Archive for the '13' Category

ojalá podamos tener el coraje de estar solos y la valentía de arriesgarnos a estar juntos

2019, abril 13, sábado

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You’ve got to get yourself together
You’ve got stuck in a moment and you can’t get out of it
Don’t say that later will be better now
You’re stuck in a moment and you can’t get out of it

(…)

And if the night runs over
And if the day won’t last
And if your way should falter
Along the stony pass
It’s just a moment
This time will pass
Compositores: Adam Clayton / Dave Evans / Larry Mullen / Paul Hewson
***
Ojalá podamos tener el coraje de estar solos y la valentía de arriesgarnos a estar juntos
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dia de short treks

marte: crescer, tornar-se grande…

2019, março 13, quarta-feira

quarta cedo… dormir. ps: não se deixar atropelar. quarta-feira tarde… roteirizar as tarefas. organizar aulas… e arrematar com aquela fala sobre o dia oito de março que fala da clara zetkin, da kollontai e das camaradas soviéticas.

e marte chegou na casa um.

mas passei o dia inteiro com um aperto no coração.

as faltas, as dores e o sonho

2019, fevereiro 13, quarta-feira

Teu corpo da sinais. E tu te questionas se o que fazes da vida faz sentido ou te faz feliz. Há tanta dor, tanta estupidez e tanto medo. E enrolas o tempo até te sobrarem apenas frases de efeito e de motivação logo cedo… Vai, levanta… você consegue, você pode, você vai. Um banho frio pra acordar… Você deveria ser um exemplo. Você se veste… E na porta, na hora de ir você desaba. Você cede a dor (a visível e a invisível) e avisa que vai faltar.

Ok, bom dia, obrigado por avisar.

E aí o novo dilema: ir ao médico ou ir deitar. Você deita o colchão no chão e joga seu corpo à escuridão. Não a lá de fora, mas a de cá.

As dores continuam ali, antes e depois do véu onírico. São fisgadas visíveis no dente, um nariz obstruido… e toda uma escuridão invisível. Já são quase onze da manhã… resta em você apenas fragmentos do sonho… Você me surpreende no portão, nos encontramos ao acaso, há um reencontro num pub, a reunião entre estranhos familiares, o desejo, o café no quarto com os corpos nus, eu sou seu… e os dias voam, há uma construção vizinha, há os inquéritos pelos territórios e pelas faltas, há uma vila… um filme, um jurássico parque… eu escapo, nós escapamos, juntos, dos dentes e garras de um tiranossauro Rex ao pular o muro que nos cerca. Eu acordo. O que fazer? O problema, eu, essa minha falta, essa minha dor, esse meu atraso pra vida, continua tudo ali. Termino o texto, a confissão, o depoimento… é quase meio dia e tenho que resolver esse dia… se a manhã foi perdida, ainda há um dia todo por vencer.

Ainda há aulas pela tarde e pela noite e eu tenho dentes.

Hoje é aniversário de minha mãe. E não há como operar o coração de minha tia, pela complexidade vital, pelo risco de 99%… Há apenas medicação e recomendações comportamentais… paliativos para algum tipo de sobrevida, ou seja, uma nova vida, completamente diferente da anterior.

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editando: tenho posto uma imagem em toda as postagens, nesta acima, que fiz via aplicativo e na cama, não havia. hoje, um dia depois, encontrei:

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