Archive for the 'Links' Category

object permanence

[seg] 17 de dezembro de 2018

insônia. calor infernal. o que fazer? uma série?

Impulse -> é uma série americana baseada no romance Impulse por Steven Gould…

é, eu ‘tava sacando que parecia familiar… meio jumper. vi os três primeiros episódios (Pilot; State of Mind; Treading Water) gratuito no youtube red. deu vontade de continuar… mas o sono ‘tá chegando…

aproveito para finalizar a leitura disso aqui: «Como a genética explica a inteligência dos papagaios, os ‘seres humanos’ do mundo dos pássaros», de

e ver o final disto: «Seam», um curta de ficção científica (sci-fi short film)

marful, tris-tras

[dom] 16 de dezembro de 2018

Tris-tras, por Marful

Eu nom sei que tes nos olhos, que se me miras tu matas
matas-me se pr’a mim ris, matas-me quando me falas.
Meus olhos choram por ver-te meu coraçom por amar-te
meus pés por chegar a ti meus braços por abraçar-te.
Desejava de te ver, trinta dias cada mês
cada semana o seu dia e cada dia umha vez.
Tes os olhinhos azuis inda agora reparei
se reparara mais cedo nom amava a quem amei.
Ai de mim que já nom podo cantar esta cantiguinha
dim que o amor é tam cego que nom sabe de maliÍcia
durante os primeiros anos todo é rosa sem espinhas.
Hà mulheres que lamem as latas como gatas
se nom che chega este mundo fai-te astrounauta
ai mulheres valentes que ensinam os dentes
ai mulheres que se pintam de caolim na Costa de Marfim di Rita
Riveiro; ai mulheres altas, redondas, coloradas
se nom che chega este mundo fai-te astronauta.

Composição: Dun Tema Do Repertorio De José Ramudo / Marcos Teira / Ugia Pedreira

Marful é un grupo de música galega composto por Ugia PedreiraMarcos TeiraPedro Pascual e Pablo Pascual

via certaspalavras.net, este blogue de Marco Neves, que sempre leio.

 

dia 10/matilde campilho

[sáb] 15 de dezembro de 2018

Dia 10 – Matilde Campilho

https://www.youtube.com/watch?v=TJ1QMvAlzr0

É que por você eu dirigia meu automóvel de uma forma muito estapafúrdia. Meus pais sempre discutiam comigo porquê não chegava à hora de jantar. O garoto da loja de sorvete piscava-me o olho quando eu chegava sozinha no balcão, ele já sabia que você dobraria a próxima esquina.

Por você eu ficava sempre brigando com os pássaros, queria assobiar muito mais alto do que eles e, isso, não é nada esperto. Quem briga com bicho, perde!

Por você, eu também fui descobrir aquele projeto de mamífero emadeirado que ficava no ponto mais alto da aldeia e por causa disso eu soube que a luz incide de uma forma muito maravilhosa no rosto de Dona Manu. É que Dona Manu ficava lá sentada comigo todas as tardes do lado da estrutura. Era eu, Dona Manu e a Baleia. Todas as tardes de verão em Lisboa.

Não sei se te disse, mas durante nossos dias fez sempre Verão em Lisboa. Não sei se você reparou, mas sei que todos os marinheiros da vila ao lado repararam. Lembra quando subimos no barco para comer churrasco? Acho que esse foi o fim de tarde mais lindo do mundo. Como quase todos os dias do mundo, foram os mais maravilhosos com você.

As vezes ainda acho que vivo num filme, que é tudo uma cinematografia um pouco estapafúrdia. Um filme. Um filme em que não disseste sim. Um filme que escolheste outro tipo de disparos. Um filme em que julgaste que minha velocidade era a coisa mais idiota da galáxia. Sim, eu pegaria um avião só pra te beijar no dia dos seus anos. Sim, eu já te tinha dito. Era capaz de atravessar a cidade em bicicleta só para te ver dançar.

E não se iluda, nunca mais se iluda. Eu não sou herói, nada de campeonatos. Nunca atravessei nenhuma das chuvas pra te provar coisa alguma. Tudo que atravessei, toda aquela rapidez que te levava do claro ao escuro em quarenta e três segundos era só porque… desculpa, mas eu sempre achei que eras a pessoa mais bonita do mundo.

Sempre achei que a tua presença ao meu lado era quase imersiva. Não acho que sejas a Gisele Bündchen, não acho que sejas o Brad Pitt, não acho que sejas o menino Arthur Rambault, não acho que tu sejas os quantos quilômetros de um Austin Martin em uma estrada de Katimandu. Acho que tu és o teu nome. Teus olhos castanhos. Teu cabelo claro. Tua voz as vezes grave, as vezes doce. Tua incrível  mirada sobre o mundo dos negócios. E, tua bendita sensibilidade para a natureza, una, espiritual, familiar, de todas as coisas.

Desculpa gostar tanto de ti. Desculpa já nem sequer te inventar. Eu sei que teu rosto é o teu rosto. E isso ainda é muito equiparável a estabilidade de uma girafa sobre os trinta pratos numa fazenda. Acho que foi por ti que Santo Anselmo cuspiu flores.

Tu, o teu nome, a alegria no mundo. Acho que teu amor, que nasce e morre e nasce e morre e ressucita e assim alastra, é a maior de todas as bençãos possíveis no peito de um anjo roxo.

Perdoa este excesso de paixão. Talvez para ti seja mais difícil, mas eu prometi sempre dizer a verdade, toda gente sabe quem tu és para mim. Você. E, para você, meus parabéns pelos trinta anos de terra, pela parte que me toca, obrigada pelos vinte, foi, ainda é, uma aventura tremenda.

Um abraço forte

atenção ao sábado

[seg] 10 de dezembro de 2018

certo, eu sei… já é segunda-feira. mas é que preciso registrar agora…

quem em sã consciência é picado por uma vespa as duas e meia da manhã enquanto toma banho, logo antes de ir dormir?

que dor horrível que estou sentido agora… e bem no peito esquerdo.

e como hoje é aniversário de clarice (… e antes que eu comece a passar mal, lá vai um trecho que fala dessa sensação, ou similar, que sinto agora:

ATENÇÃO AO SÁBADO

Acho que sábado é a rosa da semana; sábado de tarde a casa é feita de cortinas ao vento, e alguém despeja um balde de água no terraço; sábado ao vento é a rosa da semana; sábado de manhã, a abelha no quintal, e o vento: uma picada, o rosto inchado, sangue e mel, aguilhão em mim perdido: outras abelhas farejarão e no outro sábado de manhã vou ver se o quintal vai estar cheio de abelhas.

No sábado é que as formigas subiam pela pedra.

Foi num sábado que vi um homem sentado na sombra da calçada comendo de uma cuia de carne-seca e pirão; nós já tínhamos tomado banho.

De tarde a campainha inaugurava ao vento a matinê de cinema: ao vento sábado era a rosa de nossa semana.

Se chovia só eu sabia que era sábado; uma rosa molhada, não é?

No Rio de Janeiro, quando se pensa que a semana vai morrer, com grande esforço metálico a semana se abre em rosa: o carro freia de súbito e, antes do vento espantado poder recomeçar, vejo que é sábado de tarde.

Tem sido sábado, mas já não me perguntam mais.

Mas já peguei as minhas coisas e fui para domingo de manhã.

Domingo de manhã também é a rosa da semana.

Não é propriamente rosa que eu quero dizer.

LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. São Paulo: Siciliano, 1992

extraído deste blogue interessante trecos & trapos

que pedrada… the miseducation of eunice waymon

[dom] 9 de dezembro de 2018

   que pedrada…

essa mescla-musical é absurdamente perfeita… que foda!

As obras de Nina Simone e Lauryn Hill se encontram em “The Miseducation Of Eunice Waymon”

«O cara dos mash-ups perfeitos, Amerigo Gazaway, está de volta em mais um episódio sonoro espetacular criando parcerias inusitadas e certeiras». por 

+info:
https://amerigo.bandcamp.com

1. 0:00 Nina Simone & Lauryn Hill – Feeling Good 04:59
2. 4:59 Nina Simone & Lauryn Hill – Ready Or Not feat. The Fugees 05:29
3. 10:28 Nina Simone & Lauryn Hill – Doo Wop (That Thing) 04:24
4. 14:52 Nina Simone & Lauryn Hill – To Zion feat. Carlos Santana 05:46
5. 20:38 Nina Simone & Lauryn Hill – Fu-Gee-La feat. The Fugees 04:57
6. 25:37 Nina Simone & Lauryn Hill – The Sweetest Thing feat. John Forté 05:19
7. 30:56 Nina Simone & Lauryn Hill – Take It Easy 04:37
8. 35:33 Nina Simone & Lauryn Hill – Peace Of Mind 04:20
9. 39:55 Nina Simone & Lauryn Hill – Lost Ones 04:45
10. 44:41 Nina Simone & Lauryn Hill – Killing Me Softly 06:04
11. 50:11 Nina Simone & Lauryn Hill – If I Ruled The World feat. Nas 03:49
12. 54:01 Nina Simone & Lauryn Hill – How Many Mics feat. The Fugees 05:01
13. 59:02 Nina Simone & Lauryn Hill – So High feat. John Legend 03:54
14. 1:02:56 Nina Simone & Lauryn Hill – Care For What 02:55
15. 1:05:51 Nina Simone & Lauryn Hill – Angel Of The Morning 03:41
16. 1:09:32 Nina Simone & Lauryn Hill – The Miseducation of Eunice Waymon 05:00
17. 1:14:32 Nina Simone & Lauryn Hill – Fu-Gee-La (Refugee Camp Remix) [Bonus Track] 05:35

1:19:55 The Miseducation of Eunice Waymon (Official Teaser Video) [Bonus Track]

doubles en nous mesmes: ficções e experimentos…

[dom] 9 de dezembro de 2018

pelas discussões dos últimos dias (sobre religião, humanidade, racionalidade, consciência, condição humana)…

começamos por aqui:

O PODER DA FICÇÃO NA SOCIEDADE

texto do vídeo abaixo disponível no excelente canal Casa do Saber

“Ficção: Poderosa Arma dos Homens” escrito por Claudia Feitosa-Santana baseado na seção sobre ficção do livro “Sapiens” de Yuval Noah Harari. Resumo: Quando o ponto de vista é compartilhado por todos nós, geralmente estamos falando de uma realidade objetiva como: água, floresta, baleia. Quando o ponto de vista é dificilmente compartilhado por todos, geralmente estamos falando de uma realidade subjetiva também conhecida como ficção. Quando uma realidade subjetiva é compartilhada por quase todo mundo, ela se parece com uma realidade objetiva. Dois exemplos: Deus e dinheiro, ficções aceitas pela maioria. Quanto mais gente acreditar numa realidade subjetiva, menos ela se parece com uma ficção. As ficções são extremamente necessárias para nossa organização em sociedade e nenhum outro animal no planeta tem a imaginação que nós temos: É difícil respeitar o direito alheio? Criamos a Lei. A vida nem sempre parece ter sentido? Criamos Deus. É difícil amar ao próximo como a si mesmo? Criamos a Religião. A vida é muito curta? Criamos a Vida Eterna e a Reencarnação. É difícil ter apenas um parceiro? Criamos o Casamento. As ficções partilhadas facilitam a cooperação. Dois evangélicos que não se conhecem podem juntos protestar contra o aborto e o casamento gay. Dois norte-americanos que nunca se viram vão para a guerra como irmãos em nome de sua nação. Dois funcionários de uma mesma corporação que não se conhecem são capazes de trabalhar num projeto juntos por meses e terminarem sem conhecer nada da vida pessoal um do outro. Realidade objetivas, fonte esgotável. Realidades subjetivas, fonte inesgotável de ficções. Nossas realidades subjetivas são muito mais poderosas que as objetivas e até mesmo a sobrevivência da água das florestas e das baleias depende da graça concedida por deuses, estados e corporações.

C

e pelo acaso, encontrar «experimenter» ou «o experimento de milgram», filme dirigido por Michael Almereyda (2015).

não peguei o começo e nem o final do filme, mas os poucos minutos que vi, despertou o desejo de vê-lo todo, e pesquisar mais sobre…

«Stanley Milgram (1933 – 1984) foi um psicólogo norte-americano  graduado da Universidade de Yale que conduziu a experiência dos pequemos mundos (a fonte do conceito dos seis graus de separação) e a Experiência de Milgram sobre a obediência à autoridade».

abaixo, uma citação do filme [01:06:04,059 –> 01:07:12,794]:

«Mas a obediência, a submissão, era mais comum. Eles dizem: “Não farei isso. Não farei mais isso.” Mas então, o que Montaigne dizia? “Somos duplos em nós mesmos. Não acreditamos no que acreditamos, e não podemos nos livrar do que condenamos.” Outro de meus experimentos. Hank, um estudante da graduação, era o chamado “cristal de massa”, olhando para um ponto fixo no espaço, olhando para “algo” não inexistente. Quando você aumenta as pessoas que olham para o alto, o número de pessoas que param e olham aumenta exponencialmente. Enquanto isso, Obediência à Autoridade foi traduzido para oito idiomas e indicado para um prêmio nacional.»

«Mais nous sommes, je ne sçay comment, doubles en nous mesmes, qui faict que ce que nous croyons, nous ne le croyons pas, et ne nous pouvons deffaire de ce que nous condammons.»  Idem, p. 619.

«Somos duplos em nós mesmos. Não acreditamos no que acreditamos, e não podemos nos livrar do que condenamos».

download

chaoscontrol

Einige Kreise [several circles] / Schwarze Linien I [Black Lines]

Kandinsky – Chaos/Control

Da obediência ao consentimento: reflexões sobre o experimento de Milgram à luz das instituições modernas, por Sandra Leal de Melo Dahia

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A vida só pode ser compreendida para trás, mas tem que ser vivida para a frente.” Søren Kierkegaard

 

part of the machine, autopsicografia e outras notas aleatórias

[sex] 7 de dezembro de 2018

decidi não mais escrever. como se eu tivesse qualquer certeza. oscilo. talvez a solidão seja tão vasta que se eu não tomar nota por cá, talvez eu me perca neste emaranhado de melancolia e desrazão. estou muito confuso. e oscilo. no trabalho jane repara na minha magreza. sequei nos últimos meses… pedem dicas e segredos… tergiverso… fujo… minha nova compulsão… é apenas efeito colateral da medicação. quando me olho no espelho, lembro que samanta brinca toda vez que me vê nas terças ou quarta-feiras… diz ela que cada vez é maior minha cara de maluco. eu sei… a pele, as olheiras, o cabelo desgrenhado, o aspecto cansado… pois não há vontade de nada… eu apenas saio, quando consigo sair, e meu corpo vai estando… eu oscilo. nessa quinta-feira estive entre a raiva, o desespero e uma vontade de derramar meu pranto por nada, eu não me controlo bem por estes dias. no máximo eu tento dizer coisas com as minhas camisetas, coisas como, «quero que este canto torto feito faca corte a carne de vocês», ou «deixe me ir, preciso andar…» ou ainda, «O poeta é um fingidor. Finge tão completamente. Que chega a fingir que é dor. A dor que deveras sente».

***

registro coisas escritas por estes dias:

exercício pela manhã

pela manhã
os barcos guardam o mar,
as nuvens o sol,
e um cão
os escombros.

30/10/2018 Sambaqui->Vargem Pequena

exercício pela tarde

capturar o movimento da palavra
no mergulho da ave,
na revoada, no bando,
no ninho repleto,
e nos teus olhos abertos
no instante preciso.

há qualquer coisa de pássaro nas palavras
um pena, uma asa,
eu preso(,)
(em) você passarinho.

06/12/2018 Sambaqui->Santo Antônio de Lisboa

***

notas sobre coisas aleatórias destes dias

#1 Bô Jornal -> http://bojornal.pt/

#2 Part of the machine, de Michael Marczewski

 

#3 Roteiro sentimental para o trabalho de campo

«Estejam abertos ao imprevisto, o que Malinowski (1997) chama de o imponderável da vida social, aquilo que escapa ao nosso planejamento, nos faz mudar de rota e acaba sendo revelador. Como na vida, não tentem direcionar demais o curso das águas, deixem a vida nos levar e tentem aproveitar os momentos de incerteza para perguntar aos nativos o que está acontecendo! Dificilmente o antropólogo escapa da pecha de chato, inconveniente ou louco. Chato porque pergunta sobre tudo, como a criança nas idades dos por quês. Inconveniente porque força as pessoas a se questionarem sobre o que é tido como naturalizado. E, louco, justamente, porque parece desconhecer as verdades inquestionáveis.
Não tenham medo do ridículo, espelhem-se no ofício dos palhaços que riem da sua própria miséria e, ao saberem-se ridículos, enfrentando sua vergonha, cumprem seu papel» PIRES, FLÁVIA FERREIRA. Roteiro sentimental para o trabalho de campo. In: cadernos de campo, São Paulo, n. 20, p. 143-148, 2011

spellbound

[seg] 3 de dezembro de 2018

02

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03

Spellbound (braQuando Fala o CoraçãoprtA Casa Encantada) é um filme estadunidense de 1945, do gênero suspense, dirigido por Alfred Hitchcock.

Exibir palavras-chave (podem conter spoilers)
esquizofreniamemóriapsicanálise

spellbound_1-620x400

***

jardinei as folhas velhas… cortei o dedo no fio da pedra. nas linhas do tempo não escrevi nenhuma linha além destas… fui de um silêncio estrondoso. seco como a espera. permaneci, comprimido.

rato de biblioteca

[dom] 2 de dezembro de 2018

curando a dor de garganta.

ouvindo música…

e rastreando alguns livros lidos lá por 1998-2001. não encontrei 22 no sistema. deixar pra lá.

***

The Beatles Rubber Soul

0:00 Drive My Car 2:29 Norwegian Wood 4:33 You Won’t See Me 7:53 Nowhere Man 10:37 Think For Yourself 12:56 The Word 15:39 Michelle 18:21 What Goes On 21:10 Girl 23:42 I’m Looking Through You 26:08 In My Life 28:35 Wait 30:50 If I Needed Someone 33:12 Run For Your Life

𝑻𝒉𝒆 𝑫𝒐𝒐𝒓𝒔 – 𝑻𝒉𝒆 𝑽𝒆𝒓𝒚 𝑩𝒆𝒔𝒕 𝑶𝒇 /𝑮𝒓𝒆𝒂𝒕𝒆𝒔𝒕 𝑯𝒊𝒕𝒔 ( 𝑭𝒖𝒍𝒍 𝑨𝒍𝒃𝒖𝒎) 2007.

01. Break on Through (To the Other Side) – 00:00 02. Light My Fire – 02:27 03. Love Me Two Times – 09:25 04. Hello, l Love You – 12:41 05. People Are Strange – 15:22 06. Strange Days – 17:36 07. Riders on The Storm – 20:48 08. L.A. Woman – 27:52 09. Touch Me – 35:53 10. Roadhouse Blues – 39:05 11. Peace Frog – 43:14 12. Love Street – 46:12 13. The Crystal Ship – 49:10 14. Soul Kitchen – 51:45 15. Love Her Madly – 55:18 16. Back Door Man – 58:59 17. Alabama Song (Whiskey Bar) – 1:02:32 18. Moonlight Drive – 1:05:49 19. The Unknown Soldier – 1:08:54 20. The End – 1:12:20

For What It's Worth by Buffalo Springfield

sophia… who can it be now?

[sáb] 1 de dezembro de 2018

registro 350 de 1105 registros encontrados no sophia.
e dos 96 registros, encontrei 22 livros que já li.
se houvesse um forma de busca pelo código do livro… ajudaria um bocado.

***

Men At Work - Who Can It Be Now?
Belchior - Como Nossos Pais
Fagner - Canteiros
Belchior - Todo Sujo de batom
Belchior - Conheço o Meu Lugar
Belchior - À Palo Seco
Belchior - Divina Comédia Humana
Belchior - Alucinação
Belchior - Apenas um Rapaz Latino Americano
Raul Seixas - Ouro de tolo
Secos & Molhados - Flores Astrais
Zé Ramalho - Admirável Gado Novo
Secos & Molhados - O Patrão Nosso de Cada Dia
Zé Ramalho - Entre a Serpente e a Estrela
Zé Ramalho - Sinônimos
Secos & Molhados - Sangue Latino
Raul seixas- Metamorfose ambulante
Secos & Molhados - O vira
Raul Seixas - Maluco Beleza
Zé Ramalho - Chão de Giz
Secos & Molhados - Amor
Secos & Molhados - Primavera nos dentes
Secos & molhados - Fala

***

e vc termina ouvindo coisas sugeridas pela filha:

chloe moriondo – small

BTS ‘SPINE BREAKER’ MV

BTS (Bangtan Boys) Second Grade

chloe moriondo – best friend – rex orange county (cover)

chloe moriondo – untitled – rex orange county (cover)

ps: comprar um ukulele pra izabel.

***

Registro Devolução Obra
16302 01/04/1998 PORTELA, Fernando. Sete faces da ficção espacial. 3. ed. São Paulo: Moderna, 1992. 2 v. (Veredas). ISBN 8516006883.
15482 30/04/1998 TREVISAN, Dalton. O vampiro de Curitiba. 10. ed. Rio de Janeiro: Record, 1989. 107 p.
14710 10/08/1998 BLASCO-IBANES. Os quatro cavaleiros do apocalipse. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1982. 223 p.
17527 11/12/1999 CAMPEDELLI, Samira Youssef. Poesia marginal dos anos 70. São Paulo: Scipione, 1995. 71 p.
17679 24/02/1999 CONY, Carlos Heitor. Quase memória. 25. ed São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 213 p.
10756 30/03/1999 TORRES, Antônio. Essa terra. 7. ed São Paulo: Ática, 1986. 108 p. (Coleção Nosso Tempo). ISBN 85-08-00484-2.
17666 05/04/1999 BARRETO, Lima. Clara dos Anjos. São Paulo: Scipione, 1988; Ática. 124 p. ISBN 8500907037.
16634 14/04/1999 BETTO (FREI). O vencedor. São Paulo: Ática, 1996. 165 p. ISBN 85-08-06116-1.
15725 28/04/1999 TEZZA, Cristovão (Autor Principal). Trapo. 4. ed São Paulo: Brasiliense, 1994. 205 p.
18081 14/09/1999 CECHELERO, Vicente,1950-. Só matéria do mundo. São Paulo: Cortez, 1991. 134 p.
8737 22/09/1999 ANDRADE, Mário de. Obra imatura. 3. ed. São Paulo: Livraria Martins, 1980; Ed. Itatiaia. 300 p.
17670 21/10/1999 AZEVEDO, Álvares de. Noite na taverna. Rio de Janeiro: Ediouro, 1997. 73 p, 21 cm. (Biblioteca Folha, 13). ISBN 8500914696.
15938 08/11/1999 MERCOPOEMA: Quatro pátrias em estado de poesia. Porto Alegre: Alcance, 1995. 483 p.
17684 23/11/1999 ANDRADE, Carlos Drummond de. A paixão medida. 5. ed Rio de Janeiro: Record, 1998. 170 p.
14255 13/03/2000 BARRETO, Lima. Triste fim de Policarpo Quaresma. 11. ed São Paulo: Ática, 1993. 182 p. (Bom livro).
13138 27/04/2000 CALDEIRA, Almiro. A esperança, talvez. Porto Alegre: Tchê Ed., 1982. v. 1 . 117 p.
16412 11/05/2000 TELLES, Carlos Queiroz. Sete faces do conto de fadas. 5. ed. São Paulo: Moderna, 1993. 128 p. (Veredas). ISBN 8516008002.
14925 10/08/2000 WILLER, Cláudio. Jardins da provocação. São Paulo: Ed. Massao Ohno, 1981. 95 p.
12990 21/11/2000 BRADLEY, Marion Zimmer. As brumas de Avalon. Tradução de Waltensir Dutra. 3. ed. Rio de Janeiro: Imago, 1985. 280 p. (Ficção e experiência interior).
17684 22/11/2000 ANDRADE, Carlos Drummond de. A paixão medida. 5. ed Rio de Janeiro: Record, 1998. 170 p.
18669 09/03/2001 ASSIS, Machado de. Coleção Machado de Assis em sua essência. 2. ed São Paulo: Rideel, 1996. v. 1.
15495 18/05/2001 BANDEIRA, Manuel. Os melhores poemas de Manuel Bandeira: seleção de Francisco de Assis Barbosa. São Paulo: Global, 1984. 175p. (Melhores Poemas). ISBN 9788575551028.
14099 07/06/2001 VARGAS LLOSA, Mario. Quem matou Palomino Molero?. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1986. 195 p.

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