don’t be a victim

[seg] 14 de julho de 2014

uma e dezoito desta madruga plena de um breu intenso e apenas a voz densa de uma pedra habita meus ouvidos. há tantas canções e poemas gloriosos, iluminados, ensolarados… mas aqui dentro, e no entorno, há apenas um frio que quebra os ossos e sopra leve, o suficiente, para não deixar nenhuma faísca vingar. a boca não ousa cantar canção alguma – das belas e alegres não sente-se digna, das tristes sente-se patética por demais, então sobra apenas silenciar [vai que o mundo esquece o que é amar… e todos ficam frios]

uma e vinte e seis e a «self-pity is easily the most destructive of the nonpharmaceutical narcotics».

e das série de anotações para uma micro-histórica… dia 13 a alemanha ganhou a copa, e enfim ela acabou. chega de enrolar… é hora de mudar. nem que seja ao menos essa rotina de procrastinação, mas talvez seja isso mesmo… a rotina. e é fim de bimestre, pilhas de notas por produzir em provas por aplicar nesta segunda e terça, e disto pilhas de notas e médias por produzir, e o lado positivo é que não há nenhuma aula expositiva à vista até dia 31. chega a hora de arrumar a bagunça, desfazer essa letargia… cumprir os tramites pedagógicos e burocráticos até dia vinte e pouco… e começar um terceiro bimestre positivo em agosto. estudar para começar novos projetos, focar no trabalho, praticar atividades físicas, reconstruir relações afetivas… fazer parte de alguma coisa, qualquer coisa… fazer parte…

porque por agora… esse jogar a toalha cotidiano, essa sensação que ferra, de que não estou fazendo o certo, não estou tendo a coragem para mergulhar neste profundo mar… estou perdendo… estou fugindo… estou enfraquecendo-me… definhando… matando-me de medo. e nem pena de mim posso ter… só eu posso… será que posso? não tenho essa força vital porque não tenho a fé?… ou a fé é inexistente porque no fundo não há esse suposta força para transformar esse mundo caduco?!

mas viver de faz de conta é coisa para garoto. preciso crescer – isto parecem meus textos de dez anos atrás -, mas do que vale deixar isto registrado cá… e amanhã continuar no mesmo ponto?! perdido no espaço-tempo sem saber para onde ir e como desfazer esses nós cá dentro.

uma e quarenta… «and if your heart is locked and you can’t find the key». é hora de dormir. porque essa semana vai ser pesada e não esqueça meu caro: «don’t let the future blow your mind».

duas e dez. canção após canção. verso após verso, como balas que perfuram sem se poder desviar-se, não sendo o escolhido e, sim, apenas um corpo ferido, que insiste em sobreviver vazando essa condição mortal…  quando perder é a regra quebrar a banca não faz parte do jogo. «i know we’re only human, only made with flesh and blood, i shouldn’t have such expectations».

duas e vinte e três. os pés estão congelando. e a sensação que se erra é mais presente que há um minuto atrás. ousar não é parte do habitus. e estas páginas, e a virtualidade alimentam o hábito de ser um pretender. e nesse mergulho neste emaranhado, it’s got me trapped, relembrando as sessões de terapia… percebo que eu ainda não entendi este filme aqui.

«ele se apresentava imune à dor e com a resistência de uma bactéria, sendo visto como um “extra” terrestre. sua presença causava estranhamento e repugnância. era como se pertencesse a outra realidade; ficava ausente para as pessoas e objetos que o cercavam e que, para ele, eram como que transparentes, desprovidos de sentido.»

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Gustav Klimt pear-tree-1903

três e um. ir. dormir. acordar as sete.

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