Archive for the '19' Category

7,25

[seg] 19 de novembro de 2018

chá com folhas de goiaba e pitanga para as coisas do estômago.

dorflex para a omoplata.

e para a ansiedade… cama, quarto e silêncio. eu deveria estar fazendo um monte de coisas… havia leitura para hoje em teoria literária, tem trabalho final de estudos gramaticais para sexta-feira… tem que organizar aula amanhã… tem uma quantidade enorme de aulas e notas para digitar dos meus alunos… e eu apenas não sinto vontade de nada.

ps: não jogar a tolha… falta tão pouco pra terminar o semestre.

*

e minha futura casa não sairia sem a lida diária de meu pai.

 

 

irmãos da lua

[sex] 19 de outubro de 2018

Irmãos da lua // composição: Renato Teixeira // Somos todos irmãos da lua / Moramos na mesma rua / Bebemos no mesmo copo / A mesma bebida crua / O caminho já não é novo / Por ele é que passa o povo / Farinha do mesmo saco / Galinha do mesmo ovo / Mas nada é melhor, que a água / A terra é a mãe de todos / O ar é que toca o homem / E o homem maneja o fogo / E o homem possui a fala / E a fala edifica o canto / E o canto repousa a alma / Da alma depende a calma / E a calma é irmã do simples / E o simples resolve tudo / Mas tudo na vida às vezes / Consiste em não se ter nada

madruguei. cansado… e pela tarde, avançamos na escada. pela noite… a ventania, a peça. sexta-feira acabou.

o que a gente quer dizer nem sempre é o que a gente diz

[qua] 19 de setembro de 2018

As palavras negativas ou n-words

Mímesis: a tinta como pele histórica

O Poder da Arte – Caravaggio

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***

preciso apenas controlar a ansiedade. deixar rolar…

 

fibonacci

[qui] 19 de julho de 2018

«se você fosse um bicho, qual seria e por quê?»

gato… pela beleza, autonomia e gestualidade. cão… pela fidelidade, companheirismo e afeto. caracol… pela poesia, pelo tempo, por fibonacci.

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na distância do mundo

[sáb] 19 de maio de 2018

a personagem.

é nítida a sua negação. e como tem abandonado o corpo e a vida aos movimentos sem sentido, desconexos. é distante. talvez haja uma certa autopunição implícita, uma renúncia, ou algo do gênero. dos fatos: não responde aos contatos, e abandonou as rotinas básicas de cuidado para consigo e para com os demais; é recorrente a falta ao emprego, e não realiza o seu trabalho de forma eficaz. se enrola. está em fuga. permanece nos seus espaços de conforto. longe de qualquer contato mais profundo e humano.

acordei pensando nisto. na distância do mundo.

***

Kid Abelha – Nada Sei (Apnéia)

Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber…

Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar…

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante

Vou errando
Enquanto tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar…

Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar…

Nesse mar, os segundos
Insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só prá me afogar…

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar…

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo
Me deixar passar
Errando
Enquanto o tempo me deixar…

Composição: George Israel / Paula Toller

 

nossa memória formatável e reformatável

[qui] 19 de abril de 2018

notas:

canal do saber> Por que ler Marx? | Clóvis de Barros Filho

canal do saber> NEUROCIÊNCIA APLICADA AO DIREITO | NEUROLAW | CLAUDIA FEITOSA-SANTANA

http://fichamentos-vento.blogspot.com.br/2008/

 

 

 

tab a

[seg] 19 de março de 2018

começar a semana dormindo duas horas é animador. ir para aula sem ler os textos… desafiador. gramática criativa… interessante, e cantigas de amor e de amigo… preciso voltar e reler…

e para os textos de literatura… comprei cachaça para joder com a autocensura/superego… mas disto nada adiantará se não dedicar um punhado de tempo para as leituras dos textos base e textos extras…

ou jogo a toalha. e vou dormir.

saldo do dia: segundo texto não enviado para a disciplina. mas tive um insight para o artigo final… “Soneto”

e o tab a chegou.

***

ENTRE LO QUE VEO Y DIGO… /  A Roman Jakobson / 1 / Entre lo que veo y digo, / entre lo que digo y callo, / entre lo que callo y sueño, / entre lo que sueño y olvido, / la poesía. / Se desliza / entre el sí y el no: / dice / lo que callo, / calla / lo que digo, / sueña / lo que olvido. / No es un decir: / es un hacer. / Es un hacer / que es un decir. / La poesía / se dice y se oye: / es real. / Y apenas digo / es real, / se disipa. / ¿Así es más real? / 2 / Idea palpable, / palabra / impalpable: / la poesía / va y viene / entre lo que es / y lo que no es. / Teje reflejos / y los desteje. / La poesía / siembra ojos en la página, / siembra palabras en los ojos. / Los ojos hablan, / las palabras miran, / las miradas piensan. / Oír / los pensamientos, / ver / lo que decimos, / tocar / el cuerpo de la idea. / Los ojos / se / cierran, / las palabras se abren. / Octavio Paz.

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Madredeus – O pastor – 0:03 // Composição: Pedro Ayres Magalhães // Ai que ninguém volta / Ao que já deixou / Ninguém larga a grande roda / Ninguém sabe onde é que andou / Ai que ninguém lembra / Nem o que sonhou / (E) aquele menino canta / A cantiga do pastor / Ao largo / Ainda arde / A barca / Da fantasia / E o meu sonho acaba tarde / Deixa a alma de vigia / Ao largo / Ainda arde / A barca / Da fantasia / E o meu sonho acaba tarde / Acordar é que eu não queria.

Madredeus – A vaca de fogo – 3:28 // Composição: Pedro Ayres Magalhães / Gabriel Gomes // À porta daquela igreja / Vai um grande corrupio (2x) / Às voltas de uma coisa velha / Reina grande confusão (2x) / Os putos já fogem dela / Deitam fogo a rebentar (2x) / Soltaram uma vaca em chamas / Com um homem a guiar (2x) / São voltas / Ai, amor, são voltas / São as voltas / São as voltas da maralha / Ai, são voltas / Ai, amor, são voltas / São as voltas da canalha / Ai, são voltas, sete voltas / São as voltas da maralha / Ai, são voltas, sete voltas / São as voltas da canalha (refrão) / À porta daquela igreja / Vive o ser tradicional (2x) / Às voltas de uma coisa velha / E não muda a condição (2x) / À porta daquela igreja / Vai um grande corrupio (2x) / Às voltas de uma coisa velha / Reina grande confusão (2x).

Madredeus – Os senhores da guerra – 7:38 // Composição: Pedro Ayres Magalhães / Francisco Ribeiro // Lá fora estão os Senhores da guerra / E cantam já hinos de vitória / Qual é a história desta terra? / É o medo / Ali mesmo / Cá dentro estão os homens à espera / Unidos no destino da terra / Já não há memória de paz na / Terra / E o medo / Ali mesmo / Ó terra / Mais um dia a nascer / Ai, é menos um dia a perder / É tão pouca a glória duma guerra / E os homens que fazem as vitórias / Já não há memória de paz na terra / E o medo.

***

e que venha a noite.

matéria escura

[seg] 19 de fevereiro de 2018

https_images.genius.com970babc11d5e75dfb28574efabc0f98d.600x594x1Worry worry worry / Worry is all I can do / Oh worry worry worry baby / Worry is all I can do / Oh my life is so miserable baby / Baby, and its all on account of you // You hurt me so bad baby / When you said we were through / Oh you hurt me / You know you hurt me so bad baby / When you said we were through / Oh but I would rather be dead baby / Then to be here so alone and blue // Someday baby / Oh someday baby / Oh! someday baby / Oh! oh! oh oh yes / Oh! someday baby // Yes someday, baby / When the blood runs cold in my veins / Someday, baby / When the blood runs cold in my veins / You know you won’t be able to hurt me no more baby / ‘Cause my heart won’t feel no pain // BB King

https://www.youtube.com/watch?v=ZeL0_srvtsA

Dark Matter / When your eyesPause on the ballThat hangs on the third branch from a starYou remember why it got darkAnd why it is getting light againThe Earth (like the heart) leans back in it’s seatAnd, like that, it travels along an orbitDrawn in the darknessUnpolished pearl In sky-blackPalm of handsFlickering sun-flameYou rememberThat you are yourself a light-bearerWho receives her radiance from others // Björk

caminho da gurita

[sex] 19 de janeiro de 2018

a memória enganava… a ultima vez que estive lá foi em dezembro de 2007. P_20180119_122704_PN pouco mais de dez anos depois volto… a trilha é leve-moderada, bonita e pelas chuvas em demasia das ultimas semanas… muita lama havia. mas valeu a tarde com a filha, com a sobrinha e com os colegas e amiga sabrina. 26814936_10156033036047354_2538898356258334410_n

 

you really think you’re in control. well, i think you’re crazy

[ter] 19 de dezembro de 2017

10h38. garoa lá fora. a casa uma bagunça… dormi mal. e há algumas poucas coisas por fechar  no professor online. youtube no modo aleátorio:

« Às vezes » por Tulipa Ruiz

Às vezes quando eu vou à Augusta / O que mais me assusta é o teu jeito de olhar / De me ignorar / Toda em tons de azul // Teu ar displicente invade meu espaço / E eu caio no laço exatamente do jeito / Um crime perfeito / It’s all right, baby blue // Garupa de moto, a quina da loto saiu pra você / Sem nome e o endereço é de hotel, eu mereço / Até outra vez // Às vezes quando eu chego em casa / O silêncio me arrasa e eu ligo logo a TV / Só então eu ligo pr’ocê, descubro que já sumiu // Não sei em qual festa que eu te garimpei / Cantanto “lay mister lay”, será que foi no meu tio? / Ou em algum bar do Brasil… / Sei lá, eu fui mais de mil // Cheguei bem tarde, o vinho estava no fim / E alguém passou o chapéu pra mim e gritou / É grana pra mais bebum e eu não paguei // Às vezes quando eu vou ao shopping / Escuto “Money for Nothing” e então começo a lembrar / Que eu tocava num bar e que uma corda quebrou // Foi um deus-nos-acuda, eu apelei pro meu Buda / Te peguei pelo braço e nós fomos embora / Eu disse: Baby, não chora, amor de primeira hora // A vida é chata, mas ser platéia é pior / E que papel o meu / Chá quente na cama, sorvete, torta, banana, lua de mel // Às vezes quando eu vou ao centro da cidade / Evito, mas entro no mesmo bar que você / Nem imagino o porquê, se eu nem queria beber // Reparo em sua roupa, na loira ao seu lado / No seu ar cansado que nem mesmo me vê / Olhando pr’ocê, pedindo outro “fernet” // Será que não chega, já estou me repetindo / Eu vivo mentindo pra mim / Outro sim, outra “trip”, outro tchau / Outro caso banal, tão normal, tão chinfrim // Às vezes eu até pego uma estrada / E a cada belo horizonte eu diviso o seu rosto / A face oculta da lua soprando ainda sou sua // Compositores: Gustavo Roiz Chagas e Tulipa Roiz Chagas

« Crazy » Glass Animals (cover)

 

« Crazy » Gnarls Barkley

I remember when, I remember, I remember when I lost my mind / There was something so pleasant about that place / Even your emotions had an echo / In so much space // And when you’re out there, without care / Yeah, I was out of touch / But it wasn’t because I didn’t know enough / I just knew too much // Does that make me crazy? / Does that make me crazy? / Does that make me crazy? / Possibly // And I hope that you are having the time of your life / But think twice, that’s my only advice / Come on now, who do you, who do you, who do you / Who do you think you are? / Ha, ha, ha, bless your soul / You really think you’re in control // Well, I think you’re crazy / I think you’re crazy / I think you’re crazy / Just like me // My heroes had the heart to lose their lives out on a limb / And all I remember is thinking, “I want to be like them” / Ever since I was little, ever since I was little it looked like fun / And it’s no coincidence I’ve come / And I can die when I’m done // Maybe I’m crazy / Maybe you’re crazy / Maybe we’re crazy / Probably / Composição: Brian Burton / Gian Piero Reverberi / Gianfranco Reverberi / Thomas Callaway

« Cinco Minutos » Ellen Oléria, Walmir Borges e Alma Thomas (cover)

Nã, nã, nã, nã, nã, na / Pedi você / Prá esperar 5 minutos só / Você foi embora sem me atender / Não sabe o que perdeu / Pois você não viu, você não viu… / Como eu fiquei / Pedi você prá esperar 5 minutos só / Você foi embora, embora, embora / Sem me atender… / Pois você não viu… / Não sabe o que perdeu / Pois você não viu, não viu, não viu / Como eu fiquei / Dizem que foi chorando, sorrindo, cantando / Os meus amigos, meus amigos, até disseram / Que foi amando, amando / Pois você não sabe, você não sabe / E nunca, e nunca, e nunca, e nunca, / E nunca, e nunca, e nunca vai saber porque / Pois você não sabe quanto vale 5 minutos, 5 minutos na vida / Pois você não sabe e nunca vai saber porque / Pois você não sabe quanto valem 5 minutos na vida // Composição: Jorge Ben Jor

«  Tigresa » Caetano Veloso e Ney Matogrosso

Uma tigresa de unhas negras e íris cor de mel / Uma mulher, uma beleza que me aconteceu / Esfregando a pele de ouro marrom do seu corpo contra o meu / Me falou que o mal é bom e o bem cruel // Enquanto os pelos dessa deusa tremem ao vento ateu / Ela me conta, sem certeza, tudo o que viveu / Que gostava de política em 1966 / E hoje dança no Frenetic Dancing Days // Ela me conta que era atriz e trabalhou no Hair / Com alguns homens foi feliz, com outros foi mulher / Que tem muito ódio no coração, que tem dado muito amor / E espalhado muito prazer e muita dor // Mas ela ao mesmo tempo diz que tudo vai mudar / Porque ela vai ser o que quis, inventando um lugar / Onde a gente e a natureza feliz vivam sempre em comunhão / E a tigresa possa mais do que o leão // As garras da felina me marcaram o coração / Mas as besteiras de menina que ela disse, não / E eu corri pra o violão num lamento, e a manhã nasceu azul / Como é bom poder tocar um instrumento // Composição: Caetano Veloso

 « Zero » Liniker
« Preciso Me Encontrar » Cartola

Deixe-me ir / Preciso andar / Vou por aí a procurar / Rir pra não chorar / Deixe-me ir / Preciso andar / Vou por aí a procurar / Rir pra não chorar // Quero assistir ao sol nascer / Ver as águas dos rios correr / Ouvir os pássaros cantar / Eu quero nascer / Quero viver // Deixe-me ir / Preciso andar / Vou por aí a procurar / Rir pra não chorar / Se alguém por mim perguntar / Diga que eu só vou voltar / Depois que me encontrar // Quero assistir ao sol nascer / Ver as águas dos rios correr / Ouvir os pássaros cantar / Eu quero nascer / Quero viver // Deixe-me ir / Preciso andar / Vou por aí a procurar / Rir pra não chorar // Deixe-me ir preciso andar / Vou por aí a procurar / Rir pra não chorar / Deixe-me ir preciso andar / Vou por aí a procurar / Rir pra não chorar // Composição: Candeia

« Apenas Mais Uma de Amor » Lulu Santos e Tulipa Ruiz

Eu gosto tanto de você / Que até prefiro esconder / Deixo assim ficar / Subentendido // Como uma ideia que existe na cabeça / E não tem a menor pretensão de acontecer // Eu acho isso tão bonito / de ser abstrato, baby / A beleza é mesmo tão fugaz // É uma ideia que existe na cabeça / E não tem a menor pretensão de acontecer // Pode até parecer fraqueza / Pois que seja fraqueza então / A alegria que me dá / Isso vai sem eu dizer // Se amanhã não for nada disso / Caberá só a mim esquecer / O que eu ganho, o que eu perco / Ninguém precisa saber // Composição: Lulu Santos

« Muderno » Diego Moraes

Eu olho muito pro céu / É que eu ando de ônibus / Bebo no copo de requeijão / Combino terno e chinelo / Gasto tudo que ganho / Com farrinha barata / Trabalho o ano inteiro / Mas a minha grana / Não dá nem pro cheiro // Eu olho muito pro céu / É que eu ando de ônibus / Bebo no copo de requeijão / Combino terno e chinelo / Gasto tudo que ganho / Com farrinha barata / Trabalho o ano inteiro / Mas a minha grana / Não dá nem pro cheiro // Quando minha mãe me liga / Digo que está tudo bem / E diante da rotina / Que você nunca vem / Volto pra casa / Desarrumada / Nada tem pra fazer / Vou pra cozinha / Puto da vida / E um miojo vai bem // Eu olho muito pro céu / É que eu ando de ônibus / Bebo no copo de requeijão / Combino terno e chinelo / Gasto tudo que ganho / Com farrinha barata / Trabalho o ano inteiro / Mas a minha grana / Não dá nem // Trabalho o ano inteiro / Mas a minha grana / Não dá nem pro cheiro / Trabalho o ano inteiro / Mas a minha grana… // Composição: Diego Moraes

***

to be continued… pois agora vou por em dia, as coisas do dia.

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