floriô

2010, fevereiro 5, sexta-feira
Sentindo-me vivo hoje, coletivo em marcha, de punho erguido cantando! Contra esta vil tirania destes porcos capitalistas e corruptíveis governantes plutocratas! Contra atos estúpidos e covardes como este aqui: Polícia catarinense que prende líderes do MST em “ação preventiva”
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Vem teçamos a nossa liberdade / braços fortes que rasgam o chão / sob a sombra de nossa valentia / desfraldemos a nossa rebeldia / e plantemos nesta terra como irmãos! // Vem, lutemos punho erguido  / Nossa Força nos leva a edificar  / Nossa Pátria livre e forte  / Construída pelo poder popular // Braços Erguidos ditemos nossa história  / sufocando com força os opressores  / hasteemos a bandeira colorida  /  despertemos esta pátria adormecida  /  o amanhã pertence a nós trabalhadores !  //  Nossa Força resgastada pela chama  / da esperança no triunfo que virá  / forjaremos desta luta com certeza /pátria livre operária camponesa   / nossa estrela enfim triunfará! // Letra: Ademar Bogo / Música: Willy C. de Oliveira / Hino do Movimento Sem Terra.
Quem tá cansado dê licença do caminho / Quem acredita dê as mãos e vamos embora / pois quem tropeça no primeiro desatino / E pouca força na construção dessa história.  // Não adianta inventar outros caminhos / Porque jamais vão conseguir nos convencer / Capitalismo nunca foi de quem trabalha / Nossos direitos só a luta faz valer // Esse evento traz presente um passado / De uma semente que deu vida ao movimento / No broto novo de Macalli e Brilhante / A Encruzilhada Natalino pôs fermento / E os companheiros que tombaram no caminho / Serão lembrados sempre pela estrada afora / Nossa Vingança é ocupar os latifundios / já preparando o dia da grande vitória. // Reforma agrária é uma luta de todos / Aqui de novo viemos reafirmar / Numa aliança entre o campo e a cidade  / Pois a verdade amanha triunfará. // Letra e Música: José Pinto de Lima / Só a Luta Faz Valer.
Arroz deu cacho e o feijão floriô, / milho na palha, coração cheio de amor. // Povo sem terra fez a guerra por justiça / visto que não tem preguiça este povo de pegar / cabo de foice, também cabo de enxada / pra poder fazer roçado e o Brasil se alimentar. // Com sacrifício debaixo da lona preta /inimigo fez careta mas o povo atravessou / rompendo cercas que cercam a filosofia / de ter paz e harmonia para quem planta o amor. // Erguendo a fala gritando Reforma Agrária, / porque a luta não para quando se conquista o chão / fazendo estudo, juntando a companheirada / criando cooperativa pra avançar a produção. // Letra e Música: Zé Pinto / Floriô.
Floriô: jeito caipira de dizer “floresceu”, deu flor. O caipira é o habitante do campo ou da roça, caracterizado por um modo peculiar de falar, resultante de uma cultura predominantemente oral e da permanência de arcaismos.

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