o cinturão de van allen

[qui] 1 de novembro de 2018

por que não somos rosas? por que o céu é azul? o que nos move?

[ps: ñ ser tão pessimista, não tenha mágoa do mundo o tempo todo. tenha fé em si, vê o que há de bonito em você rapaz… sê bonito, vai, vê, não pode doer mais do que já há a doer]

notas:

Agrofloresta: Aprendendo a produzir com a natureza

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A vida é resultado da própria vida! A diferença entre as atmosferas de Marte e da Terra é a existência de vida na Terra! 
A atmosfera da Terra é uma mistura instável de gases. Ou seja, os gases são continuamente liberados como subprodutos dos sistemas vivos e reagem entre si. Sendo assim, a concentração dos gases se mantém, em função dos seres vivos, e, ao mesmo tempo, a concentração dos gases é favorável à continuidade dos seres vivos.  A Teoria de Gaia de James Lovelock e Margulis diz que a vida é resultado das condições do meio que é produzido pelos sistemas vivos em interação com os não vivos. Emanuel Trigo

 

Contra a sociedade de massas

«Este ensaio foi escrito pelo anarquista Chris Wilson, publicado na revista Green Anarchy n. 6, em 2001, e traduzido pelo Coletivo Erva Daninha. Trata-se de uma crítica ao autoritarismo inerente ao modo de vida civilizado».

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«Grafias de Junho

Foi para buscar contribuir com o debate e a memória acerca de 2013 que comecei a catalogar a produção gráfica de mensagens políticas daquelas jornadas. Afinal, os períodos insurgentes permitem aflorar em suas rachaduras demandas urgentes, questões recalcadas, utopias, contradições e provocações que dizem muito sobre o país e o mundo em que estão inseridos.

Nas manifestações de junho, houve quem exibisse um cartaz em que se lia É tanta coisa que não cabe no cartaz. De repente, todos tinham algum pitaco a dar sobre a esfera coletiva. Um país marcado pelo déficit democrático foi tomado por uma febre opinionística que se assemelharia a uma grande assembleia – destituinte. Reacendia-se a tocha da autenticidade gráfica engajada, através de centenas de milhares de cartazes precários – expressões individuais de anseios coletivos. Cartazes que certamente não serviram de escudos contra os tiros da polícia e desapareceram em meio ao gás lacrimogênio; mas que foram capturados pelas câmeras de centenas de fotógrafos, profissionais ou amadores». Por Roberto Andrés

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[editado: e dormi exausto sem publicar isto cá até o fim. deixei tudo nos rascunhos. acima coisas que ouvi e/ou  li]

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