as pessoas falam comigo. dou informações.

[qui] 11 de maio de 2006

Dia azul, frío, a paz vem como o vento que sempre vem e se vai… O cavalo de quatro patas pasta, mastiga… E mira a grama verde, que é mais verde após a chuva, e o sol. Li um versinho hoje, que era imenso, era um poema de uma palavra, era a mesma palavra, a palavra…
Minhas unhas querem sair da carne, e ficar no ar, expostas, a contra-gosto não há… Só o gosto, que se vai construindo aos poucos, de te beijar… Comi um cáqui, bebi a água que me fez sorrir, e vi que nada melhor que um dia, sempre há um outro dia e que ter medo é inevitável, mas seguir o sonho, só o sonho e viver claro e sincero é assim, como a grama, o vento, o dia, a poesia. Ah que meu corpo se vai, com algumas dores, com alguns ferimentos sempre expostos, mas íntegro, azul e hoje, só hoje, que o vento diz bom dia, vai quente, diante de tanto frío aparente.

poema-texto levemente alterado e publicado na primeira edição do COLETIVO POÉTICO-MANIFESTO.

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