um pedacinho da tarde, neste samba

[qua] 1 de abril de 2009

meu samba é duro, meu samba é de pedra… meu samba tumultua a passarela, meu samba, ah meu samba é de guerra e amor, as vezes vive no teu sorriso, as vezes morre na minha dor, meu samba é qualquer coisa como esse vento que balança teus longos braços de árvore em flor, no rodado de tua copa, na gentileza de tua ânsia, na gostosura de tua fragrância de terra e vento, no teu ato de um dois vai solta esse gingado aprende amor o mundo nas coisas sendo… vai, meu samba é duro, meu samba é de alma e de carne, meu samba é de cheiro, meu samba é de corpo inteiro, meu samba é de coisa de sempre, é de coisas raras, é de coisas… ah! meu samba.

(parênteses da tarde)

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