barulho de criança

[dom] 8 de agosto de 2010

duas e cinquenta e dois da tarde. vento leve balança a copa das árvores sob mim enquanto escrevo algumas linhas, e alguns pássaros, negros e brancos, seguem a corrente de ar ao longe, e abaixo de mim. aqui, no alto deste refúgio, vejo a baia que cerca parte da ilha, parte do continente, com seu mar calmo de vento de leste e repleta de tons azuis de uma tarde ensolarada. ao longe, do outro lado do mar, o sol refletido nos edifícios à beira-mar produz um efeito agradável de tarde nem quente nem fria apenas leve. são quatrocentos metros de árvores que me separam do mar azul. são anos que me separam de alguma calma.

eu não caibo nisto aqui e não sei p’rá onde ir!?

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