declaração!

[ter] 6 de junho de 2006

Em cada tanto de tempo em que me meto me encanto mais com este jeito, gestos, olhares, falas…(…) estou zonzo… tenho que ler um texto e não consigo, gostaria de escrever muitos poemas, mas não encontro palavras que sintam exatas e instantâneas como estou sentindo… estou aqui falando para o vento, para o rosto sorrindo (…) e eu fecho (…) e abro os olhos e sinto… (…) ‘tô apavorado. (…) mas sou assim essa coisa estranha que vai pelo mundo fazendo de conta e quando se encontra se perde de tudo e fica pronto de desejos e sonhos e medos… (…) O que eu faço?

Posso ouvir o vento passar, a onda do mar bater… como pode alguém sonhar o que é impossível saber? não te dizer o que eu penso já é pensar em dizer.. e isso, eu vi, o vento leva..

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