alice

[ter] 4 de julho de 2006

o corpo dói. e aqui, confuso sobre o que devo ir e o que devo vir e por si só. quero gotas e noites sem dormir, quero alice! que este corpo sangre e esta dor que já não é dor e sempre fora um ir(…) um ir-se, assim de rir de si, e de si só. não sei ao certo, e nisto tudo é certo pois decerto só há o incerto, o deserto, o eco. o som é eco de teu sorriso (…) e aqui, confuso sobre o que devo ir e o que devo vir(…) não sei se vou conseguir dormir se teu corpo colado não respira este! (…) não sei se sou mais ou parte de um que sempre se parte (…) e reparte que quando retorna é arte (…) que olhos derramem estas lágrimas (…) trago entre os dedos e os dentes olhos que brilham (…) ‘tá, queria escrever um texto com algum nexo, e alguns pontos congruentes e um certo ar (… ) se cada frase escrevi (…) fizer sentido pra algo? faz sentido? e o que é escrito (…) vaza e é nonsense.

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