Archive for maio, 2007

frgmnt

2007, maio 24, quinta-feira

10:30
Continuo pisando sobre a mesma rua de pedras! [E me] arrastando pelos dias de chuva e de sol… a sombra (e guarda das marquises). O peito {teima em bater o} inverso; e a cabeça confusa perde-se em tanto pensar.

Para que não se percam as palavras de ontem.
‘pensamento ao vento e as folhas rabiscadas ao tempo, que se guarde o que for a se guardar. Isto vem co’o tempo e se vai co’o mesmo. Hoje não sopro tão forte que o vento posso direcionar, apenas me mantenho firme ao horizonte que hei de chegar!’
11:14

Tua resposta quente.
Levanta o animo cinza que me toma por estes dias frios e intento um amarelo girassol, se não para este dia, para os que virão… Que teu seguir seja humano! E neste conhecer a ti mesmo perceberás a força que orienta o viver…  sei que tu estás a te encontrar em ti mesmo, como todos fazemos cá e em todo os lugares, nos forjando nos acertos e erros do mundo… Limites não são negativos quando tomamos um posicionamento crítico compreendendo o processo dialeticamente em que podemos e devemos tencionar, superar estes tais limites e os que hão de vir…

catatau

2007, maio 17, quinta-feira

o garapuvu e a tarde…

2007, maio 16, quarta-feira

Tarde de pássaros.
cinza.
vontade de falar sobre árvores…
de se perder entre alguns passos pela grama.

É tarde.

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Schizolobium parahyba
Garapuvu (Schizolobium parahyba), árvore de 20 a 30 metros de altura, 60 a 80 centímetros de diâmetro na altura do peito. Flores grandes, vistosas, amarelas. Tronco elegante, majestoso, reto, alto e cilíndrico, casca quase lisa, de cor cinzenta muito característica. Floresce durante os meses de outubro, novembro e dezembro. Ocorre na zona da mata atlântica, desde o extremo norte do Estado até Criciúma, principalmente ao longo das encostas do litoral. Madeira de uso múltiplo, inclusive na construção de canoas por nossos pescadores nativos. O garapuvu é a árvore símbolo da cidade de Florianópolis, instituído por lei municipal. Fonte: [http://www.editoragarapuvu.com.br/]

Caminho é livro de trabalhador para trabalhador. Em cada fato narrado, em cada experiência vivida e em cada registro de sua luta de trabalhador e militante manifesta-se a clara intencionalidade de Mimo em desvendar e denunciar as brutais formas de exploração do trabalhador pelo sistema de dominação capitalista. É um livro de compromisso.”