ho’oponopono

2019, abril 12, sexta-feira

«I love you. I’m sorry. Please forgive me. Thank you.»

maxresdefault

***

o quanto da sua história, da sua memória, ainda está reverberando no seu dia a dia?

faltei pela manhã. meu peito parece que dobrou de tamanho – sinto como se fosse explodir feito um balão. minha garganta arranha e não vocalizo. minha cabeça pesa demais. há excesso de muco… há excesso de tudo.

***

Ensaio sobre a dádiva [verbete – Ana Luísa Sertã e Sabrina Almeida]

NOTA SOBRE MARCEL MAUSS E O ENSAIO SOBRE A DÁDIVA [Marcos Lanna]

«[…] Como foi dito, Mauss (1983, p. 142) reconhece o caráter “descontínuo” de sua obra. A unidade desta deriva de um esforço “para organizar não meramente idéias, mas antes de tudo fatos […] tomados de civilizações [ainda] não categorizadas” (idem, p. 143). Ou melhor, seu interesse não seria tanto pelos fatos em si, mas por “grupos geográficos de fatos”; nesta passagem, Mauss cita como exemplo de “grupos geográficos de fatos” os “sistemas religiosos africanos – como [eles] se constituem” (MAUSS, 1983, p. 144). Avança ainda que se trata de um “estudo global sobre a noção de civilização” (idem, p. 151). Mauss parece consciente de que não era isso o que o público francês desejava, pois esse “público é ainda por demais apegado à metodologia sociológica e nossos estudantes e colegas por demais entrincheirados em reflexões filosóficas” (idem, p. 150). […]»

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