três horas atrás

[dom] 15 de agosto de 2010

deletei tudo. o verbo não sai. sinto necessidade e coragem de chorar tanto pelas coisas belas quanto pelas coisas anti-éticas, ruins, que sinto interagindo nesta humanidade. hoje, ou seria ontem, respeitei o tempo e trouxe-me paz o afeto honesto que pude dar aos outros, e a mim mesmo sobretudo. replanejei o dia de amanhã, ou já seria hoje, e caberá nele certo descanso, certa arrumação e certos encaminhamentos necessários, tanto para a semana que virá quanto para o semestre e anos próximos. sinto-me como se estivesse no meio do bolo, da massa, do turbilhão, em pleno movimento e não sei definir bem ao certo onde é a borda e quais são os traços mais ou menos claros do que sou – talvez ainda me falte o povo, a luta declarada… o certo é que estou mais sensível para o movimento emocional pelo qual venho passando, e confuso no desdobramento possível, mas sonho e dou largos passos no horizonte de realizar-me enquanto homem, pai, filho, educador e artista. e no fim disto aqui, parece que reescrevi em palavras novas o que apagará antes. queria escrever algumas cartas para pessoas queridas, mas hoje, ou mais precisamente agora, ainda não é o momento… ele virá e será em breve.

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