ragnarr loðbrók

[seg] 1 de agosto de 2016

ooh42 há duas horas entre episódios de vikings… e digitando notas e faltas lá do segundo bimestre no prof. online.

série interessantíssima, por sinal.

20h59 em casa. não fui pra escola, fui pra upa. amanhã é encaminhar de vez e marcar logo essa cantoplastia. não terminei de corrigir todas as avaliações dos primeiros, segundos e terceiros. a ideia é fazer isto agora.

durante o dia, dormi pouco. agendei veterinário para o gato preto. ajudei a limpar o quarto que o edson estava alugando. mandei ele embora na semana passada… volto novamente a morar sozinha nessa casa, sem inquilinos. pensei em escrever sobre isso, hoje.

foi um dia estressante. permaneci irritado, quase o dia inteiro. não sei bem ao certo de onde em essa sensação angustiante. refletir e refletir mais sobre…

aprendi um pouco mais sobre os sete reinos, os normandos, os bretões, os anglo-saxões… os daneses…

e nessas viagens de busão… twilight struggle.

22h02… uma coisa é certa, quanto mais longe das coisas mundo… mais vontade tenho de ficar comigo mesmo. fora do mundo.

abaixo citações que não li e expressões que nunca usei.

“Estou tão determinado a viver depressa e intensamente que não tenho tempo de escrever nem essas notas fragmentadas” – Henry Miller, Trópico de Câncer

“Qual é, então, a ‘saída sutil’? Acreditar, não em outro mundo, mas no liame do homem e do mundo, no amor ou na vida, acreditar nisso como no impossível, no impensável, que, no entanto, só pode ser pensado: ‘algo possível, senão sufoco'” – Deleuze, A Imagem-Tempo, p. 221

“Talvez acreditar no mundo, nesta vida, tenha devindo nossa tarefa mais difícil, ou a tarefa de um modo de existência por descobrir” – Deleuze, O que é a Filosofia, p. 73

“Se sou inumano é porque meu mundo transbordou das fronteiras humanas, porque ser humano parece uma coisa pobre, triste, miserável, limitada pelos sentidos, restrita pela moral e a lei, definida pelos lugares-comuns e pelos ismos” – Henry Miller, Trópico de Câncer, p. 236

“por ser capaz de entender seus afetos, o homem é capaz de uma existência ética. Espinosa procura pequenos pontos de apoio, pequenos pontos minimamente fixos para dar um norte, para garantir um empuxo. Por que o homem luta por sua servidão imaginando lutar por sua liberdade? Pergunta clínica, resposta espinosista: porque não conhece de quais afetos é capaz, porque faz escolhas confusas, porque não se conhece, o conhecimento é o mais potente dos afetos!” – Espinosa – o que é psicologia?

“Quanto mais cada um busca o que lhe é útil, isto é, quanto mais se esforça por conservar o seu ser, e é capaz disso, tanto mais é dotado de virtude; e, inversamente, à medida que se descuida de conservar o seu ser, é impotente” – Espinosa, Ética IV, prop. 20

“Mas se uma formiga, se uma abelha – pelo milagre de uma ideia ou por uma tentação de singularidade – se isolasse do formigueiro ou do enxame, se contemplasse de fora o espetáculo de suas penas, persistiria ainda em seu trabalho?” – Breviário da Decomposição (Emil M. Cioran)

“Ich wünschte sehr der Menge zu behagen, Besonders weil sie lebt und leben läßt”. Johann Wolfgang von Goethe. Faust – Vorspiel auf dem Theater

 

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