Archive for julho, 2011

a historia do cerco de lisboa

[sáb] 30 de julho de 2011

terminei a leitura de dois livros neste mês: a história do cerco de lisboa, de saramago; e o amante, de marguerite duras.

o homem elefante

[ter] 26 de julho de 2011

ontem foi dia importante e de visitas. neste último mês senti-me só, mesmo estando perto dos meus. em agosto começarão as aulas e a rotina mudará. espero ter paciência e coragem para cursar umas poucas disciplinas… uma na agronomia e duas na pedagogia e escolher o que vou cursar nos próximos anos. paulo volta em breve – quarta para ser preciso e ficarei sem pc, já que estou usando o dele neste mês que ficou fora. estou terminando a leitura de mais um livro e é tão gostoso isto. meu coração segue ainda recluso, apesar de me serem tão caros os carinhos dela. tenho feito jardinagem, algumas colagens e um pouco de pintura… e nenhuma poesia fiz nestes últimos meses.

e aos poucos acostumo com a casa. aos poucos vou me permitindo olhar novamente lá para frente e até me imagino onde e como… mas ainda não sei quem. não sei quem.

blue shade

[dom] 24 de julho de 2011

In my blue shade
My tears dry on their own.

lengua extraña

[dom] 17 de julho de 2011

taciturno leitor… tudo passa muito lentamente no mundo abissal como diz jorge mas não disponho de tanto tempo ou do tempo que penso necessário para alguma síntese que sobre esse desejo trágico de poder dizer tudo sem falar nada.

mas será que há algo para ser dito?

peguei-me rindo sozinho hoje. sozinho sonhei hoje. e sei exatamente o que me seria bom… e acho até – e isto já é muito perto de outros tempos – que posso trilhar algum caminho… mas neste momento me quedo sem saber o que dizer. isto não faz sentido. há lacunas, pensará… que seja. que seja.

abram-se as feridas. goze. porque a vida segue seu ritmo e este caos é tudo que somos, que temos, que podemos. será?

mais estranho que a ficção

[ter] 12 de julho de 2011

há algumas coisas que não poderei escreve cá. o exercício é fixar na memória, filtrar na imaginação e realizar na ação. escrever não tem sido um hábito. ler romances e novelas, estudar filmes e pintar é algo mais comum nestes dias frios.

mas por um momento mais ou menos nesta mesma hora ontem me deparei diante destas coisas que me cercam neste momento: os livros, as roupas, a casa… e até este corpo e estes pensamentos em um dado momento que não sei exatamente quando e como não me pertencerão mais.

e me despedi de todas as coisas… com a honesta humildade de quem sente que tudo é de passagem.

é tempo de estar, e só, observar os movimentos, aprender a respirar, seguir… pois «mal sabia ele de sua morte iminente…»

**

 

a hibernar

[qua] 6 de julho de 2011

ciao. é frio. meu pc pifou. uso hoje o de paulo – que está viajando e me permitiu este momento. conclui a leitura de um livro em junho e ando as voltas com outro – saramago. curti pouco o fam. a grana é muito curta. vou ao cine um pouco. bebo mais vinho. e terapeuticamente vivo este tempo jardinando. sozinho. não tenho respostas. as questões são poucas. e digo para os amigos que vou bem. quando o pc voltar completo com as anotações semanais [futuras postagens retroagidas] que faço no diário de campo com minha torta letra. estou aislado – algo como um auto-exílio de outros papéis e identidades. vivo em família por enquanto. fim deste telegrama. adeus.

fam 2012

[sex] 1 de julho de 2011

sexta-feira, 24 de junho

ESTAMOS JUNTOS (BRA).

sexta-feira, 01 de julho

REVOLUCIÓN (ARG).

MUNDIALITO (BRA).

SOLDADOS À CAMINHO DO PUTEIRO (BRA).

CÉU SOBRE OS OMBROS (BRA).

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