pooof!

2019, março 27, quarta-feira

00:57 #6 fechando esse texto: título – pooof: a vida é um laboratório. escrevo sobre terça-feira, no começo da quarta-feira, porque o dia foi longo… e dormi assim que terminei de jantar, das nove até meia-noite.

00:03 acordei, com o barulinho da chuva fina sobre o telhado.
00:07 desfiz a mochila, amontei sobre a mesa. e tirei isto aqui do modo stand by.
00:08 bloco de notas aberto… primeiras linhas. não perder o fio da meada… o pensamento que acompanha desde o sonho…
00:10 #1 assustadoramente eu preciso encontrar uma rotina que eu ainda não tenho. pois do jeito que vai… as janelas (as pequenas portas) abertas ao longo do dia servem mais para cochilos devido a minha exaustão. tenho tido sono o dia inteiro em qualquer horário.
00:12 #2 nessa terça, foi de um dia de despedida e descoberta. ou de transição dessa coisa toda… da ideia sobre o passado idealizado e de um presente desafiador. ou seja, não é necessariamente a posição, mas o modo. traduzindo… não é por estar novamente ali que tudo o que fora vivido se replicará [exceto como lembrança, memória, narrativa íntima do teu ser], pelo contrário… demarcará uma oposição, caso não imprima… porra, olha o vocabulário, esse exercício de construção aparentemente complexado… que às vezes parece mais exoesqueleto do que vísceras, coração, olho. fechando digressão… ou eu tomo uma posição ativa de construção de interações e relações e me aproximo do idealizado… ou me verei diante de um abismo de medo e solidão.
00:26 #3 as coisas precisam ir para nuvem… para facilitar a portabilidade e acessibilidade fora deste ambiente, já que passarei mais tempo da minha futura vida pela rua do que aqui em casa.
00:29 # pausa para hidratação. repensar a dieta noturna… os hábitos alimentares… os horários. ou seja, mais fila, mais ru… menos assalto à geladeira do pai e da mãe.
00:30 #4 já me perdi no novelo dos pensamentos… mais era algo como ler mais, organizar melhor os fichamentos e notas de aula, ouvir mais música, ler foucault, ler mais foucault…
00:38 #5 abrir o peito e as asas, aceitar o mundo que se desenha pela janela como um presente, uma oportunidade… menos como uma clausura. as coisas não estão terminadas, onde viver é mera cópia/imitação/representação de uma dada narrativa… a vida é artíficio crítico, da ordem da contigência… a vida é um laboratório, é apresentação (pooof!, explodiu a mente… com milhares de referências/vozes/camadas/teias/tecidos).

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00:47 #6 no silêncio da madrugada, alguém explode um rojão – coincidência?

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