provocativamente 'tô vivo

[qui] 11 de fevereiro de 2010

e hoje que acordei cedo, e meio sonolento, anotei um monte de coisas [no caderno de campo, na memória, na vontade] para colocar aqui assim que tivesse um tempo [virtual], mas contento-me com esse pensamento que veio a mente agora quando entrei na página principal deste bloco: “honestamente não sou nada do que está – ou da forma como está – escrito aqui [nestes textos todos até hoje]  e assombrosamente sou sim cada intenção e todos os verbos nisto tudo que é dito e que é silenciado por cá diante dos olhos de vocês [e mais um monte de incertezas, porque a vida é assim. e concordando com bruno [aquele rapaz que cantava que o “elefante não é branco não…”] que é necessário ter certa certeza da incerteza, ao menos, e de tal forma por vezes não forçar tanto já que não é tão necessário arregimentar a inconstância de sermos… posto que só estamos, e isto é um barato… ou não é?

 esta vida é uma viagem
	pena eu estar
	  só de passagem

]”. terapia. e simbolicamente [ou mais que simbólico – concreto] depois de cinco meses tenho novamente um celular para que o povo possa me achar onde quer que eu me meta. saludos rojos.

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