eu, bambu

[qua] 17 de novembro de 2010

aqui, sentado. todo suado. ponho-me a escrever…

ontem, perdi vários, mas fiz uns gols [estou muito, muito mesmo, fora de forma]. e acho que machuquei uma das costelas. ás vezes o esporte é bom, noutras torna-se muito chato e competitivo. é como essa mania que os adultos tem de ficarem berrando com as crianças e com outros adultos… é tão triste, tão estúpido. eu prefiro contar história e delirar… acho que um dia serei um pai bacana, e um avô muito melhor cheio de histórias e estórias – é, eu prefiro as crianças; os adultos são muitos chatos, todos sem nenhuma, ou quase nenhuma poesia. imersos nesse joguinho besta de ser alguma coisa validada por outros. prefiro assim, uma cerca de bambu que antes de ser uma cerca era uma floresta imensa de bambu, com tigres, dragões, e trocentas coisas destas de contos de fada.

ontem, me habitou uma vontade danada de não fazer nada destas coisas obrigatórias e esperadas. e rondando assim, senti a possibilidade de entrar na casa nova assim, sem pintura ainda, sem quase nada. é essa vontade de não esperar mais e começar algo novo. mas até lá…coisas obrigatórias e esperadas são obrigatórias e esperadas. quarta-feira promete. cambio. fim.

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