as desgraças de ser docente numa escola doente.

[qua] 3 de setembro de 2014

Não vamos reinventar a roda… mas segue um inventário das desgraças de ser docente numa escola doente.

30 minutos por aula é um absurdo…
Salas sem recursos além de um quadro e giz. Salas apertadas, mal iluminadas… feias.
Dificuldades no agendamento de data-show, tv e sala informatizada – poucos, precários e altamente concorridos os equipamentos e horários. Além de serem em salas desconfortáveis e nos locais mais distante da escola…
Alunos desmotivados por n motivos: defasagem, cansaço, descaso, aulas tumultuadas, excesso de faltas…

E minhas aulas para os primeiros estão uma bosta. Não é isso que eu quero…

Já para os segundos… Lancei, vamos ver o que sai desse desafio. Aula com tema livre, autogerida pelos estudantes… Parte de mim diz que vai virar uma bosta… Outra diz que pode sair algo muito interessante. Estou otimista, vou na segunda sensação.

 3 set, 2014 às 05:11

sei não. é tarde? é cedo?
http://sociologiab.tumblr.com/

pensar a escola… é necessário pensar a organização (e a desorganização, antes)… dos professores… dos estudantes… da comunidade… do sindicato… da sociedade… pois se não nos reinventarmos… tudo tornar-se um lendo e constante suicídio:

«quanto mais se enfraqueçam os grupos sociais a que ele pertence, menos ele dependerá deles e cada vez mais, por conseguinte, dependerá apenas de si mesmo para reconhecer como regras de conduta tão somente as que se calquem nos seus interesses particulares. Se, pois, concordamos em chamar de egoísmo a esta situação em que o ego individual se afirma com excesso diante do eu social e em detrimento deste último, poderemos designar de egoísta o tipo particular de suicídio que resulta de uma individuação descomedida» émile durkheim

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