Archive for julho, 2006

rascunhos da vida!

2006, julho 20, quinta-feira

li, entre as palavras do poeta, aquele que o sonho alcançar um dia, palavras que diziam assim:

Oi …

… é um caso sério, nem pra levantar da cama e tomar café junto. Acordei às 09hs30min e a primeira coisa que fiz foi esquentar o almoço …  só senti falta da companhia, a casa estava sozinha. estou com muitas saudades. ontem a noite adorei ficar conversando, gosto muito de conversar contigo. “porque tu me chegaste, sem me dizer que vinhas tuas mãos foram minhas com calma”

doispoemas

2006, julho 18, terça-feira

UM ATO BRUSCO
Abrupto

Não é o fim… É um novo passo
sobre o humo, sobre as folhas, sobre a água

e nas mãos a porção de vinho
no corpo o vinho, o vinho…
não é o fim, é o novo gole

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II.

Nestes instantes em que o todo
é posto à prova
alguma coisa sobra?

Tua integridade?
Tua ingenuidade
Tua entregüidade?
teu ser?

Água e lodo.

dicionário

2006, julho 18, terça-feira

Não sei, é um nó, é um medo do mundo todo desabar e tudo virar pó… Eu pó? Eu nó!

Angústia
(do Lat. angustia) s. f.,
estreiteza;
aperto;
limitação de espaço;
opressão;

aflição;
desgosto;
tribulação;
agonia.

Aflição
(do Lat. afflictione) s. f.,
atribulação;
tormento;
ansiedade;
angústia;
mágoa;

dor;
martírio.

Tormento
(do Lat. tormentu) s. m.,

ato ou efeito de atormentar;
sofrimento doloroso;
tortura;
suplício;
aflição;

angústia.

Ah! não sei… Névoa espessa, e o horizonte sem fim é um fim sem fim tão já, tão já que dói… E o amanhã?
E o teu olhar fugindo…
E teus dedos fugindo
E teu corpo presso…
Ah que dor, ferir-te assim é sangrar… É roubar o melhor de ti… Arrancar toda a doçura e beleza e deixar-te ao leões sem chão, sem asas, sem céu…

Metade de mim morre com cada gemido teu, metade de mim morre assim todos os dias… pelo não ser…
Minha dor é presente e constante!

Não sei o que fazer!
não sei… é um nó.