Archive for agosto, 2017

me sinto um peixe fora do aquário…

[sáb] 26 de agosto de 2017

dados do dia:

a manhã foi de Dora. a tarde de Dorinha também… e dei uma mão para meu pai. essa noite será de faxina e/ou digitação das aulas. tantas faz.

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amanhã farei casinha para dora. prepararei aulas para semana. e o que eu decidi não fazer nessa noite

e sobre o futuro… sei nada não. apenas incertezas. mas estou leve…

e para registrar as canções bonitas… que ouvia pela manhã… desses seres que cantam demais.

Sem Nome Mas Com Endereço, por Liniker.
Elza Soares - Mulher do Fim do Mundo.
Letra e música de Romulo Fróes e Alice Coutinho.
Francisco, el hombre - Triste, Louca ou Má
Johnny Hooker (part. Liniker) - Flutua
Johnny Hooker - Amor Marginal
Liniker - Fim de Festa (Itamar Assumpção)
Paulinho Moska & Jorge Drexler - Lágrimas de diamantes
Liniker - Calmô

dora

[sex] 25 de agosto de 2017

notas da manhã:

as manhãs são de dora.

notas da tarde:

as tardes são de aulas… Mais-valia e ética protestante.

notas da noite:

hip hop e mais-valia. [improvisei uma dinâmica… ficou interessante, formular melhor]

 

 

sim, inverno, estamos vivos.

[qui] 24 de agosto de 2017

colagens da terça… que estavam engavetadas nos rascunhos>

 

poema de leminski21078676_10155628569257354_6205014117757672822_n   e a transcrição do poema aqui: no letras em alto e bom som

***

e agora um exercício inacabado meu.

As vezes eu preciso
fugir e respirar sozinho
no meio do meu silêncio vegetal.
Pois o mundo pesa,
as pessoas pesam,
minha consciência desaba.
E eu quero a pétala, o ninho,
O abismo, o abraço,as asas,
mirar fundo como um animal
***
a·zá·fa·ma 
(árabe az-zahma)

substantivo feminino

1. Actividade intensa. = AFÃ

2. Muita pressa ou intensidade na realização de algo. = AFÃCORRERIA

3. Falta de ordem. = ATROPELOBALBÚRDIACONFUSÃO

Palavras relacionadas:

“azáfama”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/az%C3%A1fama [consultado em 27-08-2017].

peloduro jess e lyudmila pavlichenko

[qua] 23 de agosto de 2017

[6h56] multitarefa. Matear enquanto organizo me. Com música feito chiclete… na mente, isso as 6h20. Acordei 6h15 com a TV ligada no volume máximo.

Não dá prá esconder / O que eu sinto por você Ara / Não dá, não dá, não dá, não dá / Só sei  / Que o corpo estremece  / As pernas desobedecem / Inconscientemente a gente dança / As mãozinhas então embalançam / Quando passa eu vou atrás / Só sei / Que o Ara Ketu é bom demais / Ê ô / Ê a ê a ô / Dancei, eu quebrei balancei, vibrei / O Ara Ketu me fez dançar / Bota as mãozinhas pro ar / Ê ô / Ê a ê a ô // Ara ketu – Ara ketu é bom demais / Compositor: Dinha (Divalda Pereira dos Santos).

[14h20] ela, helen, me chama de canto e pergunta se tenho espaço na mochila. sim, tenho. e ela me diz que tem algo que é para eu cuidar como se fosse minha vida… ela tem um presente. que ser maravilhoso. fiquei encantado.

 

[18h30] tomando café, com fábio e sabrina. das coisas boas de trampar na escola jovem, é poder compartilhar as quartas com estes dois seres. ótimos papos… chegamos em Lyudmila Pavlichenko.

[20h30] a notícia trash… as 20 horas na escola jovem não estão garantidas para o ano que vem. se quiser é tentar a sorte no concurso de remoção / e no novo concurso. pensar seriamente e uma segunda fonte de renda… professor só como bico/complementação de renda.

e na somatória do dia… fora ter saído as 7h00 e ter retornado 23h30. e ter passado o dia inteiro na escola… foi um bom e longo dia.

parcas horas [positive life]

[ter] 22 de agosto de 2017

que eu amanheça e o dia durma… achando que teria uma manhã pela frente, lembrei que há uma convocação. terça e quarta-feira serão um inferno. eu todo atravessado sem tempo pra respirar. dormindo poucas horas.

[já que enviei isto as 2h22 acreditando que não ligaria mais o pc até amanhã… e liguei, edito… e deixo o registro. parcas horas, no sentido que são escassas as horas de liberdade. interessante é a etimologia… ou mitologia.

coloquei izabel para passear com o cão.

faltei. dormi mais duas horas.

mas o interessante é o mecanismo da autoflagelação… algo do tipo, faltei, falhei, sou uma bosta, me sinto culpado, vou morrer… brincadeira, mas é um movimento similar, não nessa intensidade, mas próximo [ok, dependendo da bad trip… o movimento é isto ai mesmo, e o primeiro semestre de 2017 foi assim].

sou indisciplinado, muitas vezes displicente… e tal qual meu velho, saio a torto e direito tacando um foda-se. não sou o funcionário do mês, tampouco… o ser humano padrão. mas há sempre um ônus nessa história, há mecanismos internalizados de autocensura… [que as vezes não funcionam, aparentemente, muito bem] mas estão ali atando o nó na sua cabeça, essa noia que o prende como um cão na coleira.

a falta é um vício… meus neurônios se coçando… o que é um peido para quem está cagado?… ops… sai dessa bicho, sai da noia, vai lá e enfrenta a vida, cumpre a porção que te cabe nessa jornada.

mas eu sou uma mula empacada.

***

preciso contribuir com a garotada do projeto… nota mental: faça o favor de ouvir, ler e escrever sobre

Grandmaster Flash & The Furious Five – Superrappin

Love Bug” Starski & The Harlem World Crew – Positive Life (Instrumental)

hiphop

***

 

 

 

eclipse solar

[seg] 21 de agosto de 2017

trinta e cinco. devia estar maduro… ainda não. ganhei uma garrafa de vinho. vinho bom.

das coisas da escola: me enrolo e não mexo em nenhum papel… adiando tudo pra logo mais. quando não houver logo mais. e será somente o aqui e agora. fique pensando… gostaria muito de no próximo ano manter-me nas escolas que estou, mas se não rolar? se a vaga do jovem for para remoção/concurso? o que farei?

não sei.

e olhando para minha casa, bateu uma vontade de ir lá e financiar tudo que falta e começar a mexer… e terminar, deixar do jeito que quero… e ficar 20 anos pagando um financiamento. mas espera.

espera o quê?

e sobre a visita… dora me ocupou o final de semana e toda essa manhã… passeios, brincadeiras, limpeza… mas pelo segundo dia cagou dentro de casa… e agora foi o fim, ganhou um remendo de casinha, e o interior da casa foi interditado para ela.

há tempos não sentia esse tipo de vinculo, ser responsável por um cão.

o positivo disto é: tenho que mexer, e dar passeios, dedicação, atenção, carinho… e já fiz planos para o próximo final de semana de passear com ela… mas a visita de dora é temporária (?!), por enquanto, e se durar mais uma semana… dai faço casinha bonitinha e já posso deixá-la solta no quintal. tudo depende de sua dona.

e no hemisfério norte está rolando um eclipse total. acompanho pela web.

 

primeiro dia de dora

[qui] 17 de agosto de 2017

não é a dora aventureira…  mas ela gosta de explorar. e como ela é grande, fiquei impressionado, mas seus olhos… ela percorre os poucos metros quadrados de minha casinha sentindo os odores. e os gatos se exilaram na parte superior… ela quase latiu pra eles. não houve sintonia… todos estranhos.

mas exceto os gatos… nos demos bem com dora

desata

[ter] 15 de agosto de 2017

um certo nó nos olhos e no peito.

e uma leve dificuldade de estar aqui e agora… vontade de voar no tempo. ou estacionar e apenas olhar a paisagem…

mas respira. desata…

arruma esse teu sono, tuas aulas… teus horários.

vai dormir e acorda pra vida.

ruína

[sáb] 12 de agosto de 2017

«Um monge descabelado me disse no caminho: “Eu queria construir uma ruína. Embora eu saiba que ruína é uma desconstrução. Minha ideia era de fazer alguma coisa ao jeito de tapera. Alguma coisa que servisse para abrigar o abandono, como as taperas abrigam. Porque o abandono pode não ser apenas de um homem debaixo da ponte, mas pode ser também de um gato no beco ou de uma criança presa num cubículo. O abandono pode ser também de uma expressão que tenha entrado para o arcaico ou mesmo de uma palavra. Uma palavra que esteja sem ninguém dentro (O olho do monge estava perto de ser um canto). Continuou: digamos a palavra amor. A palavra amor está quase vazia. Não tem gente dentro dela. Queria construir uma ruína para a palavra amor. Talvez ela renascesse das ruínas, como o lírio pode nascer de um monturo”.

E o monge se calou descabelado.»

Manoel de Barros | “Poesia completa”

você tem a alma de um colecionador

[qua] 9 de agosto de 2017

“Seu cérebro não armazena memória. Seu cérebro é memória. São as experiências, segundo cientistas, que disparam mudanças nas moléculas dos neurônios e redefinem a maneira como eles se conectam. A memória, portanto, forma e reforma o cérebro continuamente, definição corrente na ciência há décadas. Agora, um novo estudo vai além. Afirma que as células cerebrais ‘quebram’ experiências e as distribuem em diferentes ‘janelas de tempo’. Transitando entre elas, os neurônios seriam como viajantes que voltam ao passado e, simultaneamente, exploram-no para ajustes futuros de comportamento. Os cientistas, enfim, propõem que o grande trunfo não está no armazenamento de memórias, mas, sim, na capacidade do cérebro de ‘dominar’ o conceito de tempo”. www.canalmeio.com.br

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“O relativismo cultural é, antes de mais nada e sobretudo, um procedimento antropológico interpretativo – ou seja, metodológico. Ele não consiste no argumento moral de que qualquer cultura ou costume é tão bom quanto qualquer outro, se não melhor. O relativismo é simples prescrição de que, para que possam tornar-se inteligíveis, as práticas e ideais de outras pessoas devem ser ressituadas em seus contextos históricos e compreendidas como valores posicionais no campo de suas próprias relações culturais, antes de serem submetidas a juízos morais e categóricos de nossa própria lavra. A relatividade é a suspensão provisória dos próprios juízos de modo a situar as práticas em pauta na ordem cultural e histórica que as tornou possíveis. Afora isso, não se trata de forma alguma de uma questão de advocacia.”
Marshall Sahlins, Esperando Foucault, ainda. São Paulo: Cosac Naif, 2004.

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Boaventura de Sousa Santos Direitos Humanos ou Democratizar a Democracia

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gastei 4 horas ontem percorrendo as publicações de @hirodots e hoje mais umas duas.

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recebi declaração de admiração inesperada na sexta. respondi hoje, com o que pude: contente pelo recado, e sem palavras. admiração recíproca.

é… as vezes eu não me reconheço.

sábado, mordi duas pessoas. voltei dez anos atrás. vou aturar zoeira até final do ano…

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Lua em Virgem, na Casa IV. 24° 52′.

Aspectos da lua
Lua Conjunção Mercúrio orbe + 4 ° 29 ‘
Quadrado lua de Netuno orbe -0 ° 31 ‘
Lua Sextil esfera Urano + 5 ° 4

On the day and at the time of your birth, the Moon was in the sign of Virgo. You have a strong need for security and your constant concern is to keep your intimate environment under control. You treasure and you protect all the things that make you feel comfortable. You have no exaggerated ambitions, no grandiose and boundless dreams. You only strive to organize all the elements of your everyday life, to find a place for each thing and to improve yourself. You can relax only if your habits are not disturbed by external events. You are selective in your intimate sphere and with your attachments, you are perfectly organized and in line with the self-set rules you establish as time goes by. For you, life is a puzzle composed of human pieces, a chessboard where you move according to an obvious logic. Daily landmarks and well-known items are important to you. You have the soul of a collector.
Moon in House IV
The Moon is in the 4th House. Feeling fine means enjoying at will the privacy of your family cell, your clan, or a protective world. Your intense desire for tranquillity often prompts you to escape the world, and to let your imagination wander without having your well-being disturbed by external issues. Your family, or the few close friends who make up your second family, if any, constitutes the haven which is necessary for your balance.

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buguei.

to fudido… pegar busão as 7h…  para 3 aulas (das 8h até 10h15) + mais 4 (das 13h30 até 17h30) + ainda mais 4 na maratona tripla (das 19h até 22h20), chegar em casa 23h30…

mas para isto acordar as 6h. e agora são 3h10. vai ser longo e exaustivo.

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