vou salgado pelo vento

[sáb] 3 de janeiro de 2009

Às vezes pensamos. Noutras épocas, como nestes dias últimos, apenas levanto e vou. O CORPO exausto do trabalhador segue sua rotina.

11h00.

entoces yo seré tu poeta, llegaré con mi lira a cantar en tu aroma y dormiré en tu cinta de platino, en tu arena incomparable, en la frescura azul del abanico que abrirás en mi sueño como las alas de una gigantesca mariposa marina. Neruda. Oda a Rio de Janeiro.

Às 17h30.

o vento verga a crista do galinácio  e os braços longos da grande figueira…arremessa o mar dentro de mim.

vou salgado pelo vento.

19h00.

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