hoje. outro dia, eu de vermelho escrevo…

[ter] 30 de maio de 2006

C. vou, como um, eterno, garoto… fazendo careta. Meu olhar sobre o mundo é, como o de todos, até dos que nem sabem, poético… Amo o viver, até quando morro de medo de viver! Como eu disse ontem… Eu falo, falo e não chego a lugar nenhum. Como se houvesse alguem lugar por chegar, ou ir… Vou como Quintana… “No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas / que o vento não conseguiu levar: // um estribilho antigo / um carinho no momento preciso / o folhear de um livro de poemas / o cheiro que tinha um dia o próprio vento…” // (Mario Quintana). E Don Diego…  POESIA EXPERIMENTAL DE BOLSO, OU POÉTICO-MANIFESTO, OU POEMA… Talvez sexta. todavia essa loucura de Eleição do DCE está me consumindo por inteiro, e eu ‘tô curtindo muito… ‘tô feliz. Mas talvez sexta… [“Tenho um sorriso bobo parecido com soluço, enquanto o caos segue em frente com toda a calma do mundo…” RR]

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