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carnabike

2019, março 1, sexta-feira

ida e volta da escola.

distância percorrida: ≅26,09km; tempo gasto: 1:28:38 (≅ 35min de ida e o resto na volta… passando pelo carnaval, com minha fantasia de professor pedal), sendo a média de velocidade no percurso foi de 17.6km/h (sendo que os últimos 300 metros… empurrando a bike ladeira acima, porque as pernas ficaram cansadas… e o coração já não aguentava). a velocidade máxima atingida foi 43,4km/h.

e segundo o cateye velo 8, calorias gastas foram 376,3… e depois da revisão… odômetro marca 49km (2019).

ps: e as melhoras aulas do dia, do mês, do ano… graças as queridas 211 e 213.

mexerica

2019, fevereiro 1, sexta-feira

ok, era pra dar duas demãos, mas a tinta deu só pra uma… e ficou tudo borrado, cheio de manchas… mas, enfim, pintamos o quarto de izabel, e com super ajuda de lulu. não ficou aquela belezura profissa, mas foi feito com muito carinho e um bocado de diversão. e ‘tá valendo…e hoje comprei os vidros que faltavam e as tábuas pra estante, agora é pintar a sala nesse final de semana, montar estante, e torcer para conseguir pagar tudo isso, um dia.

 

e agora chove muito em desterro.

acabaram-se as férias… segunda é dia de volta ao trabalho.

mas antes deixei izabel ler o parecer do serviço social sobre o nosso processo… contendo a fala de todos os envolvidos… e ouvimos, entre risadas, enquanto jantávamos na casa de minha mãe, a vó, a perspectiva dela… desse imbróglio. enfim, em março, se nenhum dos outros (dois) envolvidos se fizer de louco, temos a nossa última reunião de conciliação e izabel ganha mais um pai no seu registro civil, e eu ganho uma filha legal, pois afetiva ela já é há um bom tempo e biológica, desde que soube e fizemos o dna.

é moderna essa criatura… uma mãe e dois pais. todos problemáticas e com um parafuso a menos… coitada.

e oxalá, tudo se ajeite e este ano eu possa ter minha filha morando comigo pela primeira na vida. nunca tive essa oportunidade, e por mais que sejamos vizinhos e convivámos diariamente há quase 9 anos, ela sempre morou somente com a mãe dela. acredito que seria importante pra ela ter essa experiência e pra mim também, vai ser importante.

eu gosto de estar sozinho, mas acompanhando eu sou um ser humano muito melhor.

e que comece fevereiro. 

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Azuis aparecem de forma pontual, como na gaiola. Aquarela da Galeria Moura Marsia

o senhor já sabe: viver é etcétera…

2019, fevereiro 1, sexta-feira

dormir que é bom, nada.

eu ainda não comprei a estante… nem pintei a parede… era hoje eu sei. mas já começo a desmontar as caixas de livros e organizá-los e empilhá-los… meu deus… por que eu tenho tanto livro assim? abro uma página ao acaso de um livro ao acaso… e eis:

9788520912096-rosa-rosa-grande-sertao-veredas-1606977080«Ah, tem uma repetição, que sempre outras vezes em minha vida acontece. Eu atravesso as coisas – e no meio da travessia não vejo! – só estava era entretido na idéia dos lugares de saída e de chegada. Assaz o senhor sabe: a gente quer passar um rio a nado, e passa; mas vai dar na outra banda é num ponto muito mais em baixo, bem diverso dó que em primeiro se pensou. Viver não é muito perigoso?» (p. 51)

Trechos de Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

e aquela preguiça de digitar tudo… levou-me até aqui: «Miradas, olhares de (apenas) uma latino-americana». mais citações aqui:

A poesia de “Grande sertão: veredas”

ps: e aqui tá um calor dos infernos… são quase duas da manhã e ainda está quente… dora que está gostando… até ronca a desgraça. pus o ventilador na direção dela. eu amo árvores, livros e bichos. devia ter sido biólogo/botânico.