

Uma bela aula de antropologia sobre gênero e família, mas no fim, exaustiva. Eu, aqui, quieto no meu canto escrevo algumas poesias… Para tornar tudo mais agradável.

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Corre a linha
A palavra minha
Dizer é o limite
E nisso se transmite

A fração no ensejo
De dizer e desejo
Dizendo não dizendo
supondo e sendo

Já transpondo
O infinito limite
Me respondo

Em qual questão?
O finito limite
Infinita questão…
28.03.06

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Não POSSO POEMAS limpos
Fragmento e não ouso o que idealizo…

apenas

Danço uma dança
como qualquer outra
quanto dança… Danço.
28.03.06

********

ENCAPSULA
O dedão do pé aponta
p’ro teto d’estrelas
e – ela – fala de coisas que
vestem-se ao ar e os olhos
e os olhos não
entendem além dos óculos…

Na rebarba, – que palavra –
do meu bigode, vejo o chão e distraío
a multidão…

E, nós, perigosamente,
ESCREVEMOS TUDO, até então,
para os olhos de mel
para os olhos de negros dela
para os olhos de água mineral
para os olhos…

Que me olham (NOW).
28.03.06

********

A lágrima e a ironia
e o olhar que devora
Formam a fina poesia…

‘té surgir, estar e irem’bora.
28.03.06

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EU RIO E SER
que ‘cê me diz
SENTIDO FAZ
faz sentido
E fica OU vai?

RIR E SER
têm que se querer querer
TEM QUE SUBJETIVO ser
têm que…

SER… Sacou?
28.03.06

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post #75

[qua] 29 de março de 2006

“Mor…
No patropi,
Abençoá por Dê
E boni por naturê (Mas que Belê!)”

“Em feverê (Em feverê)
Tem carná (Tem carná)
Eu tenho um fuca um vió
Sou flame e tenho uma nêga chamá Terê
Do meu Brasil”

 ***

? hoje eu a vida. e sobre minhas palavras jorge ben jor… para dona maria… que sorri quando canto pra mim, ou pra ela.

preciso de um dicionário de sociologia!

[sáb] 11 de março de 2006

e vi isto aqui:

o outro lado da poesia

[qui] 9 de março de 2006

“pelo máximo prazer de observar e pensar…
não falo muito. Creio, até, que ando…
falando menos cada vez mais…
qualquer dia desses… Torno-me uma ostra.”

spo 5127

[qua] 8 de março de 2006

para pensar:

Questões para debate aula sobre Weber (SPO 5127 – sem.2005.2) enviadas pela Marisol.

1) Weber define o espírito capitalista como “atitude que procura lucro
de maneira racional e sistemática”, cuja ordem está situada nas ações
dos empreendedores e não exclusivamente nos fatores econômicos. Quais argumentos o autor levanta para opor-se a uma leitura unilateral de transformação?

2) Quais os fatores que orientam para uma vida voltada para a procura
do lucro? O que levou os empreendedores capitalistas a agirem da forma como fizeram?

uma aula de história no cfh

[sex] 3 de março de 2006

UM POUCO DA AULA DE HISTÓRIA DE HOJE (A tornozeleira dos quatro golfinhos brancos e das cinco bolinhas verdes. A pele)

Vivo de poesia. Ambas instituições que permaneceram no Brasil por mais de um século. Monárquia e escravidão. Corre à folia, se as idéias estão em movimento, eu danço, danço na cintura dela, nos olhos dela, na boca dela, nela….
Cadê ela? Meus deus! É poesia e eu danço. Verto em sorverte, em ter-te, em ser-te uma idéia…
Dar-te uma flor e uma chuva, um botão e vestido ao corpo e cadê? Cadê tereza diz jorge, cadê tereza digo eu. E dona mirena? Modernidade é um conceito cultural, uma contrução. UMA CONSTRUÇÃO.

Eu não, mas conheço, fleu de mal, pois é zé, pois é sebastião. ‘cês já são sem existir. Cada qual é um som, uma idéia e uma ilusão. Eu vou viajar. vou correr. Vou velejar.
E as prostitutas do mangue, são qualquer coisa como um poeta, um vinicius. Oquei não vou longe, não vou compor nada além disto. Oque rua fragmento chuva fragmento roda fragmento e na roda de rua eu vou lá, eu vou lá… Vivo de poesia e cantas, berras e expõe-se à profunda penetração na lama da cidade civilizada flanar. Que rima de bosta. Que crônica de merda. Que poesia linda. E é graça a aranha, é oswald numa patria de árvores e gente dizendo adeus e bandeira e adeus.. Fulguras em mim, bela tropical, moro nupatropi abêpode ai que beleza tem carnaval tem carna e pernas lindas abrasileirar a república pernas lindas a idéia de um estado demiurgico pernas lindas e ela pernas lindas sai cheira-lá, beija-lá e isto já é obsessão a republica não foi a dos nossos sonhos a republica foi incapaz de criar uma elite republicana o suor na pele dela a saliva na boca dela os olhos dela nos meus agora e ela não me olha não perceber o meu calcular meus planos pensas em história cadeira fim poesia.

Se é gostosa eu gosto!
Se é bela eu bê!
Fico besta pordemais da conta…
Sô..

oba charles

[qua] 1 de março de 2006

«Ôba, ôba, ôba Charles
Como é que é
My friend Charles
Como vão as coisas Charles?

(…)»

ANDO OUVINDO JORGE MUITO… Miúdinho no sapatinho eu quero ver…. Pensando nela ele dança miúdinho na passarela para conquistar sua donzela… eu sei que as coisas são difíceis para mim e pra você mas dançando miúdinho eu vou conquistar você ó miúdinho ó miúdinho ó miúdinho ó miúdinho o amor que sinto agora juro sinto por você, meu amor minha donzela por favor apareça na janela ó miúdinho ó miúdinho ó miúdinho ó miúdinho quero sempre estar ao seu lado quero sempre lhe amar quero ser seu doce amor mas preciso te conquistar minha amada minha musa gosto tanto de você quero ser seu xodó quero ser seu bem querer…

Eu canto para que?

[qua] 1 de março de 2006

Cadê tereza la, lá, lá, lá, lá, lá, lá… Tereza minha nêga minha musa eu gosto muito de você… Sou malandro enciumado, machucado que espera por você.

brincadeiras… le grenouille filosofie!

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