xiva

[qua] 24 de abril de 2013

era para briga. assim eu precisava… brigar, discutir, atacar… destruir. destruir e ser shiva de mim. mas esse sangue quente, esse pavio curto, esse destempero alheio manipulo, doso, trabalho – mas a que custo?

se não respiro, se não medito… me destruo.

mas o que é aqui de dentro é mais arduo, é mais profundo… é desconhecer propriamente como se instala e como se destempera. no fundo… há muita dor.

e eu não sei lidar tão facilmente com esses sentimentos todos, tão contraditórios, tão complexos… e tudo o que é certo não é tão certo assim – mudamos, como as mudas que crescem insuspeitamente na inércia, no movimento, no equilíbrio imperceptível.

e eu nem quero explicar realmente. eu fico ali até pararem de berrar, em silêncio. até vencermos e o transtorno evaporar. o outro abrir a guarda, as gavetas do medo e ouvir o que seria tão simples se todos soubessem. mas nem eu sei. desculpo-me e pondero profundamente acerca disto tudo. e de tudo mais que não entrou [aparentemente] nisto tudo.

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