permanent reminder of a temporary feeling

[ter] 13 de novembro de 2018

«“Permanent reminder of a temporary feeling” de Jimmy Buffett, do album “Beach house on the moon”. / Island Records, 1999. // She was no marine back from the Philippines / She was their pride and joy, their incarnation. / Her parents viewed the chief / With shock and disbelief / Looking for some other explanation. The Indian, her back was poised for an attack. / She said ‘a tattoo is a badge of validation’. / But the truth of the matter is far more revealing. / It’s a permanent reminder of a temporary feeling. / Permanent reminder of a temporary feeling / Amnesic episodes that never go away. / It’s no complex momento, it’s no subtle revealing. / Just a permanent reminder of a temporary feeling. / Vegas in the rain, drunk on cheap champagne / He hears out of tune synthesized chapel bells / Painfully ringing. / Where’s his limo ride? Who’s this foreign bride? / Is this really Elvis spinning round the ceiling? / Permanent reminder of a temporary feeling, / Forgotten fabrications in the chapels of love. / What is this ring on his finger? Why is he kneeling? / She’s just a permanent reminder of a temporary feeling. Chromosomes and genes, / spawn these fateful scenes. / Evolution can be mean, there’s no ‘dumb ass’ vaccine. / Blame your DNA, you’re a victim of your fate. / It’s human nature to miscalculate. To make up for the fight they go out for the night. / Sex, drugs and rock ‘n’ roll seems like the easiest answer. / But a short nine months later, there’s no way of concealing, / That permanent reminder of a temporary feeling. / Permanent reminder of a temporary feeling / Amnesic episodes that never go away. / Complex momentos, not subtle revealings. / Just a permanent reminder of a temporary feeling.»

O ato de tatuar-se e sua relação com o eu / Sybele Macedo. – 2014.

«(…) os mal-estares da modernidade provinham de uma espécie de segurança que
tolerava uma liberdade pequena demais na busca da felicidade individual. Os malestares da pós-modernidade provêm de uma espécie de liberdade de procura do
prazer que tolera uma segurança individual pequena demais.» (p. 10) BAUMAN, Z. (1998). O mal-estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar

***

ganhei uma bala dalva, doce de coco em tabletes.

contei sete papagaios.

colhi um girassol.

fiz apenas uma refeição no dia.

hoje consegui respirar. foi um dia melhor.

manoel

são 4 anos sem manoel. mas ele sempre está presente!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: