Archive for maio, 2016

deslarguem-me! tem dias… e as marteladas persas.

2016, maio 30, segunda-feira

encantado com este blogue <certas palavras>, de marco neves, sobre a nossa língua portuguesa-galega. sigo lendo diariamente… e como escreve bem este rapaz:

«Bem, isto já vai longo. Tudo começou com uma pergunta do meu irmão, ali no café da Fnac do Vasco da Gama, e acabou no latim antigo, a ser simplificado por esse Império fora. E ainda fomos à Pérsia, à China, à Rússia — e, se não estou enganado, à Indonésia.

O que querem? Acho tudo isto interessantíssimo e não me canso de passear pelo mundo, com esta desculpa saborosa de perceber melhor a linguagem do estranho animal que é o ser humano.»

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isto me remete ao ensino médio, quando eu matava aula para ir ler sobre história da língua portuguesa na biblioteca da escola. bons tempos… saramago, guimarães, camões, vinicius de moraes, drummond, manoel de barros, e tantos outros…

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greve do transporte coletivo. não irei para escola amanhã. nota mental: por em dia todas as aulas, diários e avaliações d@s alun@s.

ressonância límbica

2016, maio 29, domingo

«eu era como um nervo exposto de um dente quebrado. eu fazia de tudo para me isolar. música, livros, bebida. qualquer coisa que pudesse me separar do resto do mundo.»

e numa pesquisa rápida… GeneralTheoryofLovee sem muito aprofundamento porque agora vou continuar a ver o seriado.

vale a leitura deste blogue: página em blanco.

monomito

2016, maio 27, sexta-feira

visita de paulo andré, e conversávamos sobre

«O monomito (às vezes chamado de “Jornada do Herói”) é um conceito de jornada cíclica presente em mitos, de acordo com o antropólogo Joseph Campbell. Como conceito de narratologia, o termo aparece pela primeira vez em 1949, no livro de Campbell The Hero with a Thousand Faces (“O Herói de Mil Faces”).[1] No entanto, Campbell era um conhecido estudioso da obra de James Joyce(em 1944 publicara, em co-autoria com Henry Morton Robinson, a resenha A Skeleton Key to Finnegans Wake, “Uma Chave-Mestra para Finnegan’s Wake”[1]) e tomou emprestado o termo monomyth (monomito) do conto Finnegan’s Wake, do autor irlandês. (…) A ideia de monomito em Campbell explica sua ubiquidade por meio de uma mescla entre o conceito junguiano de arquétipos, forçasinconscientes da concepção freudiana, e a estruturação dos ritos de passagem por Arnold van Gennep. Desde o final dos anos 1960, com o advento do pós-estruturalismo, teorias como as do monomito (que são dependentes de abordagens baseadas noestruturalismo) perderam terreno nos círculos acadêmicos. Este padrão da “jornada do herói” ainda é influente entre artistas e intelectuais mundo afora, no entanto, o que pode indicar a utilidade contínua e a influência ubíqua dos trabalhos de Campbell (e assim como evidência sobre a importância e validade dos modelos psicológicos freudiano e especialmente junguiano).»