Archive for julho, 2013

paranorman

2013, julho 28, domingo

ideias… Acabei de assistir o filme Paranormal. Dá para extrair bastante coisas dele. Vamos lá:

Enredo básico do filme: “Animação ‘ParaNorman’ faz uso do sobrenatural para falar sobre bullying” [Texto extraído de Cinema.terra.com.br] ou “Na trama, escrita por Chris Butler, o menino Norman tem a habilidade de falar com os mortos e precisa salvar sua cidade de uma invasão de zumbis, fantasmas, bruxas e adultos idiotas. Butler e Sam Fell são os diretores” [Texto extraído de Omelete.com.br].

Desdobramentos em atividade:

1) Assistir o filme em sala, com os alunos, com questionário-roteiro para identificar personagens, enredo e conceitos abordados.

1.1) Dividir o filme em partes, para cada aula, e abordar os conceitos de Violência, Bullying, Tolerância, Intolerância Religiosa, Amizade, Medo, Trabalho em equipe, Confiança etc.

2) Pesquisar Sobrenatural nas diferentes religiões [elencar quais]

3) Elaborar redações, histórias, desenhos e debates em sala a partir das temáticas abordadas no Filme.

4) Produzir um zine, em quadrinhos, em sala com a participação coletiva.

PS: Sobre os últimos dias: Tenho passado, como uma avestruz, com a cabeça na terra, mexendo e fuçando no quintal. é terapêutico. Também tenho passado com as meninas, fizemos arte, um painel de colagens, e elas foram até brincamundi, brincaram até tarde.

PS2: Tenho refletido bastante sobre essa vontade de não sair, de ficar por cá mesmo… Neste autoexílio. E acho que ando mal acostumado, nesta solidão [velha amiga] que dá um puta medo de mergulhar na vida novamente… E fico por cá, mofando, neste amontoado de papéis, de livros não lidos, de paredes por pintar, de casa por terminar, de quintal por florir… mas sei lá… sei não.

isto não é correto

2013, julho 18, quinta-feira

mais uma madrugada virada fechando corrigindo atividades e fechando nota.

e a firme convicção que preciso modificar esta prática… de deixar tudo pra véspera. Pois isto vira um ciclo vicioso… já que fico cansado e na sexta a primeira atividade é não mexer em nada, e assim vai o sábado e quando vejo foi o domingo e já é segunda começo da tarde quando preciso acessar os papéis da semana passada para pensar a aula da noite, e assim na terça pelo final da tarde com as da terça à noite, com as de quarta-feira é idêntico. e quinta-feira que tudo começa cedo e a carga horária é maior e o número de aulas concentra metade da carga horária total. é passar madrugada acordado mexendo… e isto não é correto.

minha casa ‘tá uma bagunça, minha cabeça ‘tá um bagunça… e agora preciso voltar para os papéis.

invictus

2013, julho 16, terça-feira

Invictus 

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishment the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

Invictus 

Dentro da noite que me rodeia
Negra como um poço de lado a lado
Agradeço aos deuses que existem
por minha alma indomável

Sob as garras cruéis das circunstâncias
eu não tremo e nem me desespero
Sob os duros golpes do acaso
Minha cabeça sangra, mas continua erguida

Mais além deste lugar de lágrimas e ira,
Jazem os horrores da sombra.
Mas a ameaça dos anos,
Me encontra e me encontrará, sem medo.

Não importa quão estreito o portão
Quão repleta de castigo a sentença,
Eu sou o senhor de meu destino
Eu sou o capitão de minha alma.

não encontrei o autor da tradução, ainda.

***

http://www.youtube.com/watch?v=uGbWDDTsvT8

Fragmento del película Invictus, dirigida por Clint Eastwood y protagonizada por Morgan Freeman y Matt Damon, en el que mientras Francois Pienaar visita la celda en la que estuvo Nelson Mandela durante 27 años (9000 días), se oye el poema Invictus de William Henley recitado por Nelson Mandela.