Archive for the 'pdf' Category

e eu aqui perdendo a leitura de crátilo

2019, março 28, quinta-feira

tomo notas pela manhã. um soneto (97)… um vídeo, um texto… uma aula para ser dada lá na segunda-feira para as turmas de terceiro ano: o que é revolução.

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e perco mais uma aula de história dos estudos linguísticos… e já estamos na leitura de crátilo. na verdade, ainda não começou, posto que começa as 9h10. mas como eu ainda estou em casa… e já são 9h03. agora só literatura (10h20) e conhecer mais uma turma de calouros… hoje, almoçarei no RU (a última vez foi lá por 2009). fui.

erro de português

2019, fevereiro 27, quarta-feira

Erro de português

Quando o português chegou
Debaixo de uma bruta chuva
Vestiu o índio
Que pena!
Fosse uma manhã de sol
O índio tinha despido
O português.

Andrade, O. In: Faraco & Moura. Língua e Literatura. v.3
São Paulo: Ática, 1995. p. 146-147.

***

Na noite seguinte, ventou tanto sueste, com chuvaceiros, que fez caçar as naus, e especialmente a capitânia”. Registro do dia 23 de abril de 1500, relativo ao contato entre ameríndios e portugueses na época

Doc. Trajetória dos direitos humanos. 19min. Direção: Bernardo Brant

e um trecho…

Revolução do Haiti (Vídeo editado a partir de trechos do documentário “Racismo – a cor do dinheiro” e da introdução do documentário “Toussaint Louverture: a Revolução Haitiana”)

as tentações da manhã

2019, fevereiro 6, quarta-feira

6h35 mate feito. e já roncando. lá fora um coral… das mais variadas aves. ainda faz escuro, é o finalzinho da madrugada…

5h58 acordei, antes do despertador, e ainda envolto nas brumas do sonho… ou pesadelo?

dois motoqueiros estavam festando na casa do vizinho… então, eles resolvem adentrar o meu quintal… por aquela antiga entrada do cinamomo – que não existe mais faz uns vinte anos, no mínimo – e eu arremesso um lápis, que acerta a roda traseira, enquanto estacionam. ao tirarem os seus capacetes, eu descubro quem é ele e quem é ela. e peço desculpa, pela minha ignorância e brutalidade, eles sentem-se ofendidos… vieram me ver. ela veio me ver… ele acompanhava ela. aceitam minhas desculpas… conhecem minha casa… e de repente, vira e termina como uma propaganda de cerveja, bizarramente, como uma direta para o meu estado de homem-gelo. 

acordei neste instante. e ao percorrer os fragmentos destes sonhos… vão se somando outras imagens, sobrecamadas, numa amálgama, e seus possíveis significados… há elementos de coisas que eu pensei e vivi ontem… momentos, lugares, pessoas, medos e desejos. eu só não entendi qualé dos dois motoqueiros?!

06:51 a tentação é a soneca do despertador, essa vontade absurda de voltar a dormir… e a maquininha na mente dizendo… não tem problema nenhum chegar um bocadinho atrasado…

06:59 há uma avalanche de frases musicais… identifico todas, exceto a que deu o estarte. será que ela existe? fragmento: somos memória e desejo

07:03 não há mal nenhum em pegar o 7h25. e se eu soubesse da programação de hoje cedo… péssima hora, quando emprestei minha folhinha com a programação lá na segunda. talvez…

07:04 e a justificativa matemática: como eu faltei ontem, e não terei o certificado… e pelas minhas contas, pela carga horária que tenho, posso faltar 3 turnos na semana de formação… e se eu voltasse a dormir mais uma horinha? que tentação.

Somos-medo-e-desejo-Somos-feitos-de-silencio-e-som07:09 não é memória… é medo. lembrei…

e achei esse texto aqui de Cibele Prado Barbieri:

«Sobre amor e gozo, há certas coisas que não sei dizer…»

07:28 é… menos de 12 horas e eu já me arrependendo da vivo, instabilidade fudid… só caindo esse negócio… e ps: eu só vou pela tarde.

07:43 o sono novamente chegou.