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[sáb] 4 de agosto de 2018

eu voltava para casa e conversava com ele. ia me narrando sobre suas crises de ansiedade, sobre suas dificuldades, e me disse assim:

quantas vezes estive ai, do outro lado da porta, e bastava um toque na campainha, ou mesmo na porta, ou um ‘olá, há alguém ai?’. quantas vezes estive ai, e em silêncio desisti, não sinalizei. petrificado, recuei.

hoje, novamente, ele foi até o portão, e recuou, sem conseguir encarar o rosto daquelas pessoas. aquele atraso provocou nele a sensação de que todos lhe julgariam… ficou ansioso, se descontrolou…

 

 

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