doispoemas

[ter] 18 de julho de 2006

UM ATO BRUSCO
Abrupto

Não é o fim… É um novo passo
sobre o humo, sobre as folhas, sobre a água

e nas mãos a porção de vinho
no corpo o vinho, o vinho…
não é o fim, é o novo gole

————————————-

II.

Nestes instantes em que o todo
é posto à prova
alguma coisa sobra?

Tua integridade?
Tua ingenuidade
Tua entregüidade?
teu ser?

Água e lodo.

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