Archive for the '30' Category

canindé…

2019, janeiro 30, quarta-feira

brincadeira…

é promise, do jimin

Onja, jujon anja Sengage, Man kojyoga Onje buto, non nal apuge Tonga Nojo chado morujana Nodo apu Jana cause you’re mine, I just wanna blow your mind Iroge non to morojyo Man ganinde, Amuroji anunde, guroge mala nunde Sashiri nega, guge anin gaba I want you to be your light, babe You should be your light Donun apuji Ange, niga usul su ige I want you to be your Night, babe You could be your Night Ibami noyege, solji galsu ige Nodo apu Jana cause you’re mine, I just wanna blow your mind Iroge non to morojyo Man ganinde, Amuroji anunde, guroge mala nunde Sashiri nega, guge anin gaba I want you to be your light, babe You should be your light Donun apuji Ange, niga usul su ige I want you to be your Night, babe You could be your Night Ibami noyege, solji galsu ige Ijen nege yagsoge, oh-oh Harue myot bonshik, oh-oh Honjarado nukyojo, oh-oh Nol bori jinun ma, oh-oh Yogi janga Man choso, Sekison gara golgo Ijen nege yagsoge, oh-oh

e hoje foi um dia bom… de acordar depois da uma da tarde, matear e almoçar com a filha… de caminhar 2,5 km ao sol… de coca-cola expresso… malzbier, tinta amarelo mexerica, suculentas com nomes orientais, um cacto e um girassol.

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vê se ti liga; táish pensandu u que da vida, ólha pra frente, caminhas que chegas lá.. tú sabes né?!

2018, dezembro 30, domingo

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1/5 da montanha que me cerca…

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o ruim de não estar na sua casa, é que você, de certa forma tem que confraternizar com as visitas do anfitrião. e colaborar na limpeza da casa… se o papo ainda fosse bom ou útil… mas dessa gente que vê silvio santos e vai no culto… não tenho saco nem pra familia, quanto mais pra visita alheia… vou me esconder no meu quarto.

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ontem, visitei o passado, ando nostálgico… confesso que é uma forma de não ficar no futuro… e nem viver o presente (duro e mal pago). passatempo que trás coisas boas… mas por vezes te leva pra lugares dificeis. tentei reconstruir 2006, para além dos fragmentos contidos aqui, e vi como foi um ano intenso – e profundo, por muito do que sou hoje, vem gravado desses dias…

mas foi sobretudo, um ano muito dolorido. acho que foi o ano que mais chorei em toda a minha vida… há cortes muito profundos, que ainda sagram até hoje.

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e batata… acordei hoje com uma sensação estranha… sabe quando a gente acorda depois de sonhos dificeis, os tais nightmare, pesado, daqueles onde a gente corteja de forma aberta e declarada a morte, e que nos deixam um gosto amargo e estranho na memória e no peito… voltei a dormir… minha vontade de ver pessoas sumiu. dormi quase o dia inteiro.

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a ainda essa gente estranha na casa… tenho voltande nenhuma de socializar. vontade de ver ninguém.

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agorinha… só agora, ouvi a mensagem que me enviaram pelo zap no natal: e ela dizia mais ou menos assim…

ô boca mole, vê se te cuida. continua assim guri bom ishtudiosu… trabalhado tu chegash lá.. para di sê tolô, segue reto toda vida, seu boca mole, ishtepô, arrombado, vê se ti liga… Táish pensandu u que da vida, olha pra frente, caminhas que chegas lá.. tú sabes né?!

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coisas que descobri hoje:

«exumando a dissensão» e o «exocet»

nightmare…

dia 28 fez 45 anos do strike on skylab 4

o adeus de fellini

olhos de azeviche…

2018, novembro 30, sexta-feira

duas e cinquenta. tenho os relatórios por fazer e ainda definir que tipo de avaliação farei… e estou aqui brincando de fazer isto:  «rato de biblioteca»

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Olhos de Azeviche – Clementina de Jesus

Olhos de azeviche: «A coletânea Olhos de azeviche traz dez escritoras que estão renovando a literatura brasileira, cuja escrita apresentamos mobilizados por reduzir o abismo que ainda há entre a quantidade e a diversidade das escritoras negras brasileiras contemporâneas e os espaços de divulgação e circulação dos seus textos. A obra representa mais um movimento da Editora Malê para incrementar a visibilidade das escritoras e dos escritores da literatura negra (negro-brasileira/afro-brasileira), propondo que a literatura se enriqueça em diversidade cultural. »

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«É difícil ser consciente com os olhos através dos quais olhamos» (Benedict, 2002)

«O Crisântemo e a Espada – Padrões da Cultura Japonesa» de Ruth Benedict