Archive for the '16' Category

marful, tris-tras

[dom] 16 de dezembro de 2018

Tris-tras, por Marful

Eu nom sei que tes nos olhos, que se me miras tu matas
matas-me se pr’a mim ris, matas-me quando me falas.
Meus olhos choram por ver-te meu coraçom por amar-te
meus pés por chegar a ti meus braços por abraçar-te.
Desejava de te ver, trinta dias cada mês
cada semana o seu dia e cada dia umha vez.
Tes os olhinhos azuis inda agora reparei
se reparara mais cedo nom amava a quem amei.
Ai de mim que já nom podo cantar esta cantiguinha
dim que o amor é tam cego que nom sabe de maliÍcia
durante os primeiros anos todo é rosa sem espinhas.
Hà mulheres que lamem as latas como gatas
se nom che chega este mundo fai-te astrounauta
ai mulheres valentes que ensinam os dentes
ai mulheres que se pintam de caolim na Costa de Marfim di Rita
Riveiro; ai mulheres altas, redondas, coloradas
se nom che chega este mundo fai-te astronauta.

Composição: Dun Tema Do Repertorio De José Ramudo / Marcos Teira / Ugia Pedreira

Marful é un grupo de música galega composto por Ugia PedreiraMarcos TeiraPedro Pascual e Pablo Pascual

via certaspalavras.net, este blogue de Marco Neves, que sempre leio.

 

bela lugosi’s dead

[dom] 16 de dezembro de 2018

enquanto o sol torra lá fora. eu me refresco cá dentro. e tomo notas dos fragmentos ouvidos e lidos do dia.

***

Bauhaus /// Bela Lugosi’s Dead /// Compositores: Daniel Gaston Ash / Kevin Michael Dompe / David John Haskins / Peter John Murphy /// White on white translucent black capes / Back on the rack / Bela Lugosi’s dead / The bats have left the bell tower / The victims have been bled / Red velvet lines the black box / Bela Lugosi’s dead / Bela Lugosi’s dead / Undead, undead, undead / Undead, undead, undead / The virginal brides file past his tomb / Strewn with time’s dead flowers / Bereft in deathly bloom / Alone in a darkened room / The count / Bela Lugosi’s dead / Bela Lugosi’s dead / Bela Lugosi’s dead / Undead, undead, undead / Undead, undead, undead / Undead / Oh Bela / Bela’s undead / Oh Bela / Bela’s undead / Bela’s undead / Oh Bela / Bela’s undead / Oh Bela / Undead

 

não é cair: é voar com estilo

[sex] 16 de novembro de 2018

«I was going to write you a poem, but then I didn’t. A week ago I wrote you a tiny telegram e dizia “I’ll be home soon. Do not cry, Princess.” Foi dura pra caramba essa distância, mas é bom saber que você se fez rainha e que o afastamento de dois corpos em muito contribuiu para isso. Doeu, mas foi. E os santos padroeiros ajudaram: Sebastião, António, Jorge e as multidões revolucionárias que andam às cabeçadas com a crise económica. Às vezes penso na fazenda do meu pai. É como aquela imagem do rosto do tigre que me vem às barbas, mas depois passa. Também escuto as canções do Tim Maia mas nada resolve muito bem. Só sei da fazenda do pai, da fronha do tigre, do choro do mendigo e… vá lá, vai… já é do caraças. Fiz-me poeta para dizeres “Ok, don’t you understand?”, como dizia o rapaz à chuva. “Don’t you?” Isto não é um videoclipe, esquece. Alguns monges andam procurando mirra nas extremidades dos grãos da terra, mas já sabemos que isso é um valente estado de ilusão. Ou então é fé, sabe-se lá. Tu deves saber. Tu sabes muito sobre escavação e oração. Esta noite escrevi o terceiro pedido de casamento, mas acho que já não vais na conversa. Faz tripas, coração mas sei muito bem que me amas pelos olhinhos e nunca pelas coisas que um dia morrem de podres, zonas internas e tal. Poemas… bah! Andas aí empenhada em saber por que raio é que escrevo em inglês mas… nem eu sei. Deve ser tão mais fácil mentir em estrangeiro, disse que isto de poesia era tudo verdade mas, não sei não. Também achei que o amor tinha muito menos mutação que um plátano, e agora fico aqui sentada na fazenda assistindo à transição das estações. Alguém fez disto uma enorme ilusão, e olha que nem sei o que é a morte. My bad, or my luck. Os olhos da avó ainda são azuis. Está tudo igual naquela sala, só puxaram os sofás um pouco mais pra frente. É da crise, sei lá. A Europa não parece querer ter outra palavra. Vi que na cidade um homem se suspende a troco de dinheiro e que fica na praça por horas e horas. Faz um cento e tal de euros por mês. Saudade do Real, my friend… Saudade de tudo aquilo que a gente foi um dia mas agora só existem os poemas, a mentira dos poemas e a tradução dos poemas feita por heróis que julgam…sei lá, amar a história que já morreu. Guarda o número sessenta mil. Pode ser que te dê sorte.» Matilde Campilho

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3h27 calor dos infernos. mosquitos de toda a ordem e grau… zuuuuuneeeemmm… não consigo dormir. algo me engasga…

bandoli me apresenta essa pérola, matilde.

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Texturas.

Um dia foi semente,
um dia foi árvore.
Um dia foi parede,
noutro foi caixaria.
Hoje seus cortes suportam
a casa em construção…
guardam as marcas
do artífice e da arte.

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tomar nota:

«(…) Uma coisa que me ajudou muito foi entender a diferença que Djamila Ribeiro faz entre opressão e sofrimento. Outra foi um entrevista de Talíria Petrone em que ela fala de territórios e representatividade na esquerda. Estou lendo o que a Bell Hooks fala sobre classe e etnia no feminismo. Existe uma dialética não tão óbvia quanto se deveria sobre o lugar de fala e o lugar de escuta. Na verdade a dificuldade em relação ao lugar de fala elucida uma dificuldade nos espaços de escuta. Eu creio que estes espaços são moldados por um sistema estrutural histórico fudido e cada vez mais desenvolvido tecnologicamente de opressão. Aqui tivemos o projeto de miscigenação que produz um mito de democracia racial perigoso e uma cultura de estupro latente. Lélia Gonzalez creio que trabalha bem a relação do racismo com o sexismo ao mesmo tempo que constrói o conceito de amerfricanidade. Então nós, mulheres brancas brasileiras, sobretudo as que, como eu, são dos estratos mais pobres da classe trabalhadora, provavelmente somos muito mais resultado da Redenção de Cam do que da descendência WASP. O colorismo é um debate super complexo, ainda mais numa sociedade em que a PM é racista e a miscigenação é pautada na cultura de estupro. A Angela Davis tem uma reflexão sobre a história dos direitos civis nas Américas bem bacana também em que faz uma revisão da questão de gênero, étnica e de classe e como foram tratadas na história moderna das Américas esses temas e nos movimentos sociais, como foram reprimidos, a importância da construção coletiva de solução em oposição aos acentuados conflitos nos níveis das experiências e reconhecimentos individuais. (…)» D. A.

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4h17 upload… 297 de 779. é abril de 2011 ainda…

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9h57 já tomei café, mas ainda continuo com sono. roberta respondeu meu email cinco minutos atrás, parece que tirei 7,25. ufa (respondi 9/10…).

mas meu peito está pesado ainda, talvez a poeira de ontem… ou da dúvida de sempre.

mentalizar… pensar positivo, aproveitar o dia de sol.

***

23h43 dia longo. vasos, pias, portas e janelas… aos poucos a casa nova vai ganhando seu contorno. e nessa que habito provisoriamente… um ninho de formigas em mudança resolveu se alojar ao meu lado, no quarto… assim não vai dar, vou cortar relações.

a metáfora do tubarão

[ter] 16 de outubro de 2018

há algumas notas para registrar… desses últimos dias.

mas só consigo dizer…

abordagens psicológicas e o big data… e lá vamos nós eleitores/consumidores para o abismo/matadouro.

«Qual é a melhor placa para eu fincar na areia?… A metáfora do tubarão no limite da ética».

preciso ler…

na fila:

ÉTICA E PÓSVERDADE de Christian Dunker, Cristovão Tezza, Julián Fuks, Marcia Tiburi e Vladimir Safatle

A ARQUEOLOGIA DO SABER de Michel Foucaul

Verdade e diferença no pensamento de Michel Foucault, por Cesar Candiotto

«Nos anos 1990, Woody Allen dizia que o mundo podia ser horrível, mas ainda era o único lugar onde se poderia comer um bife decente. Nos anos 2000, Cyfer, o personagem de Matrix que decide voltar para o mundo da ilusão, declara: “a ignorância é uma bênção”. Portanto, não deveríamos nos assustar quando o dicionário Oxford declara o termo “pós-verdade” a palavra do ano de 2016. Uma longa jornada filosófica e cultural foi necessária para que primeiro aposentássemos a noção de sujeito, depois nos apaixonássemos pelo Real, para finalmente chegar ao estado presente no qual a verdade é apenas mais uma participante do jogo, sem privilégios ou prerrogativas». A Pós-Verdade e seu tempo político  por Christian Dunker

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El sembrador de fuego

El sembrador de fuego / O semeador de fogo / The fire sower

«O pintor deste quadro – neste caso, podemos dizer – criou coragem de reconhecer a existência de um medo geral e profundo, e de expressá-la através da sua arte, assim como outros tiveram a ousadia (ou não conseguiram evitar) de escolher como tema o desejo consciente ou inconsciente de destruição, que também é geral, tornando, deste modo, visível a desagregação que termina no caos. Eles o fizeram com a “superioridade” da paixão herostrática¹, que não conhece nem o temor, nem o que virá depois. Mas, o medo é uma confissão de inferioridade em que a pessoa, assustada pelo caos, almeja uma realidade firme e palpável, a continuidade do já existente, e a satisfação da mente, a cultura. Quem tem medo está ciente de que a desagregação do nosso mundo é o resultado da insuficiência dele, e que a este mundo falta algo essencial, que poderia evitar o caos. Contra o estado fragmentário do passado, o mundo tem que contrapor o anseio de ser total e inteiro. Mas já que isto, aparentemente, não pode ser encontrado na atualidade, então também não há possibilidade de imaginar aquilo que integra as partes num todo. Tornamo-nos céticos, e os ideais quiméricos de melhorar o mundo estão em cotação baixa. Por esse motivo também não se acredita, ou só se acredita parcialmente, nas velhas fórmulas que acabaram fracassando. A ausência de imagens de…

1 [HERÓSTRATO destruiu, em 365 a.C., o templo de Ártemis, em Éfeso, para eternizar o seu nome]». em «Um Mito Moderno Sobre Coisas vistas no Céu» Carl Gustav Jung

***

vento leste / garoa constante

rima istmo / estreito peito /

rema a eito / atravessa triste

a tarde estreita / dos continentes

ou oceanos / de gente deserta /

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«(…) 7. Farto também estou das tuas ideias claras e distintas a respeito de muitas outras coisas, e é só pra contrabalançar tua lucidez que confesso aqui minha confusão, mas não conclua daí qualquer sugestão de equilíbrio, menos ainda que eu esteja traindo uma suposta fé na “ordem”, afinal, vai longe o tempo em que eu mesmo acreditava no propalado arranjo universal (que uns colocam no começo da história, e outros, como você, colocam no fim dela), e hoje, se ponho o olho fora da janela, além do incontido arroto, ainda fico espantado com este mundo simulado que não perde essa mania de fingir que está de pé. (…) »«O ventre seco».  Raduan Nassar. In: Menina a caminho. Cia das Letras.

 

soma não zero

[dom] 16 de setembro de 2018

a chegada (2016), de denis villeneuve.

e a hipótese sapir-whorf

mas é só tristeza

[qui] 16 de agosto de 2018

parece cocaína mas é só tristeza, talvez tua cidade / muitos temores nascem do cansaço e da solidão / descompasso e desperdício / herdeiros são a glória da virtude que perdemos / há tempos tive um sonho / não me lembro, não me lembro // tua tristeza é tão exata / e hoje o dia é tão bonito / já estamos acostumados / a não termos mais nem isso / os sonhos vêm e os sonhos vão / o resto é imperfeito // disseste que se tua voz tivesse força igual / à imensa dor que sentes / teu grito acordaria não só a tua casa / mas a vizinhança inteira // e há tempos nem os santos têm ao certo a medida da maldade / há tempos são os jovens que adoecem / há tempos o encanto está ausente / e há ferrugem nos sorrisos / e só o acaso estende os braços / a quem procura abrigo e proteção // meu amor, disciplina é liberdade / compaixão é fortaleza / ter bondade é ter coragem / lá em casa tem um poço / mas a água é muito limpa // há tempos // legião urbana // composição: dado villa-lobos, marcelo bonfá e renato russo.

 

bora fazer uma lista do que é importante e porque eu não deveria reclamar…

mas também uma lista do que me faz mal…

e outra, das coisas que preciso mudar.

***

das releituras:

este abaixo e outros trechos do artigo Estado e Indivíduo sob o Nacional-socialismoIn: Marcuse, Herbert. Tecnologia, guerra e fascismo, São Paulo: Editora UNESP, 1999

«Chegamos ao final de nossa pesquisa inicial. Procuramos mostrar que a sociedade nacional-socialista tende a ser tornar o governo direto dos grupos sociais mais poderosos que conquistaram ou aboliram todas as instituições legais e políticas que se interpunham entre seus interesses particulares e a comunidade. Seu regime, longe de suprimi-lo, emancipou o individuo humano em seus instintos e aspectos mais sinistros. O nacional-socialismo não é uma revolução absolutista, nem socialista, nem niilista. A Nova Ordem possui um conteúdo bastante afirmativo: organizar a forma mais agressiva e destrutiva de imperialismo que a era moderna jamais viu»

ipê roxo em floração

[seg] 16 de julho de 2018

o ipê roxo em floração…

e eu tenho que fazer um esforço danado para sair de casa. semana de formação…

tonight no poetry will serve

[qua] 16 de maio de 2018

da série #umpoetaumpoemapordia

Adrienne Rich

Tonight No Poetry Will Serve
May 26, 2008

Saw you walking barefoot
taking a long look
at the new moon’s eyelid

later spread
sleep-fallen, naked in your dark hair
asleep but not oblivious
of the unslept unsleeping
elsewhere

Tonight I think
no poetry
will serve

Syntax of rendition:

verb pilots the plane
adverb modifies action

verb force-feeds noun
submerges the subject
noun is choking
verb disgraced goes on doing

there are adjectives up for sale

now diagram the sentence

«el bell ocell que desxifra el desconegut a una parella d’enamorats»

[seg] 16 de abril de 2018

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Joan Miró, “El bell ocell que desxifra el desconegut a una parella d’enamorats”.
(Surrealismo, 1941).

 

***

“Entendo aqui por humanização […] o processo que confirma no homem aqueles traços que reputamos essenciais, como o exercício da reflexão, a aquisição do saber, a boa disposição para com o próximo, o afinamento das emoções, a capacidade de penetrar nos problemas da vida, o senso da beleza, a percepção da complexidade do mundo e dos seres, o cultivo do humor. A literatura desenvolve em nós a quota de humanidade na medida em que nos torna mais compreensivos e abertos para a natureza, a sociedade, o semelhante” (CÂNDIDO, 1995, p. 249).

CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. 1995.

 

i’m not a robot

[sex] 16 de março de 2018

acordei assustado. perdi a hora. corri, cabelos desgrenhados ao vento abafado… andei, e quando havia perdido a esperança de uma carona, ganhei. cheguei, quase, em tempo. protocolo #1 cumprido.

verification expired. check the checkbox again…

há um zunido na cabeça. falta de sono. o horóscopo do dia aponta:

«você se acostumou demais a fazer dar certo as coisas com seu método e estratégias, mas acontece que não há mais garantia de repetir esse sucesso, o que indica que seria necessário você usar um pouco mais de criatividade.»

***

a única coisa “bacana” da hora atividade obrigatória é que você fica lá, na escola, de bobeira, com outrxs profxs, e o papo vai fluindo…

e a anedota engraçada contada ontem, um diálogo hipotético entre um professor e um aluno. indaga o professor: «meu, por que você pra escola?». responde o aluno: «porque se eu não vier… a mãe briga, diz que eu fico enchendo o saco dela se fico em casa». professor faz a réplica: «então você vem pra escola para encher o meu saco?! porque você não volta pro saco do teu pai, criatura?».

***

e segui cantarolando pela manhã… desde de ontem, ecoa no meu subconsciente…

Listen to the man // George Barnett // I feel your head resting heavy on your single bed / I want to hear all about it / Get it all of your chest, oh / I feel the tears and you’re not alone, oh / When I hold you, well I won’t let go, oh / Why should we care for what they’re selling us anyway? / We’re so younger than you know, whoa / You don’t have to be there, babe / You don’t have to be scared, babe / You don’t need of plan of what you wanna do / Won’t you listen to the man that’s loving you / Your world keeps spinning and you can’t jump off / But I will catch you if you fall I can’t tell you enough / I hate to hear that you’re feeling low / I hate to hear that you won’t come home / Why should we care for what they’re selling us anyway? / We’re so younger than you know, whoa / You don’t have to be there, babe / You don’t have to be scared, babe / You don’t need of plan of what you wanna do / Won’t you listen to the man that’s loving you, whoa, whoa, whoa. / Easy, easy and a one, two, three, oh / Easy, breazy if you come with me, oh / Easy, easy and a one, two, three, four, five, six, seven eight, nine / You don’t have to be there, babe / You don’t have to be scared, babe / You don’t need of plan of what you wanna do / Won’t you listen to the man that’s loving you, whoa, whoa, whoa / You don’t have to be there, babe / You don’t have to be scared, babe / You don’t need of plan of what you wanna do / Won’t you listen to the man that’s loving you, whoa, whoa, whoa / Compositores: George Barnett e Joel Laslett Pott

***

encontrei giulia… ex-aluna. conversamos sobre como é gostoso morar nos bairros em que moramos… cacupé e sambaqui, e viajar de ônibus. e sobre nossas escolas… pessoas comuns e ela me falou sobre seus sonhos… novas pedagogias.

***

notas mentais aleatórias no busão: «entre quem eu deveria ser, quem eu projeto ser, quem eu consigo ser e quem eu gostaria de ser há vãos enormes… hábito essas lacunas.»

***

o oráculo diz: nesse momento de indefinições temporárias e de acentuação de contradições, deixa as coisas cozinhando ai dentro… e cuidado para não queimar seu filme.

***

a configuração padrão é o pensamento linear. mas rapaz… use o seu pensamento lateral. pois a «solução mais elegante se apresenta quando você aborda o problema de lado, em vez de respondê-lo de frente».

siga os comandos

1> liste os pressupostos;

2> Verbalize o que está “convencionado”;

3> Pergunte-se (redefina o protocolo);

4> Comece voltando para trás (engendre a reversão);

5> Mude a perspectiva (estranhe, estranhe-se, seja um outsider).

espere o sol se por…

 

Sequência-de-seis-completapensamento-lateral-

***

fim da primeira edição. 13h35

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