e câmera dispara…

[seg] 21 de março de 2011

“deixa eu engolir minha pretensão…”

6:30 café feito [e louça lavada].

7:32 ônibus perdido [e uma espera pelo sol na garoa].

7:52 uma carona, quando eu nem esperava [de nóe e isabel].

8:35 atrasado para a aula [que nem começou ainda].

antropologia visual – imagem e conhecimento.

unidade 1. bloco 1. primeiros contatos.

a etnografia ‘como descrição do universo do outro’.

imagem e conhecimento como uma relação antiga. e com a modernidade e o desenvolvimento tecnológico esta relação ganha especificidades na contemporaneidade.  [ver também ‘a obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica’]

imagens pré-antropológicas

a câmera escura [antiguidade grega] – a fotografia [sec. xiv, renascentismo] – o cinema [idade moderna]

as ‘dudas’ barrocas (1600-1750)

“a lição de anatomia” de rembrandt

“as meninas” de velasquez

‘no ínicio [e até os anos 1950] a antropologia é muito antropomófica’ onde a ‘forma revelaria o caráter’ e principalmente o anormal.

e a imagem [fotografia com sua capacidade de copiar o real] é uma mecanismo de classificação dos tipos [grosso modo] [e dentro de um prisma evolucionista e de expansão colonial] cabendo numa antropometria [classificação dos tipos, antropologia fisica] ou nos retratos étnicos. [remeter as expedições pluridisciplinares francesas e outras. ex: Missão Dakar-Djibouti etc.{complementar}]

antropologia fisica [criminal] -> instituições da ordem [norma social] [séc. xx]

qual é a relação inicial entre conhecimento e imagem?

quais significados constrói esta relação?

que está em tensão entre ambas?

[rever marcel mauss { técnicas corporais}]

[instituição total -> onde o tempo e espaço são regulados. o exterior é neutralizado/negado. ex: prisão etc.]

Irmãos Lumière: primeiros filmes (1895)

L’Arrivée d’un Train à La Ciotat

[irmãos lumière não inventam a reprodução {} da imagem, apenas adaptam-na e inventam o cinema quando diferente de edson {reprodução individual} reproduzem coletivizadamente.

12:06 “Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Carlos Drummond de Andrade

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