catar-se

[qua] 30 de março de 2011

clareza. no quê? foco? prioridades? ir para aula? que aula? que textos? desleixo. como vc vai dar aula assim? tem horários. dias bons e dias ruins. blah. arruma ali. escreve lá. um mate. lê o jornal. e aqueles mais de cinqüenta não lidos? numa caixa. uma dia leva embora. outro mate. nem pense em queimar. talvez um por dia para a biblioteca. e a terra para composteira? e a roupa de molho. cuidado, olha a hora. pequenas pulsões… um caos sentimental. falta amor. sexo só não dá. viaja então. mas viajo já. e ‘tava tudo tão claro, tão certo, tudo no seu lugar só esperando para acontecer. e não acontece nada e tudo ao mesmo tempo pois a vida é mais ou menos como guimarães rosa disse:

«esquenta e esfria, aperta e ».

obsessões. não ceder tão facilmente ao desejo. esse desejo de dor e de morte – ah! lupicínio. exercitar-se no exercício de se dar a si mesmo e ao outro, seja este outro algum tempo ou alguém. quem? eu, tu, eles… nós. nós de todos nós. uma árvore ia dizer hoje cedo que era eu metaforicamente. e a cbn repete a notícia o dia inteiro. e durmo e acordo e fico com alguns trechos reverberando… tanta lágrima tanta lágrima e sou vaso vazio… e outros.

e cinco horas atrás… Atahualpa Yupanqui cantando e explicando a história de ‘Duerme negrito’ http://t.co/lZ3cask

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