Archive for julho, 2017

z450ua

[qui] 20 de julho de 2017

chegou… depois de 80 dias sem pc, enfim uma máquina nova.

chega com ela um certo ar renovado… uma vontade de pedagogicamente propor coisas mais interessantes e diferentes. pesquisando a aplicabilidade de jogos… projetos… fruto das reflexões dessa semana de formação, e ai eu preciso pontuar dois aspectos… ou três. sozinho, normalmente eu me afundo na obscuridade, meu lado lunar. acompanhado de pessoas luminosas, com ideias bacanas e libertadoras… meu sol brota lá de dentro e eu fico irradiante… neste sentido, após o meu mergulho do primeiro bimestre, na parte mais sombria, nesse segundo… a existência na escola b, de um diretor inspirador, com fala inspiradoras e uma coerência ética, e algumas e alguns estudantes, até mais que o corpo docente… e na escola a, de uma nova professora de história, que vai na contramão dos demais… me sinto instigado.

#pesquisar jogos

#pesquisar zinejornais

#pesquisar filmes

#montar planos de aulas/projetos

cuidar da mãe. importante tbm.

 

finalizando o segundo bimestre

[seg] 10 de julho de 2017

Granola, amendoim, uva passa, mel e cappuccino. Meias, pijama e um cachecol. Uma caneta, diários e 1kg de avaliações para finalizar… Uma madrugada para terminar.

Logo mais 9 aulas…

de luce

[qua] 5 de julho de 2017

Da manhã:

Entre a empatia e a bestialidade. Observando-me nesse processo de apreender o mundo.

É cedo, ainda. Imunidade baixa. Resfriado. Renite. Cansaço. Planos anotados…

Remando contra a maré…

para quando o arco íris encontrar…

[ter] 4 de julho de 2017

não há pote de ouro. Há muito trabalho pela frente… E uma grande ilusão de ótica.

[editado e acrescido]


>A lição de Richard Dawkins
>”Nós vamos morrer, e isso nos torna afortunados. A maioria das pessoas nunca vai morrer, porque nunca vai nascer. As pessoas potenciais que poderiam estar no meu lugar, mas que jamais verão a luz o dia, são mais numerosas que os grãos de areia da Arábia. Certamente esses fantasmas não nascidos incluem poetas maiores que Keats, cientistas maiores que Newton. Sabemos disso porque o conjunto das pessoas possíveis permitidas pelo nosso DNA excede em muito o conjunto de pessoas reais. Apesar dessas probabilidades assombrosas, somos eu e você, com toda a nossa banalidade, que aqui estamos…
>Nós, uns poucos privilegiados que ganharam na loteria do nascimento, contrariando todas as probabilidades, como nos atrevemos a choramingar por causa do retorno inevitável àquele estado anterior, do qual a enorme maioria jamais nem saiu?”
“>Trecho extraído de http://catarsenoturna.blogspot.com.br/2011/01/richard-dawkins.html?m=1

um leão por dia

[seg] 3 de julho de 2017

Matando um leão por dia… O de hoje foi.

quase segunda

[dom] 2 de julho de 2017

Zero. Achei que no sábado colocaria em dia… Fiz nada. Deixei para o domingo… Só comi. Ficou pra amanhã.

Sempre deixando pra amanhã o que era pra ontem.

sem controle

[sáb] 1 de julho de 2017

Quando ela disse aquilo, pensei comigo… Estamos mais ou menos no mesmo fosso. Por que somos assim?

Parte de mim quis buscar abrigo, desaguar toda minha correnteza na profundidade daquele ser imenso, apesar de sua pequenez, ali diante de mim. Quis estender a mão, perdido que estava… Quem sabe sair da escuridão.

Parte queria apenas um corpo quente, um pouco de pele, o sal do suor na língua, sentir o abraço de alguém querendo me engolir, me devorar, me mastigar inteiro… E os espasmos…

Mas uma voz gritava lá de dentro: tu é a escuridão sem fim…

Escapei. Em silêncio. Não disse palavra alguma, apenas sangrei em silêncio. Sou esse homem duro. Sem laço. Sem afeto. Sou a noite. Fui embora, só.

Não misture sua solidão com a solidão nos olhos dos outros. Pois na sua loucura há dor demais. E ela sempre machucará alguém. Esteja só. Siga sua jornada no exílio.

Vi o filme

Sem Controle

2007 ‧ Thriller/Drama ‧ 1h 30m

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