a montanha que devemos conquistar…

2015, junho 7, domingo

o signo é de uns goles de vinho na noite de ontem. e o cinema se fez sozinho… ou não foi bem assim: houve companhia ocasional e inesperada no meio da jornada. e tomei decisão: refazer-me em improvisação… soltar os freios, de pé e de mão… e misturar-me na multidão desavisada desse deserto. e nestes dias a cabeça anda longe… planeja coisas e mais coisas… para esta e para outras dimensões, desde uma moto até homéricos porres. mas vamos com calma… esse cinco anos de incubação não serão superados em cinco meses…

e o coração tumultua tudo… e digo assim, meu irmão… esse negócio de ficar se batendo e embrulhando o estômago não ajuda não, calma rapaz. tudo vai se encontrar nesta jornada furiosa e maluca em busca de alguma redenção.

sábado foi um dia longo. misturou-se frustração, reflexão, solidão, coragem, camaradagem…

e hoje. fiz quase nada do que deveria ser feito… parte boa foi para refazer-me da ressaca… e o que era para ser arrumado, não arrumei. amanhã já tem sala de aula… e até agora não tive nenhuma sacada. fiquei pensando no que me disse o marcelo [lá de laguna e da ocupaalesc] sobre a improvisação… e sobre o diálogo e reflexões a cerca das nossas aulas de sociologia…. as mais bacanas envolveram um bom processo de improvisação. foi um papo parecido com o que tive com ana rita mayer, e mais profundamente com o daniel [geo].

mas se ainda penso no como… o que eu vou abordar já tenho claro. só falta ainda rever onde parei exatamente com cada turma.

montanha que devemos conquistar_capa

de ontem: livro adquirido: A montanha que devemos conquistar. reflexões acerca do Estado. István Mészáros

e um blockbuster bem interessante…

 

 

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