Archive for the '25' Category

acorda , humanidade! abaixo a gravidade… superoutro

[dom] 25 de novembro de 2018

Superoutro – Edgar Navarro (1989)

Direção/ Roteiro/ Produção/ Edição: Edgard Navarro
Fotografia: Lázaro Faria
Trilha original: Celso Aguiar
Duração: 48 min
Ano: 1989
Formato: 35mm
País: Brasil
Cor: Colorido

Nada é sagrado!
Superoutro, o libelo seminal de Edgard Navarro
por Juliano Gomes

Conexão Cinema – Superoutro, com Edgard Navarro

***

algo errado. estou nervoso. quase tive uma crise de choro…  respirar fundo.

constato. enfezado. eu não me aguento. não ficar bruto. às vezes o buraco interior é tão vasto que eu não consigo não desabar precipício abaixo.

eu e minhas doses diárias de micro suicídios.

humano, demasiado humano

[qui] 25 de outubro de 2018

dia de terapia.

planejei o dia… não consegui fazer tudo. voltei para casa e fui dormir. há uma dor no peito.

devo ficar atento ao que provoca essa reação/necessidade de isolamento/recuo diante do outro -> trazer pra [contração da preposição para- com artigo definido -a] concretude do cotidiano -> exemplificar -> definir objeto de análise e estudá-lo [pronome oblíquo átono -o, que após a terminação verbal -z, -s, -r (forma infinitiva do verbo), assume a forma -lo, no caso, estudar+o (contração do verbo com o pronome, apaga-se a marca de infinitivo e de indicativo)].

***

«Nada impede tanto ser natural quanto o desejo de parecer.» François de La Rochefoucauld

***

Humano, Demasiado Humano – Friedrich Nietzsche

insônia

[ter] 25 de setembro de 2018

insônia

aula logo mais… prova amanhã. faltei ontem. não fiz nada nos últimos três dias e meio… tudo desorganizado. rolo na cama de um lado para o outro. ansiedade só aumenta…

é esse calor infernal que chega com a primavera. é a estupidez alheia, fascista… e a necessidade de deixar claro #elenão

um pálido ponto azul no oceano cósmico

[sex] 25 de maio de 2018

hoje espero ter encerrado uma etapa, um círculo de dor. e adentrar noutra etapa, menos dolorosa, mais viva… cósmica.

«o cosmos é tudo o que existiu, existe ou existirá» Carl Sagan

«os primeiros homens criados e formados foram chamados de feiticeiro do riso fatal, feiticeiro da noite, desleixado e feiticeiro negro […]. foram dotados de inteligência, conseguiam saber de tudo que existia no mundo. quando olhavam, viam no mesmo instante tudo o que havia à sua volta e contemplavam por sua vez o arco do céu e a superfície redonda da terra […]. [então disse o criador]: “eles sabem tudo […] o que faremos com eles agora? que sua vista alcance apenas o que lhes está próximo; que só enxerguem um pouco da superfície da terra! […] não são eles, por natureza, simples criaturas criadas de nossa feitura? têm de ser deuses também?”» popol vuh, dos maias quichés.

«o conhecido é finito, o desconhecido, infinito; intelectualmente estamos numa ilhota no meio de um oceano ilimitado de inexplicabilidade. nossa função em cada geração é reivindicar um pouco mais de terra firme.»  t. h. huxley, 1887

comecei a leitura [cosmos, de carl sagan], nessas algumas horas de espera de hoje.

dia de microcirurgia.

e de greve dos caminhoneiros (ou um locaute!?). o caos das ruas não me pegou… deu tudo certo,

e oito dias de atestado médico para ficar de molho.

e fui-me embora com dor e agradecido.

rascunhei um poema [querido antônio],

tive um insight para reescrever outro poema [aquele do oceano]

e algumas frases para o poemas que estou a escrever

the vulture

[qui] 26 de abril de 2018

no labirinto… perdendo-me das tarefas urgentes…

***

Gilberto Gil – Back in Bahia

Lobão – Me Chama

30830352_436140250132711_2738937186240954368_n

the vulture

dragging his hunger through the sky
of my skull shell of sky and earth

stooping to the prone who must
soon take up their life and walk

mocked by a tissue that may not serve
till hunger earth and sky be offal

Samuel Beckett

 

***

modenburg – a bridge between edinburgh and modena

 

we dont deserve love

[dom] 25 de março de 2018

ok. depois de me arrastar durante os últimos dois dias e meio… são oito e quarenta da noite, faltam ainda cinco páginas para finalizar o texto de linguística que apresentarei amanhã cedo. terminarei… se eu não me perder por aqui!?!

mas os textos de literatura (brasileira e portuguesa) vão passar batido, e as aulas de amanhã… vou rascunhar pela tarde. ainda não fiz o plano de ensino das aulas de sociologia e estou seriamente pensando em jogar a toalha em literatura brasileira.

okay, nada de novo no front.

***

Arcade Fire - We Don't Deserve Love

Keep both eyes on the road tonight
‘Cause I’m driving home to you
A terrible song on the radio
Baby, what else is new?

You don’t want to talk
You don’t want to touch
You don’t even wanna watch TV
You say I can’t see the forest for the trees
So burn it all down, and bring the ashes to me

Keep both eyes on the road tonight
‘Cause God knows where I’ve been
Officer please, don’t check my breath
That ain’t my only sin

You don’t want to talk
You don’t want to touch
You don’t even wanna watch TV
If you can’t see the forest for the trees
Just burn it all down, and bring the ashes to me

Keep you waiting, hour after hour
Every night, in your lonely tower
Looking down at all the wreckage
When we met, you’d never expect this
And you said, maybe we don’t deserve love
Maybe we don’t deserve love
Maybe we don’t deserve love
We don’t deserve
We don’t deserve love
Maybe we don’t deserve love

Keep both eyes on the road tonight
‘Cause I’m driving home to you
A terrible song on the radio
Baby, what else is new?
Been hiding my scars in broad daylight bars
Behind laugh tracks on TV
If you can’t see the forest for the trees
Just burn it all down, and bring the ashes to me

Keep you waiting, hour after hour
Every night, in your lonely tower
Looking down at all the wreckage
When we met you’d never expect this
And you say, maybe we don’t deserve love
Keep you waiting, hour after hour
Every night, in your lonely tower
Looking down at all the wreckage
When we met you’d never expect this
And you say, maybe we don’t deserve love
Maybe we don’t deserve love
Maybe we don’t deserve love
We don’t deserve
We don’t deserve love
(We don’t deserve love)

Mary, roll away the stone
The men that you love
Always leave you alone
Well go on Mary
Roll away the stone
The men you love always leave you alone
You hear your mother screaming
You hear your daddy shout
You try to figure it out
You never figure it out
Your mother’s screaming
That you don’t deserve love
If you don’t deserve love
And if I don’t deserve love
Could we deserve?
Come down off your cross
And tell me!
It’s always the Christ-types
Mary, roll away the stone
The one that you love
Is gonna leave you alone
Particularly the Christ-types
Mary, roll away the stone
The one you love
Always leave you alone
It’s always the Christ-types
You’re waiting on

 

***

roberto ferri29432323_1741047902604986_2172633099584667648_n

os brutos também amam

[dom] 25 de fevereiro de 2018

sessão tripla de cinema…

e não fiz os planos para semana… em algum dado momento vou pagar a conta.

estrelas além do tempologan e ghost in the shell.

referências… curto referências. e segue anotado ai, mais um filme para lista.

***

e o poema que recebi de juliana, mas antes algumas pesquisas…

Pequenos Poemas em Prosa – Charles Baudelaire, Sozinho na multidão – uma análise de “As multidões”, de Charles Baudelaire de Bianca Freitas de Jesus, Charles Baudelaire: o esgrimista da modernidade, de Maria João Cantinho; e o texto abaixo extraído deste sítio aqui

As Massas (Charles Baudelaire) // “Não é dado a qualquer um tomar banho de multidão. / Gozar a massa é uma arte, e somente pode fazer, às custas do gênero humano, uma pândega de vitalidade, aquele a quem uma fada tenha insuflado no berço o gosto pelo disfarce e pela máscara, o ódio do domicílio e a paixão pela viagem. / Multidão, solidão: termos iguais e permutáveis para o poeta ativo e fecundo. / Quem não sabe povoar sua solidão, tampouco sabe estar em meio a uma massa atarefada. / O poeta goza deste incomparável privilégio de poder ser, a bel-prazer, ele próprio e outrem. / Como estas almas errantes que buscam um corpo, ele entra, quando quer, na personagem de cada um. / Somente para ele tudo está vacante; e se alguns lugares lhe parecem estar fechados, é que a seus olhos eles não valem a pena serem visitados. / O andarilho solitário e pensativo tira uma embriaguez singular desta universal comunhão. / Aquele que desposa facilmente a massa conhece gozos febris, dos quais serão eternamente privados o egoísta, trancado como um cofre, e o preguiçoso, internado como um molusco. / Ele adota como suas todas as profissões, todas as alegrias e todas as misérias que a circunstância lhe apresenta. / O que os homens denominam amor é bem pequeno, bem restrito e bem fraco, comparado com esta inefável orgia, com esta santa prostituição da alma que se dá por inteiro, poesia e caridade, ao imprevisto que se mostra, ao desconhecido que passa. / É bom ensinar, às vezes, aos felizes deste mundo, mesmo que só para humilhar por um instante seu orgulho tolo, que existem felicidades superiores às suas, mais amplas e refinadas. / Os fundadores de colônias, os pastores de povos, os padres missionários exilados no fim do mundo, decerto conhecem algo destas misteriosas embriaguezes; e, no seio da vasta família que seu gênio construiu para si, eles por vezes devem rir daqueles que se compadecem de sua sorte tão agitada e de sua vida tão casta”. / BAUDELAIRE, Charles. Pequenos Poemas em Prosa. Tradução de Dorothée de Bruchard. Introdução por Dirceu Villa. São Paulo: Hedra, 2007. 

e das referências… eu adoro referências.

De que serve falar de progresso a um mundo que se afunda numa rigidez de morte? A experiência de um mundo que estava a entrar nesse estado de rigidez encontrou-a Baudelaire fixada por Poe com uma força incomparável. Isto transformou Poe numa referência insubstituível para ele; aquele descrevia o mundo no qual a escrita e a vida de Baudelaire encontravam a sua razão de ser. Veja-se também a cabeça de Medusa em Nietzsche.

Walter Benjamin, A Modernidade, ed. Assírio e Alvim, Lisboa, 2006, p. 179.

lonely shadow’s following me

[qui] 25 de janeiro de 2018

written by Barnaby George ” Barns ” Courtney

Lonely shadow’s following me / Lonely ghost come crawling / Lonely voices talking to me / Now I’m gone now I’m gone now I’m gone // And my mother told me / Son let it be / Sold my soul to the calling / Sold my soul to sweet melody / Now I’m gone now I’m gone now I’m gone // Now give me that fire / Now give me that fire / Now give me that fire / Burn burn burn // Thousand faces staring at me / Thousand time I’ve fallen / Thousand voices dead at my feet / Now I’m gone now I’m gone now I’m gone // And my mother told me / Son let it be / Sold my soul to the calling / Sold my soul to sweet melody / Now I’m gone now I’m gone now I’m gone // Now give me that fire / Now give me that fire / Now give me that fire / Burn burn burn // Ghosts and devils come crawling / Crawling my name out / Lost in the fire / Sweet virgin blood is calling / Calling my name out / Lost in the fire // Now give me that fire / Now give me that fire / Now give me that fire / Burn burn burn

olhos coloridos

[sáb] 25 de novembro de 2017
Você ri da minha roupa
Você ri do meu cabelo
Você ri da minha pele
Você ri do meu sorriso
A verdade é que você
Tem sangue crioulo
Tem cabelo duro
Sarará crioulo
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Compositor: Osvaldo Costa

23843070_10215061187262572_4771061945198741759_n no suporte, no sábado que coroou a I semana da consciência negra na escola. lindo dia… sentirei falta, caso eu não retorne no próximo ano. compensou a angustia de sexta-feira.

parada pedagógica – vícios e virtudes

[qua] 25 de outubro de 2017

foi um longo, mas um longo e proveitoso dia. o que é um fato um tanto raro nessas reuniões pedagógicas.

parcerias profissionais e afetivas e

trocas… complementariedade… plano de ação multi caminhando para interdisciplinar. não sei se estarei lá no próximo ano para implementar, mas levo esse momento comigo.

e o que me deu uma certa saudade das reuniões de laboratório de pesquisa, ou de centro acadêmico, ou de coletivo do m.e.

-> coisas comentadas… o que é ser estudante? local e global. territorialidade e identidade. multicultural. história de vida. autobiografia. portfólio, caderno de estudo. mapa socioeconômico e afetivo. leitura e interpretação…

coisas citadas ->

O Círculo. 2017 ‧ Drama/Filme de ficção científica ‧ 1h 50m. Direção: James Ponsoldt

 

 

 

Elysium. 2013 ‧ Drama/Filme de ficção científica ‧ 1h 49m. Direção: Neill Blomkamp
https://www.youtube.com/watch?v=6LUwv0in5eo

 

 

 

ps:

nota #1 – sobre trabalho/renda e compromissos… nada garantido ainda para ampliação temporária… por enquanto 20hs apenas como efetivo. enquanto a questões de dívida… a socialização de um colega me deixou mais tranquilo.

nota #2 – inscrevi-me num curso de comunicação digital para educadores… ead.

nota #3 – algumas coisas estão fluindo… articulação do grafite na escola… formação do núcleo do grêmio estudantil…

nota #4 voltar e editar (adicionar as tags e categorias). cansado demais para terminar agora.

%d blogueiros gostam disto: