o senhor já sabe: viver é etcétera…

2019, fevereiro 1, sexta-feira

dormir que é bom, nada.

eu ainda não comprei a estante… nem pintei a parede… era hoje eu sei. mas já começo a desmontar as caixas de livros e organizá-los e empilhá-los… meu deus… por que eu tenho tanto livro assim? abro uma página ao acaso de um livro ao acaso… e eis:

9788520912096-rosa-rosa-grande-sertao-veredas-1606977080«Ah, tem uma repetição, que sempre outras vezes em minha vida acontece. Eu atravesso as coisas – e no meio da travessia não vejo! – só estava era entretido na idéia dos lugares de saída e de chegada. Assaz o senhor sabe: a gente quer passar um rio a nado, e passa; mas vai dar na outra banda é num ponto muito mais em baixo, bem diverso dó que em primeiro se pensou. Viver não é muito perigoso?» (p. 51)

Trechos de Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

e aquela preguiça de digitar tudo… levou-me até aqui: «Miradas, olhares de (apenas) uma latino-americana». mais citações aqui:

A poesia de “Grande sertão: veredas”

ps: e aqui tá um calor dos infernos… são quase duas da manhã e ainda está quente… dora que está gostando… até ronca a desgraça. pus o ventilador na direção dela. eu amo árvores, livros e bichos. devia ter sido biólogo/botânico.

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