Archive for junho, 2013

garoou

[qua] 12 de junho de 2013

Dor, e te pergunto? por que sofres tanto?!. Enrolação diária é alta, muito acima do nível recomendável.  e meta segue, já são 5 dias acordando cedo, um feito. 3 dias de blogue novo, será?!. A greve acabou, ficou só o “estado de greve”, e terei que ir até às escolas nestes dois dias (hoje e amanhã). A vó está doente e fica aquele clima pesado, nublado ou chuvoso. E até garoou, sentou o pó, e agora o sol evapora. o céu é azul e cheio dessas nuvens brancas como pedaços de geleiras penduradas no alto ou sobre o verde da montanha. É um sinal para… largar isto cá e ir trabalhar.

amiúde

[ter] 11 de junho de 2013

novo projetim e ele é amiúde. em verdade, o amiúde é apenas o registro diário de minha intenções cambiadoras, que começam por: acordar cedo, ler mais, atividades diárias de exercício físico… e ficar menos em internet/tv. estava me sentindo muito cansado, desanimado e entediado… e há quase um mês estou com uma dor violenta nas costas próxima à omoplata esquerda. saúde-corporal-mental em baixa… e além, o pré-aula estava um saco/uma angústia porque estava ficando tudo para a última hora – e ai não dá muita vontade de ir trabalhar. estava pensando demais e isto angustia ‘pacas’. enfim, mudar pequenas rotinas [e ter a disciplina para mante-las] é o começo de um horizonte mais ‘sussa’.

é, talvez escreva mais por cá.

ad minutim

[seg] 10 de junho de 2013

a miúde… em pequenas partes, aos pedaços…

intertextual

[dom] 9 de junho de 2013

último ponto:
o pensamento é mais rápido que meus músculos.
e o pensado é morto,
o que vive é o pensado
sobre o pensado.
e a natura se refaz
mesmo diante da morte mais atroz.

primeiro ponto:
vocês não foram tão justos e sensatos quão imaginam.
suas loucuras, suas frustações, seus medos e suas limitações
foram a marca em tudo o que tentaram.

e a marca é isto ai mesmo:
não exatamente o que é correto ou necessário,
é o que é possível.

quando vislumbrei isto,
e percebi que era hora de escapar desta ilusão,
não para um mundo sem ilusão,
mas digamos, para outra ilusão,
e outra, e outra, todas um tanto mais libertadora
que esta que vocês inventaram para tentar me convencer.

E foi neste instante que percebi
que de lançamento eu já partia
todo errado [ver chico, ver carlos].

e viver sob esta culpa primordial
– que nem era minha de fato
e tampouco deveria ser culpa,
posto que era produto de determinantes
e sobredeterminante de caráter histórico-social [ver marx] –
enfim, viver sob aquela culpa não era viver,
era padecer – ser moribundamente.

deste ponto em diante
todas aquelas pequenas
transgressões já não eram defeitos,
eram feitos… eu me desculpará.
e errar era possível e tão necessário.

outro ponto:
“sai para caminhar com eu pai,
conversamos sobre coisas da vida,
tivemos um momento de paz”

entrepontos:
“o mundo esta repleto de loucuras”

até o próximo domingo

[dom] 2 de junho de 2013

«a vida até parece uma festa»

via wiki> Titãs – A vida até parece uma festa é um documentário brasileiro de 2009 que retrata a carreira de 25 anos da banda também brasileira Titãs. O longa metragem foi elaborado com fitas gravadas por Branco Mello (vocalista e baixista da banda) desde o início do grupo. Direção: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves

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