Archive for maio, 2011

terráqueos

[sáb] 28 de maio de 2011

hoje não quis sair da casa. mas saiu. e não quis voltar para casa. mas voltou. força do hábito. e quis te’vê. te ve[r] não há. então comeu. quis escrever. e não sabia o quê.

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…………………………………………………………………………………………. então ouviu:

O que será (À flor da pele)

Composição – Chico Buarque

O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita

O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite

O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo

tranquilo…

[qua] 25 de maio de 2011

Tranqüila levo a vida tranqüila / Não tenho medo do mundo / Não vou me preocupar / Tranqüila levo a vida tranqüila / Não tenho medo da morte / Não vou me preocupar / Que passe por mim a doença / Que passe por mim a pobreza / Que passe por mim a maldade, a mentira e a  falta de crença / Que passe por mim olho grande / Que passe por mim a má sorte / Que passe por mim a inveja, a discórdia e a ignorância / Tranqüila levo a vida tranqüila / Que me passe / A doença que me passe / A pobreza que me passe / A maldade que me passe / Olho grande que me passe / A má sorte que me passe / A inveja que me passe / A tristeza da guerra / Tranqüila levo a vida tranqüila / TRANQUILO / Composição: Kassin / Interpretação: Thalma de Freitas

Não existiria som se não houvesse o silêncio / Não haveria luz se não fosse a escuridão / A vida é mesmo assim, dia e noite, não e sim // cada voz que canta o amor não / diz tudo que quer dizer / Tudo que cala fala mais alto ao coração / Silenciosamente eu te falo com paixão / eu te amo calado como quem ouve uma sinfonia de silêncio e de luz / nós somos medo e desejo / somos feitos de silêncio e som / tem certas coisas que eu não sei dizer // A vida é mesmo assim / dia e noite / não e sim / eu te amo calado / como quem ouve / uma sinfonia / de silêncio e de luz / nós somos medo e desejo somos / feitos de silêncio  / e som / tem certas coisas / que eu não sei dizer // Composição: Nelson Motta e Lulu Santos / Interpretação: Milton Nascimento

As vitrines estão sempre acesas / A paz é feita de pequenos crimes / E de muros cada vez mais altos / Aguardando grandes assaltos / Vigiados todos nós estamos calmos / Não podemos ler as placas e os out-doors / Não teremos filhos, netos / Não tivemos pais e avós // A paz é inútil para nós / A paz é o que não podemos ter / Que a paz esteja com você / A paz com todas as forças / Prá deixar tudo como está / Na TV, na vitrine, no cartaz / Não se deve perturbar a paz / Fique em paz! // Ao som dos alarmes / Homens e mulheres armados / Cães e crianças brincando com armas / A paz com todas as forças / Fique em paz / A paz é inútil para nós / Fique em paz / Que a paz esteja com  você // A paz está por trás de doces palavras / E lenços brancos e buquês de flores / Pairando no ar sobre o mar / Num amanhecer em algum lugar / É dia das crianças, reveillon, natal / Dia de graças, das mães, dia de sol / A paz é inútil para nós / A paz é o que não podemos ter / Que a paz esteja com você // Fique em paz! / A paz é inútil para nós / Fique em paz! / A paz é o que não podemos ter / Fique em paz! // Há paz onde não podemos ir / Fique em paz! / A paz é inútil para nós / A paz é o que não podemos ter / Que a paz esteja com você / Fique em paz! // Composição e interpretação: Paulo Miklos

us and them

[ter] 24 de maio de 2011

23:42 começo este post.

23:31 qual é a pior repressão? a ignorância. [roda viva com ney matogrosso]

17:26 que fila!

21:09 faço anotações.

21:20 repasso o dia neste instante numa sequencia de planos pictóricos e odores e sabores. e só faltou um bom e demorado abraço. daqueles sabe!?

23:45 a rosa e chico, na itapema fm.

12:25 se descansarmos à sombra o sol não arderá tanto. e com seis anos meninas e meninos não têm muita diferença assim – ou têm? ela derreteu ao sol, mas não tirou a camiseta.

17:55 que bom é chegar atrasado quando estamos uma hora adiantados. enganos são importantes. e posso ler algumas páginas de victor serge ao som desta água corrente.

21:06 o onibus ao acaso partiu. não vi gabi mais. sobrou só esse gosto de mais nessa parada de estação.

15:30 fazer deveres com izabel. e ela aprendeu como se escreve paulo.

12:03 semana passada havia um certo gosto de «deixa prá lá ou será que é possível?». hoje acordei com essa sensação de que tudo é possível e que eu vou fazer.

20:52 imerso em pensamento profundos. e livres. patrik 1.5 é um belíssimo filme.

20:48 os créditos sobem e tenho cá uma lágrima querendo desabar e um engasgo na garganta.

00:01 us and them – pink floyd.

the wind that shakes the barley

[seg] 23 de maio de 2011

vi este filme – ventos da liberdade do ken loach – agora, em sessão doméstica, eu e paulo. indicação dele, que já havia visto em outro momento.

mas não é isto que me fez ligar o computador depois de dois dias sem mexer nele e mais… abrir este documento e escrever cá.

algo que aconteceu ontem – e toda a indignação e impotência contra a estupidez desta burguesia de merda – e os pequenos momentos de diálogo e de prazer vivenciados nesta semana e a necessidade neste momento de registrar que algo me diz que quando lá na frente eu mirar este trecho de minha vida verei-o como um momento de calma, mesmo que a crise nunca me abandone. e valorizo este momento onde não há claro nenhum plano futuro eou imediato… onde cada dia se improvisa e segue-se neste caminho de auto-respeito e aprendizado. e algo que aprendo muito nestes dias é sobre quem sou – e também sobre as condições e possibilidades humanas.

«assim me sinto mais forte, mais feliz quem sabe… como diz a canção»

sobretudo aprendo um pouco sobre o quanto posso me desprender e me desapegar e me prender e me apegar e o que de fundo é importante neste caos que é a vida.

mas algo aqui ainda me agita… e sinto como se se sei que é um momento de calmaria e necessário, é também momentâneo e que futuramente tal como o ar é vital será necessário mergulhar fundo na luta de classes pois estas injustiças e violências do dia-a-dia não podem me vencer e nem posso passar por elas como se não me machucassem profundamente. toda opressão e toda estupidez me cortam fundam. preciso respirar. e respirar é agir politicamente contra toda forma de opressão. educação política é a palavra chave.

preciso agir. sair desta trincheira e declarar guerra pública. porque eu não me vendo por um carro novo ou qualquer outra promoção da tv. a luta é declarada. não serei mais um destes mortos-vivos.

passeio público

[sáb] 21 de maio de 2011

e nas horas em que tu não encontras sossego aí dentro eou outros tantos te azucrinam a paciência com os seus¹ problemas… vai passear, e de preferência mateando.

pois todo dia depois de sentir-me uma merda chego a conclusão que nada melhor que o tempo para te fazer entender que tudo é mais aleatório do que podemos e conseguimos imaginar e que há uma certa desgraça ou para ser mais preciso: uma profunda violência no viver todavia também há uma certa graça e que é indecifrável. sendo que no fim ou no meio percebemos que a vida não é nada mais que um disparate [ou uma viagem como diria o leminski].

a vida é uma convulsão permanente repleta de fraturas neuróticas que nos enjaulam ferreamente e de espasmos dementes que nos libertam despudoradamente e mesmo que insistámos inventando n justificativas o sentido deste vivido não é a priori… ele vai «en passant».

e que não tenhamos pudor algum em lutar quando nos atacam em nossa condição mais sagrada que é a liberdade de viver e de ter prazer em sermos como somos: coletivos, criativos, humanos.

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nota de rodapé

1. e aí nem importa se são «os seus» deles ou «os seus» seus mesmo pois tanto faz que difiram na cor eou no formato já que em essência e realidade são idênticos nesta sociabilidade controlada, repressora, alienada e alienante.

[sex] 20 de maio de 2011

preste atenção: não compita, compartilhe. pois tudo passa… então passe também – não fique. vá. não há lugar. aqui ou aí. e o que há? apenas isso aí… a ida.

repara.

[sáb] 14 de maio de 2011

[13.05]

12:36

«Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara» José Saramago.

O dia dobrou. O sono se foi. O tempo foi recortado e engoli seus pedaços. O que disse ontem era de ontem. Hoje há menos pressa, menos peso, menos drama, menos dor, menos saudade. Sou finito e vou. Um mate e muito trabalho pela tarde.

22:54

«Devia ter amado mais, ter chorado mais / ter visto o sol nascer / devia ter arriscado mais e até errado mais / ter feito o que eu queria fazer / queria ter aceitado as pessoas como elas são / cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração / o acaso vai me proteger / enquanto eu andar distraído / o acaso vai me proteger / enquanto eu andar / devia ter complicado menos, trabalhado menos / ter visto o sol se pôr / devia ter me importado menos com problemas  pequenos / ter morrido de amor / queria ter aceitado a vida como ela é / a cada um cabe alegrias e a tristeza que vier / o acaso vai me proteger / enquanto eu andar distraído / o acaso vai me proteger / enquanto eu andar» Sérgio Britto.

Trabalho alienado.

[14.05]

03:00

Deliro e publico.

tudo é mais aleatório do que imaginamos

[sex] 13 de maio de 2011

Após domingo me pus compulsivamente a ouvir e ver saramago falar. Ao passo que me encanto com sua lucidez quando expõe sua visão de mundo – que compartilho. Todavia talvez venha um pouco daí essa sensação de peso… Esse ar púmbleo que tenho sentido nesta semana. Mas voltando para o mote deste inicio de texto que era para falar sobre a memória e como  isto me fez pensar neste blogue cá. Tenho me desfeito de tanta coisa material que me ligava ao passado recente que penso que só me sobraram algumas camisetas, os livros, um ou outro email e este blogue – e chego a conclusão que o título tem todo o sentido: este blogue é um bloco de notas ou apontamentos, como queiram, deste tempo vivido porque muitas coisas já dissiparam-se no ar e só as reencontro na caverna da memória quando volto cá e reencontro-me outro em outros tempos. Este blogue é para isto, por enquanto. É para não esquecer de algumas coisas.

E por que publicar? Outro dia respondo.

Nessa semana: quinta, quarta, terça, segunda… dias iguais. Ou melhor… mais ou menos iguais. Dias sem cinema sem fazer comida sem sair de casa (exceto para trabalhar na quarta-feira a noite) em que mexo e remexo a terra  (fiz uma escada e um caminho, aterrei e plantei grama) em que durmo muito me alimento em excesso e com as marias (segunda foi a luisa, na terça a izabel e hoje só a vó mesmo).

A grana está curta porque todo o fundo que eu vinha acumulando acabei direcionando às contas da comunidade (porque no fim é isto que somos… uma comunidade familiar habitando o mesmo terreno e tendo responsabilidades mútuas). É, voltei a sentir esse sentimento de certo pertencimento, nos bons e maus momentos. Fiz até um cronograma e levantamento de materiais para a realização de um tratamento para águas cinzas e negras da casa três e da casa quatro (minha e de paulo; e de izabel e mãe dela). Veremos quando meu pai voltar se mantenho esse sentimento… porque parte de mim diz: mergulha e agita esse lugar, esse povo… e parte diz para não brigar, para ir embora e não sofrer. «não fale, não discuta, não se abra, não pertença»

Outro elemento que tem causado rebuliço é o comportamento de Izabel. Sinto uma agressividade nela muito grande. E me sinto atado em como ajuda-la. Minha tática adotada desde setembro era, e vem sendo, não exigir dela mudanças drásticas e dar mais abertura para o toque, para o lúdico, para encorajamento e reflexão. Que mesmo com toda agressividade e repulsa e ausência afetiva manifesta pelos demais desta comunidade ela é um sujeito belo, forte e capaz e que tem o direito de existir, ter gostos, ter voz etc. Mas observar como nos tratamos e como meu pai, minha avó, meu irmão, minha cunha, e até a mãe dela, tratam este bichinho me dá um nó, um aperto, uma tristeza… Um sentimento de impotência. Não sou o pai [legal], e se fosse? Eu teria forças para fazer diferente?

Porque estar neste local, nesta casa, me coloca no centro dessa comunidade de não-emancipação, de frustrações, sentimento anti-éticos, rancores, agressividades, incompreensões… e mesmo com todo o esforço para manter-me sereno e concentrado no que realmente posso cambiar sou atraído para o centro ou órbita de algum problema nosso. E se eu pudesse ser o pai será que eu conseguiria afasta-la deste horror todo? será que é possível escapar deste terror? Chego a conclusão que no pé que as coisas estão não. Se fosse, talvez. Mas assim não posso. Hoje o pai dela levou ela para passear… Fiquei feliz por isto. Mas sei que amanhã a ausência da mãe dela, a ausência desse pai esporádico, e que as acusações e pressões dos outros para cima dela e de minha mãe estarão presente e que todos (Izabel, eu, minha mãe) sentiremos este mal estar. Esta estupidez.

O fato é que esse bichinho está sempre pronto para briga e para malcriação e para a manipulação [que é fruto de uma falta de educação por parte do pai legal e da mãe e de certa forma minha também, enquanto pai biológico]. E nem nossos abraços e momentos lúdicos juntos destes últimos meses conseguiram desarma-la ainda – porque não posso e de fato nem tenho como suprir o que os outros deixam de dar. É, talvez esse fato de ter dois pais e uma mãe – não muito certa da cabeça – e um meio circundante não muito amigável não dê esse senso de pertencimento, essa capacidade de entrega e de orientação. E venha daí esse sentimento de agressividade na sua forma de comportar-se, de brincar, de dar e receber carinho e atenção.

Foi muito o que senti essa semana… Essa sensação de impotência. Que o terror caminha sempre aqui por perto. E que o horror levo no peito cheio de marcas e cicatrizes. E que somos todos tristes.

Esse foi o tom dessa semana: Recolher-me e estar longe de todos.

Hoje é sexta-feira treze de lua. e faz um frio danada nesta ilha.

¿trabalho decente?

[qui] 12 de maio de 2011

Vito Giannotti

Hoje está na moda empresários e seus executivos organizar seminários, palestras sobre o tal de “trabalho decente”. De repente, até parece que donos e gerentes do capital estão preocupados com os “seus funcionários”. Fiesp, Firjan, Fiemg, Fiergs viraram todas humanistas, uns anjinhos.

O que é trabalho decente? Até os postes sabem que o trabalhador só interessa para o patrão enquanto dá lucro. Esta é a lógica do capital, baseada no máximo da exploração da força de trabalho. A este só interessa a flexibilização de todos os direitos, salários baixos e redução de todos os gastos, da alimentação a saúde, a segurança do trabalho.

Há um exemplo claro nos trabalhadores da alimentação. Estive um dia num abatedouro de frangos em Uberlândia, com centenas de trabalhadores na “linha de montagem”, ou melhor desmontagem dos frangos. Cada trabalhador tinha que dar 60 cortes por minuto. É claro que havia mais de 30% com problemas sérios de LER/DORT, que em dois anos seriam totalmente inutilizados. Em março, me falaram (que tal verificar?) que em matadouros de Erechim/RS e Chapecó/SC, hoje são exigidos 90 movimentos por minuto. Trabalho decentíssimo, não é?

E o trabalho nas grandes obras de construção de usinas ou refinarias? É só relembrar as recentes greves que se transformaram em verdadeiras revoltas operárias. Lembram de Girau, Santo Antônio, Suape e o Porto de Pecém? O que a peãozada queria? Dobrar o vale alimentação de R$ 80 para  R$ 1,60, melhorar as condições de alojamento, melhorar os salários miseráveis e diminuir os acidentes. Que peões exigentes! A resposta das grandes empreiteiras do PAC – financiadíssimas pelo BNDES – foi um seco não. E aí aqueles endiabrados tacaram fogo em ônibus, caminhões e nos chiqueiros chamados alojamentos. Que horror! Estes peões queriam um “trabalho decente”.

Não há trabalho decente no sistema capitalista. Há trabalho mais ou menos indecente. Mais ou menos mortal. Trabalho decente só haverá num outro sistema político-econômico baseado não no lucro mas na solidariedade e justiça. Este é o sistema socialista. Qual modelo? O desafio é pensá-lo e ousar construí-lo. Uma tarefa para décadas e gerações.

Publicado originalmente na edição impressa 426 do Brasil de Fato

a viagem do elefante

[seg] 9 de maio de 2011

ontem, desde a hora que acordei até ir morrer na cama, os poucos momentos em que não fiquei em pé foram nos tantos minutos para umas cervejas e nas duas horas e pouco em que me encantava com josé e pilar.

foi um dia agitado. dia corrido assim escapando de mim. cheio destes pequenos aflitos. e que terminou num bom e longo passeio pela orla de santo antonio de lisboa à sambaqui sob a lua, e a lucidez de josé e a paixão de pilar.

«é uma metáfora da vida humana» «O “elefante que tem de andar milhares de quilómetros para chegar de Lisboa a Viena, morreu um ano depois da chegada e, além de o terem esfolado, cortaram-lhe as patas dianteiras e com elas fizeram uns recipientes para pôr os guarda-chuvas, as bengalas, essas coisas» «Quando uma pessoa se põe a pensar no destino do elefante (…) no fundo, é a vida de todos nós. Nós acabamos, morremos, em circunstâncias que são diferentes umas das outras, mas no fundo tudo se resume a isso» josé saramago.

e hoje: foi um dia pensativo. onde o meu único compromisso foi estar bem comigo e com os estão próximos. houve tempo até para escrever aqui. que sigamos assim… fazendo da vida um pouco mais do que a própria vida já é.

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