Archive for the 'Lupicínio Rodrigues' Category

it’s not found

[dom] 5 de março de 2017

conexão. a necessidade de estar com outros. é isso. eureka

abrir a porta, e dialogar com as vozes no vento. não só com seus próprios pensamentos. ir para lugares não pensados. perder-se em labirintos. ouvir os gritos e as gargalhadas. rir junto. caminhar, como quem caminha de mãos dadas. estar aqui, ouvindo você. jogar sonhos como quem joga pedras na água… para ver as ondas, a energia gerada.

***

«Antes de retornar à cultura, constato que o mundo tem fome e que não se preocupa com a cultura; e que é de um modo artificial que se pretende dirigir para a cultura pensamentos voltados apenas para a fome. O mais urgente não me parece tanto defender uma cultura cuja existência nunca salvou qualquer ser humano de ter fome e da preocupação de viver melhor, mas extrair, daquilo que se chama cultura, idéias cuja força viva é idêntica à da fome. Acima de tudo precisamos viver e acreditar no que nos faz viver e em que alguma coisa nos faz viver – e aquilo que sai do interior misterioso de nós mesmos…» 

Prefácio: O teatro e a cultura. In: O Teatro e Seu Duplo, de Antonin Artaud

***

NOTAS DE RODAPÉ (DO PAPO DE HOJE):

 

tumblr_mys5zaozkv1qz5psao2_400tumblr_m4nd5wlsfp1qfjd3zo4_250thumbs
downloadfoucault-grandeclarice12-thumb-800x542-67279

 

black-mirror-san-junipero-glassesmaria

 

***
Sofrimento

A importância da Verdade do Sofrimento (dukkha-satya, dukkha-sacca) é a necessidade primordial de ver a realidade como é. Em termos do absoluto, o relativo é incompleto, repleto de contaminações e sofrimentos.

Há oito espécies de sofrimento: nascimento, velhice, doença, morte, contato com o que detestamos, separação do que amamos, objetivos inalcançáveis e o sofrimento inerente ao apego aos cinco agregados (elementos psicofísicos: forma – rupa, sentimentos – vedana, percepção – samjna, sanna, constituintes mentais – samskara, sankhaara e consciência – vijnana, vinnana. Coletivamente são chamados de numa (nome) e rupa (forma). Assim o composto de nome-forma é um sinônimo dos cinco agregados. Tanto os agregados físicos como mentais são caracterizados pela impermanência, sofrimento e não-eu.

Causa do Sofrimento

Na Verdade da Causa do Sofrimento (samudaya-satya, samudaya-sacca) a palavra da Índia traduzida como “causa” significa “vir junto, formar-se conjuntamente e surgir, aparecer”. O Sutra considera apego como a causa do sofrimento. Há três tipos de apegos:

Apegos sensuais, dos cinco desejos ou seja, dos desejos resultantes dos objetos dos cinco sentidos. Apego mundano.

Apego por existência se refere a existência superior, nos níveis celestiais, de renascimento nesses estados. É ainda um aspecto egoista.

Apego à não-existência é o desejo pelo nada, como condição de paz interior, considerado egoísta. Alguns traduzem não existência como apego à prosperidade desde que a palavra Vibhara também pode ter esse sentido. Os comentários tradicionais interpretam como não-existência e é nesse sentido que aqui interpretamos. Fragmento de texto extraído de http://www.monjacoen.com.br/textos/textos-da-monja-coen/137-quatro-nobres-verdades

palavras frias, sem nenhum valor

[seg] 27 de julho de 2015

dos sábados fica o sono e o bate-papo. isto não é reposição… é outra coisa. não sei ainda…

dos dias de semana… fica a exaustão pelo trabalho acumulado, e das pessoas… fica o distanciamento.

e das contradições deste mundo… uma certa perplexidade pelo aceitação do abandono de uma ética humanizadora tão fácil por quase todos ao meu redor. o mundo é um lugar muito estúpido e violento.

sou, sinto-me, um marginal por lutar diariamente contra a opressão internalizada, em mim, e externalizada, pelos outros, nas relações cotidianas. eu luto para sobreviver em meio aos meus buracos, escombros, amputações. eu luto para sobreviver…

e estou num momento de muitas dúvidas.

bike? joinville? pagar contas? estudar?

e o tempo voa.

*

*

*

*

de tudo ficou nada.

apenas dois versos de Lupicínio, extraídos de uma fala de adriana calcanhotto.

«Eu comecei a cantar verso triste
O mesmo verso que até hoje existe
Na boca triste de algum sofredor
Como é que existe alguém
Que ainda tem coragem de dizer
Que os meus versos não contêm mensagem
São palavras frias, sem nenhum valor»

***

 «Ela disse-me assim:
‘Tenha pena de mim. Vá embora!’
E eu não tinha motivo nenhum
Para me recusar,
Mas, aos beijos, caí em seus braços
E pedi para ficar.
(…) E agora
Ela sofre somente por que
Fui fazer o que eu quis
E o remorso está me torturando
Por ter feito a loucura que fiz:
Por um simples prazer
Fui fazer meu amor infeliz.»

dor elegante

[ter] 22 de outubro de 2013

ou o próprio

Tenho Sede /// Intérpretes Bruna Caram e Marcelo Jeneci // Compositorxs Dominguinhos e Anastácia // Traga-me um copo d’água, tenho sede / E essa sede pode me matar / Minha garganta pede um pouco d’água / E os meus olhos pedem / O teu olhar / A planta pede chuva quando/ Quer brotar / O céu logo escurece quando / Vai chover / Meu coração só pede o teu amor / Se não me deres posso até morrer

O pato /// Intérprete João Gilberto // Compositorxs  Jayme Silva e Neuza Teixeira // O pato vinha cantando alegremente, quém, quém / Quando um marreco sorridente pediu / Pra entrar também no samba, no samba, no samba / O ganso gostou da dupla e fez também quém, quém / Olhou pro cisne e disse assim “vem, vem” / Que o quarteto ficará bem, muito bom, muito bem / Na beira da lagoa foram ensaiar / Para começar o tico-tico no fubá / A voz do pato era mesmo um desacato / Jogo de cena com o ganso era mato / Mas eu gostei do final quando caíram n’água / E ensaiando o vocal //Quém, quém, quém, quém / Quém, quém, quém, quém

Dor Elegante /// Intérprete e Compositor Itamar Assumpção // Poema Paulo Leminski // Um homem com uma dor / É muito mais elegante / Caminha assim de lado / Com se chegando atrasado / Andasse mais adiante // Carrega o peso da dor / Como se portasse medalhas / Uma coroa, um milhão de dólares / Ou coisa que os valha // Ópios, edens, analgésicos / Não me toquem nesse dor / Ela é tudo o que me sobra / Sofrer vai ser a minha última obra.

Ai Ioiô  (Linda flor) // Intérprete Aracy Cortes // Compositores Henrique Vogeler e Luiz Peixoto /// Ai, ioiô! / Eu nasci pra sofrer. / Fui oiá pra você, / Meus zoinho fechô. / E, quando os zóio eu abri, / Quis gritar, quis fugir… / Mas você, / Não sei por que, / Você me chamou… // Ai, ioiô! / Tenha pena de mim. / Meu Senhor do Bonfim / Pode inté se zangá… / Se Ele um dia souber / Que você é que é / O ioiô de iaiá… // Chorei toda noite, pensei  / Nos beijos de amor que eu te dei. / Ioiô, meu benzinho do meu coração, / Me leva pra casa, me deixa mais não! // Chorei toda noite, pensei  / Nos beijos de amor que eu te dei. / Ioiô, meu benzinho do meu coração, / Me leva pra casa, me deixa mais não! // Ai, ioiô! // Se ele um dia souber / Que você é que é / O ioiô de iaiá… // Chorei toda noite, pensei  / Nos beijos de amor que eu te dei. / Ioiô, meu benzinho do meu coração, / Me leva pra casa, me deixa mais não! // Chorei toda noite, pensei  / Nos beijos de amor que eu te dei. / Ioiô, meu benzinho do meu coração, / Me leva pra casa, me deixa mais não! // Ai, ioiô!

Nunca /// Intérprete Dona Jandira // Compositor Lupicínio Rodrigues // Nunca / Nem que o mundo caia sobre mim / Nem se Deus mandar / Nem mesmo assim / As pazes contigo eu farei / Nunca / Quando a gente perde a ilusão / Deve sepultar o coração / Como eu sepultei / Saudade / Diga a esse moço por favor / Como foi sincero o meu amor  / Quanto eu te adorei / Tempos atrás / Saudade / Não se esqueça também de dizer / Que é você quem me faz adormecer / Pra que eu viva em paz ///

Aves daninha /// Intérprete Dalva de Oliveira // Compositor Lupicínio Rodrigues // Eu não quero falar com ninguém / Eu prefiro ir pra casa dormir / Se eu vou conversar com alguém / As perguntas se vão repetir / Quando eu estou em paz com meu bem / Ninguém por ele vem perguntar / Mas sabendo que andamos brigados / Esses malvados querem me torturar // Se eu vou a uma festa sozinha / Procurando esquecer o meu bem / Nunca falta uma engraçadinha / Perguntando ele hoje não vem / Já não chegam essas mágoas tão minhas / A chorar nossa separação / Ainda vem essas aves daninhas / Beliscando o meu coração.

Flor de Lis /// Compositor Djavan // Valei-me, Deus! / É o fim do nosso amor / Perdoa, por favor / Eu sei que o erro aconteceu / Mas não sei o que fez / Tudo mudar de vez / Onde foi que eu errei? / Eu só sei que amei, / Que amei, que amei, que amei // Será talvez / Que minha ilusão / Foi dar meu coração / Com toda força / Pra essa moça / Me fazer feliz / E o destino não quis / Me ver como raiz / De uma flor de lis // E foi assim que eu vi / Nosso amor na poeira, / Poeira / Morto na beleza fria de Maria // E o meu jardim da vida / Ressecou, morreu / Do pé que brotou Maria / Nem margarida nasceu. // E o meu jardim da vida / Ressecou, morreu / Do pé que brotou Maria / Nem margarida nasceu.

Flor do Medo ///  Intérprete Bruna Caram // Compositor Djavan // Venha me beijar de uma vez / Você pensa demais pra decidir  / Venha a mim de corpo e alma / Libera e deixa o que for nos unir / Não vá fugir mais uma vez  / Vença a falta de ar que a flor do medo traz / Tente pensar /  Pode até ser mal e tal / Mas pode até ser que seja demais // Tudo vai mudar / Posso pressentir / Você vai lembrar e rir  / Alguma dor que não vai matar ninguém / Pode ser vista, nos rondar / Não precisa se assustar / Isso é clamor /  De amor // Venha me beijar de uma vez  / Feito nuvem no ar sem aflição / Vem a mim de corpo e alma  / Libera a paz do meu coração / Não vá se perder outra vez / Nesse mesmo lugar por onde já passou / Tente pensar / Pode até ser sonho e tal / É, mas pode até ser que seja o amor // Tudo vai mudar / Posso pressentir  / Você vai lembrar e rir  / Alguma dor que não vai matar ninguém  / Pode ser vista, nos rondar / Não precisa se assustar / Isso é clamor  / De amor // Venha me beijar de uma vez  / Feito nuvem no ar sem aflição  / Vem a mim de corpo e alma  / Libera a paz do meu coração / Não vá se perder outra vez / Nesse mesmo lugar por onde já passou / Tente pensar / Pode até ser sonho e tal / É, mas pode até ser que seja o amor.

Eu fiz uma viagem /// Compositor Dorival Caymmi // Eu fiz uma viagem / A qual foi pequenininha / Eu sai dos Olhos d’Água / Fui até Alagoinha // Agora colega veja / Como carregado eu vinha / Trazia a minha nega / E também minha filhinha // Trazia o meu tatu-bola / Filho do tatu-bolinha / Trazia o meu facão / Com todo aço que tinha // Vinte couros de boi manso / Só no bocal da bainha / Trazia uma capoeira / Com quatrocentas galinhas // Vinte sacos de feijão / E trinta sacos de farinha / Mas a sorte desandou / Quando eu cheguei em Alagoinha // Bexiga deu na nega / Catapora na filhinha / Morreu meu tatu-bola / Filho do tatu-bolinha // Roubaram o meu facão / Com todo aço que tinha / Vinte couros de boi manso / Só no bocal da bainha // Morreu minha capoeira / Das quatrocentas galinhas / Gorgulho deu no feijão, colega / E mofo deu na farinha.

Meditação /// Intérprete Alaíde Costa // Compositores Tom Jobim e Newton Mendonça // Quem acreditou / No amor, no sorriso, na flor / Então sonhou, sonhou / E perdeu a paz / O amor, o sorriso e à flor / Se transformam depressa demais // Quem no coração / Abrigou a tristeza de ver / Tudo isso se perder / E na solidão  / Procurou um caminho a seguir  / Já descrente de um dia feliz // Quem chorou, chorou / E tanto que seu pranto já secou // Quem depois voltou / Ao amor, ao sorriso e à flor / Então tudo encontrou / Pois a própria dor / Revelou o caminho do amor e a tristeza acabou

catar-se

[qua] 30 de março de 2011

clareza. no quê? foco? prioridades? ir para aula? que aula? que textos? desleixo. como vc vai dar aula assim? tem horários. dias bons e dias ruins. blah. arruma ali. escreve lá. um mate. lê o jornal. e aqueles mais de cinqüenta não lidos? numa caixa. uma dia leva embora. outro mate. nem pense em queimar. talvez um por dia para a biblioteca. e a terra para composteira? e a roupa de molho. cuidado, olha a hora. pequenas pulsões… um caos sentimental. falta amor. sexo só não dá. viaja então. mas viajo já. e ‘tava tudo tão claro, tão certo, tudo no seu lugar só esperando para acontecer. e não acontece nada e tudo ao mesmo tempo pois a vida é mais ou menos como guimarães rosa disse:

«esquenta e esfria, aperta e ».

obsessões. não ceder tão facilmente ao desejo. esse desejo de dor e de morte – ah! lupicínio. exercitar-se no exercício de se dar a si mesmo e ao outro, seja este outro algum tempo ou alguém. quem? eu, tu, eles… nós. nós de todos nós. uma árvore ia dizer hoje cedo que era eu metaforicamente. e a cbn repete a notícia o dia inteiro. e durmo e acordo e fico com alguns trechos reverberando… tanta lágrima tanta lágrima e sou vaso vazio… e outros.

e cinco horas atrás… Atahualpa Yupanqui cantando e explicando a história de ‘Duerme negrito’ http://t.co/lZ3cask

coração leviano

[qua] 9 de março de 2011

o tempo passou… já é quarta-feira de cinzas e ando sentindo o meu coração leviano!

Paulinho da viola | ACÚSTICO MTV | 01. TIMONEIRO // 2’58” | Composição: Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho /// Não sou eu quem me navega / Quem me navega é o mar / Não sou eu quem me navega / Quem me navega é o mar / É ele quem me carrega / Como nem fosse levar / É ele quem me carrega / Como nem fosse levar // E quanto mais remo mais rezo / Pra nunca mais se acabar / Essa viagem que faz / O mar em torno do mar / Meu velho um dia falou / Com seu jeito de avisar: / – Olha, o mar não tem cabelos / Que a gente possa agarrar // Não sou eu quem me navega / Quem me navega é o mar / Não sou eu quem me navega / Quem me navega é o mar / É ele quem me carrega / Como nem fosse levar / É ele quem me carrega / Como nem fosse levar // Timoneiro nunca fui / Que eu não sou de velejar / O leme da minha vida / Deus é quem faz governar / E quando alguém me pergunta / Como se faz pra nadar / Explico que eu não navego / Quem me navega é o mar // Não sou eu quem me navega / Quem me navega é o mar / Não sou eu quem me navega / Quem me navega é o mar / É ele quem me carrega / Como nem fosse levar / É ele quem me carrega / Como nem fosse levar // A rede do meu destino / Parece a de um pescador / Quando retorna vazia / Vem carregada de dor / Vivo num redemoinho / Deus bem sabe o que ele faz / A onda que me carrega / Ela mesma é quem me traz /// 02. CORAÇÃO LEVIANO // 3’16” | Composição: Paulinho da Viola // Trama em segredo teus planos / Parte sem dizer adeus / Nem lembra dos meus desenganos / Fere quem tudo perdeu // Ah coração leviano não sabe o que fez do meu / Ah coração leviano não sabe o que fez do meu (mas trama) / Este pobre navegante meu coração amante // Enfrentou a tempestade / No mar da paixão e da loucura / Fruto da minha aventura / Em busca da felicidade // Ah coração teu engano foi esperar por um bem / De um coração leviano que nunca será de ninguém /// 03. AMOR É ASSIM // 3’30” | Composição: Paulinho da Viola // Noto pelo seu procedimento / Que o seu coração / Acabou encontrando / Quando eu falo no nome dela / Você sorri, seus olhos ficam brilhando / Amor é assim, faz tudo mudar / É só alegria, tristeza não tem lugar // Não é preciso mentir pra ninguém / E muito menos para mim que já sou seu amigo / Pela felicidade que ele contém / Esse seu amor já não corre perigo / Sei o que é gostar de alguém / E chorar de saudade eu já chorei / Desejo que ela permaneça / Dentro do seu coração e que a felicidade / Não esqueça de vocês /// 04. PARA UM AMOR NO RECIFE // 2’26” | Composição: Paulinho da Viola // A razão porque mando um sorriso / E não corro / É que andei levando a vida / Quase morto / Quero fechar a ferida / Quero estancar o sangue / E sepultar bem longe / O que restou da camisa / Colorida que cobria minha dor / Meu amor eu não esqueço / Não se esqueça por favor / Que voltarei depressa / Tão logo a noite acabe / Tão logo este tempo passe / Para beijar você /// 05. FOI DEMAIS // 3’15” | Composição: Paulinho da Viola e Mauro Duarte // Sinceramente / Não sabia que seria assim / Esta chaga dentro do meu peito / Uma dor que nunca chega ao fim / Este amor foi demais pra mim / Este amor foi demais pra mim // Toda saudade tem suas dores / Todo pecado um dia tem seu perdão / Em minha vida, muitos amores / Nenhum marcou tanto meu coração / Eu bem queria esquecer quem não me ama / E retraçar novamente meu caminho / Tirar das cinzas alguma chama / E não ficar assim no mundo sem carinho /// 06. CORAÇÃO IMPRUDENTE // 2’00” | Composição: Paulinho da Viola e Capinan // O quê que pode fazer / Um coração machucado / Senão cair no chorinho / Bater devagarinho pra não ser notado / E depois de ter chorado / Retirar de mansinho / De todo amor o espinho / Profundamente deixado // O que pode fazer / Um coração imprudente / Se não deixar um pouquinho / De seu bater descuidado / E depois de cair no chorinho / Sofrer de novo o espinho / Deixar doer novamente /// 07. PECADO CAPITAL // 3’10” | Composição: Paulinho da Viola // Dinheiro na mão é vendaval / É vendaval! / Na vida de um sonhador / De um sonhador! / Quanta gente aí se engana / E cai da cama / Com toda a ilusão que sonhou / E a grandeza se desfaz / Quando a solidão é mais / Alguém já falou… / Mas é preciso viver / E viver / Não é brincadeira não / Quando o jeito é se virar / Cada um trata de si / Irmão desconhece irmão / E aí! / Dinheiro na mão é vendaval / Dinheiro na mão é solução / E solidão! / Dinheiro na mão é vendaval / Dinheiro na mão é solução / E solidão! / Dinheiro na mão é vendaval / É vendaval! / Na vida de um sonhador / De um sonhador! / Quanta gente aí se engana / E cai da cama / Com toda a ilusão que sonhou / E a grandeza se desfaz / Quando a solidão é mais / Alguém já falou… / Mas é preciso viver / E viver / Não é brincadeira não / Quando o jeito é se virar / Cada um trata de si / Irmão desconhece irmão / E aí! / Dinheiro na mão é vendaval / Dinheiro na mão é solução / E solidão! / Dinheiro na mão é vendaval / Dinheiro na mão é solução / E solidão! / E solidão! E solidão! / E solidão! E solidão! / E solidão! E solidão! /// 08. TUDO SE TRANSFORMOU // 3’41” | Composição: Paulinho da Viola // Ah, meu samba / Tudo se transformou / Nem as cordas  / Do meu pinho / Podem mais amenizar a dor / Onde havia a luz do sol / Uma nuvem se formou / Onde havia uma alegria para mim / Outra nuvem carregou / A razão desta tristeza / É saber que o nosso amor passou // Violão, até um dia / Quando houver mais alegria / Eu procuro por você / Cansei de derramar / Inutilmente em tuas cordas / As desilusões deste meu viver / Ela declarou recentemente / Que ao meu lado não tem mais prazer /// 09. SINAL FECHADO // 3’12” | Composição: Paulinho da Viola // – Olá! Como vai? / – Eu vou indo. E você, tudo bem? / – Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar meu lugar no futuro… E você? / – Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono tranqüilo… / Quem sabe? / – Quanto tempo! / – Pois é, quanto tempo! / – Me perdoe a pressa – é a alma dos nossos negócios! / – Qual, não tem de quê! Eu também só ando a cem! / – Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por aí! / – Pra semana, prometo, talvez nos vejamos…Quem sabe? / – Quanto tempo! / – Pois é…quanto tempo! / – Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na poeira dasruas… / – Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à lembrança! / – Por favor, telefone – Eu preciso beber alguma coisa, rapidamente… / – Pra semana…– O sinal… / – Eu procuro você… / – Vai abrir, vai abrir… / – Eu prometo, não esqueço, não esqueço… / – Por favor, não esqueça, não esqueça… / – Adeus! / – Adeus! / – Adeus! /// 10. AINDA MAIS // 4’08” | Composição: Eduardo Gudin e Paulinho da Viola // Foi como tudo na vida que o tempo desfaz / Quando menos se quer / Uma desilusão assim / Faz a gente perder a fé / E ninguém é feliz, viu / Se o amor não lhe quer / Mas enfim, como posso fingir / E pensar em você como um caso qualquer / Se entre nós tudo terminou / Eu ainda não sei mulher / E por mim não irei renunciar / Antes de ver o que eu não vi em seu olhar / Antes que a derradeira chama que ficou / Não queira mais queimar // Vai, que toda verdade de um amor / O tempo traz / Quem sabe um dia você volta para mim / E amando ainda mais /// 11. BELA MANHÃ // 3’49” | Composição: Paulinho da Viola // Quando o sol iluminou / a bela manhã do dia / sobre o leito revirado / em teu corpo perfumado / a luz descia // Eu então rezei / agradecendo ao criador / o prazer de conhecer / por um momento / a felicidade deste amor // Havia no teu sorriso / um sinal tão claro de satisfação / que o bem que tanto eu queria // finalmente não era mais uma ilusão / E peço a Deus / que nada mais possa nos separar / pois eu não saberia mais viver / sem poder te amar /// 12. TALISMA // 2’30” | Composição: Paulinho da Viola / Marisa Monte / Arnaldo Antunes // Eu não preciso de um talismã / Nem penso em meu amanhã / Vou remando com a maré / Eu não preciso de patuá / Nem peço ao meu orixá / Não vou na igreja, não sei rezar / Mas tenho fé / Pois agora quem eu quis / Também me quer // Por muito tempo / Eu batalhei o seu amor / Porém, você me desarmava / E só me dava o seu desdém // Quando me olhava parecia nem me ver / Eu era ninguém / Mas hoje em dia eu posso dizer / “Meu amuleto é meu bem” /// 13. VAI DIZER AO VENTO // 4’08” | Composição: Paulinho da Viola // Saudade, vai dizer ao vento / Que a dor da desilusão passou / E saiba que não há tormento tão intenso / Como aquele que você me provocou / Saudade, tudo tem seu tempo / E o seu já terminou / Espero que depois de tudo que eu passei / Você me faça esse favor // Andei revendo tanta coisa em minha vida / E hoje posso controlar a emoção / Fui apagando cada sombra de amargura / Que havia dentro do meu coração // Agora, vou seguir outro caminho / Quem sabe esquecer o que passou / Saudade, diga ao vento que a tristeza deu um tempo / E não esqueça que você já me deixou /// 14. NERVOS DE AÇO // 2’34” | Composição: Lupicínio Rodrigues // Você sabe o que é ter um amor, meu senhor / Ter loucura por uma mulher / E depois encontrar esse amor, meu senhor / Nos braços de um outro qualquer / Você sabe o que é ter um amor, meu senhor / E por ele quase morrer / E depois encontrá-lo em um braço / Que nem um pedaço do seu pode ser // Há pessoas de nervos de aço / Sem sangue nas veias e sem coração / Mas não sei se passando o que eu passo / Talvez não lhe venha qualquer reação // Eu não sei se o que trago no peito / É ciúme, despeito, amizade ou horror / Eu só sei que quando a vejo / Me dá um desejo de morte ou de dor /// 15. EU CANTO SAMBA // 2’57” | Composição: Paulinho da Viola // Eu canto samba / Por que só assim eu me sinto contente / Eu vou ao samba / Porque longe dele eu não posso viver / Com ele eu tenho de fato uma velha intimidade / Se fico sozinho ele vem me socorrer / Há muito tempo eu escuto esse papo furado / Dizendo que o samba acabou / Só se foi quando o dia clareou // O samba é alegria / Falando coisas da gente / Se você anda tristonho / No samba fica contente / Segure o choro criança / Vou te fazer um carinho / Levando um samba de leve / Nas cordas do meu cavaquinho ///

em pleno verão

[sex] 3 de dezembro de 2010

hoje. sentindo-me. fazendo arte e estando. enviei minha parte para o zine. faltam tão poucas linhas para a minha conclusão da licenciatura. e certas experiências do dia-a-dia são intraduzíveis. o perfume da dama da noite. a sinfonia de mil sapos coaxando em noite de primavera. um fim de tarde em sambaqui. uma tarde inteira no bosque do cfh, em boas, sonoras e poéticas companhias. as sutilezas de todos os flertes. o jogo dos cães. e a mais honesta das entrega entre dois estranhos: eu e um cão qualquer, destes do cfh. as horas tentando entender a fala de um joão de barro. o debate sobre um texto de illich. o papo no ru. o abraço nos amigos…

quarta-feira, e quinta-feira. um mergulho na casa, na sua arrumação. e um disco de elis. em pleno verão [1970]. e muito caetano, chico, bethânia, gal, lenine, lupicínio

Elis Regina – Em Pleno Verão (1970)

1. Vou deitar e rolar // Não venha querer se consolar / Que agora não dá mais pé / Nem nunca mais vai dar / Também, quem mandou se levantar? / Quem levantou pra sair / Perde o lugar // E agora, cadê teu novo amor? / Cadê, que ele nunca funcionou? / Cadê, que ele nada resolveu? // Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu / Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu // Ainda sou mais eu // Você já entrou na de voltar / Agora fica na tua / Que é melhor ficar / Porque vai ser fogo me aturar / Quem cai na chuva / Só tem que se molhar // E agora cadê, cadê você? / Cadê que eu não vejo mais, cadê? / Pois é, quem te viu e quem te vê // Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu / Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu / Todo mundo se admira da mancada que a / Terezinha deu / Que deu no pira / E ficou sem nada ter de seu / Ela não quis levar fé / Na virada da maré // Breque // Mas que malandro sou eu / Pra ficar dando colher de chá / Se eu não tiver colher? / Vou deitar e rolar // Você já entrou na de voltar / Agora fica na tua / Que é melhor ficar / Porque vai ser fogo me aturar / Quem cai na chuva / Só tem que se molhar // E agora cadê, cadê você? / Cadê que eu não vejo mais, cadê? / Pois é, quem te viu e quem te vê // Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu / Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu // O vento que venta aqui / É o mesmo que venta lá / E volta pro mandingueiro / A mandinga de quem mandingar // Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu / Quaquaraquaquá, quem riu? / Quaquaraquaquá, fui eu /// Baden Powell e Paulo César Pinheiro //// 2. Bicho do mato // Bicho do mato / Nego teve aí / Bicho do mato / Devagar pra não cair / Bicho do mato / Bicho bonito danado / Bicho do mato / Nego teve aí / E disse assim: / Bicho do mato / Quero você para mim / Eu só vou embora / Mas eu só ponho o meu boné / Onde eu posso apanhar / Devagar se vai ao longe / Devagar eu chego lá / Bicho do mato / Nego teve aí / Bicho do mato / Devagar pra não cair // Jorge Ben Jor //// 3. Verão vermelho [instrumental] //// 4. Até aí morreu Neves // Pa, pa, pa, ra pa pa pa pa pa ra pa pa pa ra / Se segura malandro pois malandro que é malandro / Não se estoura / Se segura malandro / Pois um dia há de chegar a sua hora / Vai cantar vai brincar sem fantasia / Você vai chorar de alegria pois ela vai voltar / Pra alegrar o seu coração / Malandro que é malandro não se estoura não / Pa pa pa ra pa pa pa pa pa ra pa pa pa ra / Pois um dia há de chegar a sua hora / Vai cantar vai brincar sem fantasia / Você vai chorar de alegria pois ela vai voltar / Prá alegrar o seu coração / Malandro que é malandro não se estoura não / Porque até aí morreu Neves, até aí morreu / Neves até aí morreu Neves / Até aí morreu Neves / Devagar malandro devagar cuidado / Afobado come crú devagar se vai ao longe / Devagar se vai ao longe devagar também é pressa / Afobado come crú / Devagar se vai ao longe // Jorge Ben //// 5. Frevo // Vem / Vamos dançar ao sol / Vem / Que a banda vai passar / Vem / Ouvir o toque dos clarins / Anunciando o carnaval / E vão brilhando os seus metais / Por entre cores mil / Verde mar, céu de anil / Nunca se viu tanta beleza / Ai, meu Deus / Que lindo o meu Brasil // Tom Jobim e Vinicius de Moraes //// 6. As curvas da estrada de Santos // Se você pretende saber quem eu sou / Eu posso lhe dizer / Entre no meu carro e na estrada de santos / Você vai me conhecer, “é vai me conhecer” / Vai pensar até que eu não gosto nem mesmo de mim // E que na minha idade só a velocidade / Anda junto a mim / Eu só ando sozinho / E no meu caminho o tempo é cada vez menor / A eu Preciso de ajuda // Por favor me acuda, eu preciso de ajuda / Eu vivo muito só, eu me sinto muito só… / Mais se acaso numa curva eu me lembro do meu rumo / eu piso mas fundo, corrijo num segundo não posso parar // Eu prefiro as curvas, as curvas da estrada de santos / Onde eu tento esquecer / Um amor que eu tive / E vi pelo espelho na distância se perder // Mas se o amor que eu perdi eu novamente encontrar / As curvas se acabam / E na estrada de santos eu não vou mais passar / Não, não eu não vou mais passar // Roberto Carlos e Erasmo Carlos //// 7. Fechado pra balanço // Tô fechado pra balanço / Meu saldo deve ser bom / Tô fechado pra balanço / Meu saldo deve ser bom / Deve ser bom // Um samba de roda, um coco / Um xaxado bem guardado / E mais algum trocado / Se tiver gingado, eu tô, eu tô / Eu tô de corpo fechado, eu tô, eu tô // Eu tô fechado pra balanço / Meu saldo deve ser bom / Tô fechado pra balanço / Meu saldo deve ser bom / Deve ser bom // Um pouco da minha grana / Gasto em saudade baiana / Ponho sempre por semana / Cinco cartas no correio // Gasto sola de sapato / Mas aqui custa barato / Cada sola de sapato / Custa um samba, um samba e meio // E o resto? // O resto não dá despesa / Viver não me custa nada / Viver só me custa a vida / A minha vida contada // Gilberto Gil //// 8. Não tenha medo // Tenha medo não, tenha medo não, tenha medo não. / Nada é pior do que tudo, nada é pior do que tudo. / Nem um não, nem um sinal, nem um ladrão, nem uma escuridão, nada é pior do que tudo que você já tem no seu coração mudo… / Tenha medo não, tenha medo não, não tenha medo não, tenha medo não, nada é pior do que tudo, nada é pior do que tudo. / Nem um cão, nem um dragão, nem um avião, nenhuma assombração. / Nada é pior do que tudo que você já tem no seu coração mudo… / Tenha medo não, tenha medo não, não tenha medo não, tenha medo não. / Nada é pior do que tudo, nada é pior do que tudo. / Nem um chão, nem um porão, nem uma prisão, nem uma solidão… / Nada é pior do que tudo que você já tem no seu coração mudo… / Tenha medo não, tenha medo não, não tenha medo não, tenha medo não, nada é pior do que tudo, nada é pior do que tudo… / Não tenha medo não, tenha medo não, tenha medo não, tenha medo não, nada é pior do que tudo, nada é pior do que tudo… / Não tenha medo não, tenha medo não, não tenha medo não, tenha medo não, nada é pior do que tudo… // Caetano Veloso //// 9. These are the songs / Participação: Tim Maia // These are the songs / I want to sing / These are the songs / I want to play / I will sing it every day / These are the songs / I want to sing and play // Essa é a canção que eu vou ouvir / Essa é a canção que eu vou cantar / Fala de você, meu bem / E do nosso amor, também / Sei que você vai gostar // Tim Maia //// 10. Comunicação // Sigo o anúncio e vejo / Em forma de desejo o sabonete / Em forma de sorvete acordo e durmo / Na televisão / Creme dental, saúde, vivo num sorriso o paraíso / Quase que jogado, impulsionado no comercial / Só tomava chá / Quase que forçado vou tomar café / Ligo o aparelho vejo o Rei Pelé / Vamos então repetir o gol / E na rua sou mais um cosmonauta patrocinador / Chego atrasado, perco o meu amor / Mais um anúncio sensacional / Ponho um aditivo dentro da panela, a gasolina / Passo na janela, na cozinha tem mais um fogão / Tocam a campainha, mais uma pesquisa e eu respondo / que enlouquecendo já sou fã do comercial // Edson Alencar e Hélio Matheus //// 11. Copacabana velha de guerra // Nós estamos por aí sem medo, / nós sem medo estamos por aí. / Nós estamos por aí sem medo, nós sem medo estamos por aí… / Qualquer sorte me espera, e a tarde talvez vai me mostrar. / Presiventos na janela e as praças do mundo a me chamar. / Sou mais um na multidão, nas vitrines dos magazans, procurando uma camisa da cor do mar. / Mão no bolso riso lendo e a tarde passando devagar. / Não me encontro na vitrine, não ligo é dificil me encontrar. / Sou só eu na multidão, e eu queria me ver passar / desfilando com a camisa da cor do mar… / Olha eu lá… / Nós estamos por aí sem medo, nós sem medo estamos por aí. / Nós estamos por aí sem medo,nós sem medo estamos por aí… / Qualquer sorte me espera e a tarde talvez vai me mostrar, presiventos na janela e as praças do mundo a me chamar. / Sou mais um na multidão, nas vitrines dos magazans, procurando uma camisa da cor do mar. / Mão no bolso riso lento e a tarde passando devagar, não me encontro na vitrine, na o ligo é dificil me encontrar, sou só eu na multidão e eu queria me ver passar desfilando com a camisa da cor do mar… Olha eu lá… // Joyce e Sergio Flaksman ////

da aula de agora a pouco.

[qui] 16 de setembro de 2010
verbiclara.wordpress.com/

LENGUA ESPAÑOLA, POESÍA Y MI GLORIOSA SANTA CLARA

COISAS SIMPLES

rita maltez

Alma Fuleira

Nas vivências in loco acreditamos que as capacidades criativas são mais aguçadas e gustativas.

Terminologia Atemporal

catártico, verborrágico, esquizofrênico

Filosofia Crítica

"Levar a filosofia às pessoas, levar as pessoas a filosofar." tiomas@yahoo.com

SOCIAIS & MÉTODOS

Ciências Sociais, métodos quantitativos, técnicas de pesquisa, R...

roger santana

poesia fora de moda

:: Dr. Pedro Gabriel :: Psicanalista

"A Psicanálise é, em essência, uma cura pelo amor." (Sigmund Freud)

Ensaios e Notas

artes, humanidades e ciências sociais

andradetalis

Jornalismo se faz com coragem e sonho

.:Hellfire Club:.

Um pandemônio.

bálsamo benigno

"a flor flore, o colibri colibrisa, a Poesia Poesia"

Blog da Boitempo

Aqui você pode encontrar informações dos livros e eventos realizados pela editora Boitempo. E, principalmente, pode interagir e ajudar na construção da editora que ousou ter uma cara e conquistou seu espaço produzindo livros de qualidade

Horizontes Afins

Este é o blog de Filosofia e Cinema e Afins de Cassiano Terra Rodrigues

Bateope's Blog

Just another WordPress.com site

chilliandmint.wordpress.com/

Herbs and Spices Rock My World

GFP Blog

Pass it on

escamandro

poesia tradução crítica

Jardim do Mundo

Sustentabilidade - Viagem - Estilo de Vida

Feisty Little Woman

Geek Girl with Attitude

Livro de Viagens

Crónicas de Marco Neves

IMAGEM CORPO

passagens entre linguagens

Feicibânquer

Prosagens de Wir Caetano no Facebook. Monlevabuçu (MG).

arquitetando

falando de história da arquitetura, do urbanismo e da arte

Gaveta do Ivo

Poesia & Tradução

O Ponto Dentro do Círculo

Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito. William Blake

vinteculturaesociedade

Uma perspectiva negra

Saracura

Design • Natureza • Arte

Filosofia Marxista

Os filósofos limitam-se a pensar o mundo, mas o que importa é transformá-lo.

Estereótipos

Os estereótipos e a psicologia social

Karina Kuschnir

desenhos, textos, coisas

Portal do Budismo

Budismo, Coisas Positivas da Vida e do Mundo

IMI = ilha da música ilhada

investigação jornalística da música autoral contemporânea na Ilha de Santa Catarina

Astigmato

Vários focos, um objetivo.

%d blogueiros gostam disto: